-
EUA ameaça castigar Irã após ataques de rebeldes do Iêmen a navios
-
Comic-Con começa nesta quinta-feira na Califórnia
-
França apresentará novo técnico na próxima 3ª feira
-
BCE mantém juros inalterados, mas abre a porta para alta em setembro
-
Ministro israelense reza na Esplanada das Mesquitas, desafiando o status quo
-
Banco Mundial estima em cerca de US$ 19,5 bi danos dos terremotos na Venezuela
-
Trump condiciona acordo nuclear civil com Arábia Saudita a reconhecimento de Israel
-
IA alcança humanos e gabarita Olimpíada Internacional de Matemática
-
UE multa Google em € 890 milhões por violar normas digitais
-
Milhares de deslocados por incêndios florestais no sul da Europa
-
EUA anuncia acordo nuclear civil com Arábia Saudita
-
Sete mortos em ataques entre Ucrânia e Rússia
-
Irã promete manter bombardeios no Oriente Médio enquanto EUA não interromper ataques
-
Milhares de pessoas afetadas por incêndios devastadores na Itália, França e Espanha
-
Câmara dos EUA aprova projeto anual de defesa recorde
-
EUA anuncia acordo nuclear civil com a Arábia Saudita
-
Julgamento de Maduro nos EUA terá início em 1º de junho de 2027
-
Clube argentino Tigre condena ataque a tiros contra torcedores no Uruguai
-
Adolescente retira ação contra Meta nos EUA por dependência em redes sociais
-
Líbano trabalha por "retirada total" de Israel, afirma premiê
-
UE autoriza com condições a aquisição da Warner pela Paramount
-
Ronaldo e Roberto Carlos negociam compra da Inter de Limeira
-
Flávio Bolsonaro questiona confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro
-
Ana Marcela Cunha completa travessia do Canal da Mancha com recorde sul-americano
-
Congresso da Nicarágua votará em agosto reforma para excluir opositores das eleições
-
Presidente da Confederação Africana de Futebol defende Infantino das críticas
-
Inter Miami anuncia contratação de Casemiro mas MLS abre investigação
-
Federação italiana confirma conversas com Guardiola para comandar a 'Azzurra'
-
Trump ameaça destruir pontes e centrais elétricas no Irã por cada ataque em Ormuz
-
Após fugir da guerra em Mianmar, rohingyas arriscam tudo para sair de Bangladesh
-
Van Bommel estaria perto de substituir Rudi Garcia como técnico da Bélgica
Indicado por seu partido, Nicolás Maduro buscará 3º mandato na Venezuela
O partido no poder na Venezuela formalizou neste sábado (16) que o presidente Nicolás Maduro buscará um terceiro mandato de seis anos, ao elegê-lo por "aclamação" como candidato. Mas quem ele enfrentará? A oposição está em uma encruzilhada após a exclusão da candidata que poderia vencê-lo na disputa.
Mais de quatro milhões de militantes do Partido Socialista Unido Unido da Venezuela (PSUV), presidido por Maduro, decidiram apresentar o governante de 61 anos para as eleições de 28 de julho.
"Aqui há apenas um destino: a vitória popular", declarou Maduro após receber a indicação em um congresso do PSUV em Caracas. "Façam o que fizerem, digam o que disserem, não puderam e nunca poderão conosco."
O ato foi uma formalidade. Maduro está em campanha há semanas e tem multiplicado suas aparições públicas, o que até recentemente era uma exceção. Herdeiro do falecido Hugo Chávez, juntos os dois somam um quarto de século governando a Venezuela.
"O Partido Socialista Unido da Venezuela, de suas bases, decidiu por aclamação, por consenso, que o candidato da Revolução Bolivariana é Nicolás Maduro", disse o número dois do chavismo, Diosdado Cabello. "Aqui está o seu partido, o partido do comandante Chávez", acrescentou dirigindo-se ao presidente.
Enquanto isso, a oposição busca, correndo contra o tempo, definir um nome que possa concorrer, após a inabilitação para cargos públicos de María Corina Machado, favorita nas pesquisas.
A candidata de centro-direita, no entanto, descartou abandonar sua candidatura e continua em campanha.
- Colapso econômico e sanções -
Em fevereiro, o chavismo comemorou 25 anos no poder, os últimos 11 liderados por Maduro após a morte de Chávez em 2013.
Sua presidência foi marcada por acusações de violações dos direitos humanos, sanções internacionais, o colapso da economia - o PIB contraiu 80% em uma década - e a migração de mais de sete milhões de pessoas que fogem da fome e da pobreza.
Também neutralizou qualquer ameaça a seu poder, como a chamada presidência interina de Juan Guaidó, exilado nos Estados Unidos, e agora Machado, a quem o governo acusa de corrupção e de pedir uma invasão estrangeira, embora ela negue.
A reeleição de Maduro em 2018 foi considerada "fraudulenta" pela oposição, que boicotou as eleições, pela União Europeia (UE) e pelos Estados Unidos, que impuseram uma bateria de sanções para tentar, sem sucesso, retirá-lo do poder.
- "Induzir a erros" -
O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) anunciou o convite para missões de observação da União Europeia e de outros atores, embora até agora não tenha feito um chamado formal.
A inscrição dos candidatos foi marcada para 21 a 25 de março, o que deixa pouca margem para a principal coligação da oposição, a Plataforma Unitária, que insiste em Machado em público enquanto decide nos bastidores quem lançar.
O governo "procura induzir a oposição e a comunidade internacional a erros, especialmente com o controle do calendário eleitoral", explicou à AFP Mariano de Alba, conselheiro do International Crisis Group.
I.Meyer--BTB