-
Ferrari quer parar Antonelli na Hungria antes da pausa da Fórmula 1
-
Néstor Lorenzo renova como técnico da seleção da Colômbia
-
As principais bases que abrigam Forças Armadas dos EUA no Oriente Médio
-
Barcelona confirma ruptura de ligamento do joelho de Frenkie De Jong
-
Atacante grego Christos Tzolis troca Brugge pelo Arsenal em transferência recorde na Bélgica
-
TotalEnergies avalia sair de projeto russo de GNL
-
Garnacho assina com Aston Villa cedido por empréstimo pelo Chelsea
-
Brasil tem mínimo de mortes violentas em 14 anos, mas letalidade policial e feminicídios crescem
-
Grêmio anuncia contratação do atacante Jovane Cabral, revelação da Copa com Cabo Verde
-
Manchester City contrata volante Elliot Anderson por valor recorde para o clube
-
Em paraíso costeiro da Venezuela, sucata ajuda a sobreviver após terremotos
-
Barcelona anuncia contratação do atacante alemão Karim Adeyemi
-
Novo primeiro-ministro britânico anuncia medidas de apoio aos pubs
-
Federação da Noruega fará denúncia ao Comitê de Ética da Fifa pelo caso Balogun
-
EUA ameaça castigar Irã após ataques de rebeldes do Iêmen a navios
-
Comic-Con começa nesta quinta-feira na Califórnia
-
França apresentará novo técnico na próxima 3ª feira
-
BCE mantém juros inalterados, mas abre a porta para alta em setembro
-
Ministro israelense reza na Esplanada das Mesquitas, desafiando o status quo
-
Banco Mundial estima em cerca de US$ 19,5 bi danos dos terremotos na Venezuela
-
Trump condiciona acordo nuclear civil com Arábia Saudita a reconhecimento de Israel
-
IA alcança humanos e gabarita Olimpíada Internacional de Matemática
-
UE multa Google em € 890 milhões por violar normas digitais
-
Milhares de deslocados por incêndios florestais no sul da Europa
-
EUA anuncia acordo nuclear civil com Arábia Saudita
-
Sete mortos em ataques entre Ucrânia e Rússia
-
Irã promete manter bombardeios no Oriente Médio enquanto EUA não interromper ataques
-
Milhares de pessoas afetadas por incêndios devastadores na Itália, França e Espanha
-
Câmara dos EUA aprova projeto anual de defesa recorde
-
EUA anuncia acordo nuclear civil com a Arábia Saudita
-
Julgamento de Maduro nos EUA terá início em 1º de junho de 2027
-
Clube argentino Tigre condena ataque a tiros contra torcedores no Uruguai
-
Adolescente retira ação contra Meta nos EUA por dependência em redes sociais
-
Líbano trabalha por "retirada total" de Israel, afirma premiê
-
UE autoriza com condições a aquisição da Warner pela Paramount
ONU expressa preocupação com gestantes no Haiti
Até 3.000 mulheres grávidas no Haiti correm o risco de perder o acesso a um atendimento de saúde crucial, alertou a ONU nesta sexta-feira (8), enquanto as condições humanitárias se deterioram na capital daquele país, Porto Príncipe.
Na semana passada, a violência das gangues tomou conta do Haiti, levando a alertas de grupos de ajuda sobre a escassez de instalações e equipes médicas.
"Se a área metropolitana de Porto Príncipe permanecer paralisada nas próximas semanas, quase 3.000 mulheres grávidas poderão ser privadas de acesso a cuidados básicos de saúde, e quase 450 podem enfrentar complicações obstétricas potencialmente fatais se não receberem atendimento médico", advertiu o escritório da ONU no Haiti nesta sexta-feira.
A crise haitiana gerou preocupação nos Estados Unidos, que pediram ao primeiro-ministro, Ariel Henry, ausente daquele país, que realize uma reforma política urgente para evitar uma nova escalada.
As gangues, que controlam grande parte de Porto Príncipe, bem como as estradas que levam ao restante do país, atacaram infraestruturas-chave nos últimos dias, incluindo duas prisões, o que permitiu a fuga da maioria dos 3.800 detentos.
Assim como alguns haitianos comuns, as gangues pedem a renúncia de Henry, que deveria ter deixado o cargo em fevereiro, mas, em vez disso, concordou com um compartilhamento do poder com a oposição até que novas eleições sejam realizadas.
Henry estava no Quênia quando a violência eclodiu e, desde então, não conseguiu retornar ao Haiti. Segundo relatos, ele está em Porto Rico.
Nesta quinta-feira, o governo haitiano decretou estado de emergência de um mês na região oeste do país, que inclui a capital, bem como um toque de recolher noturno até segunda-feira.
Em comunicado divulgado hoje, a ONU também alertou que mais de 500 sobreviventes de violência sexual podem ficar sem atendimento médico até o fim de março se as condições não melhorarem.
N.Fournier--BTB