-
Montanhista suíço morre e mulher de 99 anos é resgatada no Monte Fuji
-
Seis candidatos para dirigir a ONU se enfrentam em debate televisivo
-
UE acusa TikTok de expor menores a riscos online
-
Ucrânia ataca com drones depósito de gigante comercial russo perto de São Petersburgo
-
Incêndios colocam Espanha em 'situação dramática' e obrigam a deslocamentos na França
-
EUA lança novos ataques contra Irã
-
EUA reativa guerra comercial com nova rodada de tarifas
-
EUA ameaça punir Irã após ataques de rebeldes do Iêmen
-
Oito mil novas espécies de insetos são identificadas por meio do DNA no Equador
-
Luka Modric renova com o Milan por mais uma temporada
-
Comic-Con começa nos EUA em meio a expectativa por retorno da Marvel
-
Presidente argentino Milei se reunirá com Flávio Bolsonaro no Brasil
-
Condenado à prisão perpétua homem que assassinou congressista estadual nos EUA
-
Ferrari quer parar Antonelli na Hungria antes da pausa da Fórmula 1
-
Néstor Lorenzo renova como técnico da seleção da Colômbia
-
As principais bases que abrigam Forças Armadas dos EUA no Oriente Médio
-
Barcelona confirma ruptura de ligamento do joelho de Frenkie De Jong
-
Atacante grego Christos Tzolis troca Brugge pelo Arsenal em transferência recorde na Bélgica
-
TotalEnergies avalia sair de projeto russo de GNL
-
Garnacho assina com Aston Villa cedido por empréstimo pelo Chelsea
-
Brasil tem mínimo de mortes violentas em 14 anos, mas letalidade policial e feminicídios crescem
-
Grêmio anuncia contratação do atacante Jovane Cabral, revelação da Copa com Cabo Verde
-
Manchester City contrata volante Elliot Anderson por valor recorde para o clube
-
Em paraíso costeiro da Venezuela, sucata ajuda a sobreviver após terremotos
-
Barcelona anuncia contratação do atacante alemão Karim Adeyemi
-
Novo primeiro-ministro britânico anuncia medidas de apoio aos pubs
-
Federação da Noruega fará denúncia ao Comitê de Ética da Fifa pelo caso Balogun
-
EUA ameaça castigar Irã após ataques de rebeldes do Iêmen a navios
-
Comic-Con começa nesta quinta-feira na Califórnia
-
França apresentará novo técnico na próxima 3ª feira
-
BCE mantém juros inalterados, mas abre a porta para alta em setembro
-
Ministro israelense reza na Esplanada das Mesquitas, desafiando o status quo
-
Banco Mundial estima em cerca de US$ 19,5 bi danos dos terremotos na Venezuela
-
Trump condiciona acordo nuclear civil com Arábia Saudita a reconhecimento de Israel
-
IA alcança humanos e gabarita Olimpíada Internacional de Matemática
-
UE multa Google em € 890 milhões por violar normas digitais
-
Milhares de deslocados por incêndios florestais no sul da Europa
Biden 'considera' novas sanções à Rússia após morte de Navalny; Trump não menciona Putin
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, está "considerando sanções adicionais" contra a Rússia após a morte do líder da oposição Alexei Navalny, enquanto Donald Trump evitou condenar Moscou pelo ocorrido.
"Já existem sanções, mas estamos considerando sanções adicionais, sim", disse Biden, que responsabilizou diretamente o presidente russo, Vladimir Putin, e os seus "bandidos" pela morte de Navalny.
Navalny morreu na sexta-feira em circunstâncias desconhecidas, aos 47 anos, em uma prisão russa no Ártico, o que deixou a oposição russa no exílio em choque.
Biden e outros aliados ocidentais já impuseram sanções sem precedentes para conter as ações de Moscou na guerra com a Ucrânia, embora não tenham conseguido conter o conflito.
No entanto, as dúvidas sobre o futuro compromisso de Washington com Kiev aumentaram recentemente.
Com o financiamento dos EUA já esgotado, os aliados republicanos do ex-presidente Donald Trump na Câmara dos Representantes paralisaram 60 bilhões de dólares (298 bilhões de reais na cotação atual) em nova ajuda militar.
Biden voltou a criticar os republicanos nesta segunda-feira pela não aprovação do pacote de ajuda.
"A forma como se afastam da ameaça da Rússia, a forma como se afastam da Otan, a forma como se afastam do cumprimento das nossas obrigações, é simplesmente chocante", disse ele.
Após três dias sem comentários, Trump, favorito nas primárias republicanas para as presidenciais de novembro, pôs fim ao seu silêncio sobre a morte de Navalny com uma declaração que evitou criticar o Kremlin e, ao invés disso, descreveu o ocorrido como um sinal do colapso dos Estados Unidos.
Em uma mensagem em sua rede Truth Social, o ex-mandatário disse que "a morte repentina" de Navalny o deixou "cada vez mais consciente sobre o que está acontecendo" nos Estados Unidos, que qualificou de "nação em decadência".
"É um processo lento e constante, com políticos, promotores e juízes corruptos e de esquerda radical que nos levam ao caminho da destruição", acrescentou.
Trump denunciou "fronteiras abertas, eleições manipuladas e decisões judiciais muito injustas" em seu país.
O ex-presidente ainda não havia comentado ou escrito sobre a morte do opositor.
A publicação, no entanto, não menciona Putin nem o governo russo.
No dia anterior, o silêncio inicial de Trump sobre a morte de Navalny suscitou críticas de sua principal concorrente pela indicação republicana, a ex-embaixadora na ONU Nikki Haley.
"O fato de que não queira reconhecer nada com Navalny... ou está do lado de Putin e pensa que está tudo bem se Putin matasse um de seus opositores políticos, ou simplesmente não pensa que seja para tanto", disse Haley no programa "This Week" da rede ABC.
M.Furrer--BTB