-
Julgamento de Maduro nos EUA terá início em 1º de junho de 2027
-
Clube argentino Tigre condena ataque a tiros contra torcedores no Uruguai
-
Adolescente retira ação contra Meta nos EUA por dependência em redes sociais
-
Líbano trabalha por "retirada total" de Israel, afirma premiê
-
UE autoriza com condições a aquisição da Warner pela Paramount
-
Ronaldo e Roberto Carlos negociam compra da Inter de Limeira
-
Flávio Bolsonaro questiona confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro
-
Ana Marcela Cunha completa travessia do Canal da Mancha com recorde sul-americano
-
Congresso da Nicarágua votará em agosto reforma para excluir opositores das eleições
-
Presidente da Confederação Africana de Futebol defende Infantino das críticas
-
Inter Miami anuncia contratação de Casemiro mas MLS abre investigação
-
Federação italiana confirma conversas com Guardiola para comandar a 'Azzurra'
-
Trump ameaça destruir pontes e centrais elétricas no Irã por cada ataque em Ormuz
-
Após fugir da guerra em Mianmar, rohingyas arriscam tudo para sair de Bangladesh
-
Van Bommel estaria perto de substituir Rudi Garcia como técnico da Bélgica
-
Phil Foden renova com Manchester City até 2030
-
Mulheres que acusam padre de violência sexual denunciam silêncio do Vaticano
-
Casa onde Hitler nasceu vira delegacia na Áustria
-
Príncipe George completa 13 anos e se prepara para ingressar na renomada escola de Eton
-
Antiga cidade libanesa de Tiro inscrita na Lista do Patrimônio Mundial em Perigo
-
DJs ocupam estabelecimentos para revitalizar bairros no Japão
-
Animais resgatados após terremotos na Venezuela aguardam tutores
-
Rubio espera uma visita 'muito positiva' de Xi Jinping a Washington em setembro
-
Hollywood incorpora IA, mas quer preservar seu DNA criativo
-
Regulador da UE reduz drasticamente limite de exposição a poluente TFA
-
Nicolás Maduro retorna a tribunal de Nova York para audiência
-
Galeria que sofreu assalto reabre no Louvre sem nada para roubar
-
Caça-talentos vinculado a Epstein é encontrado morto na França
-
OpenAI relata ataque hacker autônomo 'sem precedentes' executado por seus agentes de IA
-
Zelensky vira a página após substituir chefe do Exército ucraniano
-
EUA ataca Irã após Trump advertir que a guerra 'não terminou'
-
Entra em vigor tarifaço de Trump sobre o Brasil enquanto EUA prepara novas medidas comerciais
-
EUA prepara novas tarifas diante do fim de taxação global de 10%
-
Ossada humana de quase 3 mil anos é exumada em El Salvador
-
Minnesota United se despede de James Rodríguez com um 'obrigado por tudo'
-
EUA adverte que 'não terminou' campanha contra Irã, após aumento dos ataques
-
Alcaraz aparece na lista de inscritos para o Aberto dos Estados Unidos
-
Morgan Rogers se transfere do Villa para o Chelsea em negociação recorde para um jogador britânico
-
Corpo encontrado no carro do cantor D4vd era 'irreconhecível', diz testemunha
-
Trump promete ajudar Líbano a alcançar a paz com Israel
-
Ochoa anuncia aposentadoria do futebol após disputar 6ª Copa do Mundo
Biden insta Congresso a votar ajuda para a Ucrânia
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, instou, nesta quarta-feira (10), a Câmara dos Representantes a votar de imediato uma ajuda de bilhões de dólares à Ucrânia que segue bloqueada devido à pressão do republicano Donald Trump e de seus aliados.
"Há um apoio arrasador à Ucrânia entre a maioria de democratas e republicanos. Deveria haver uma votação já", declarou Biden aos jornalistas após uma reunião com o primeiro-ministro do Japão.
Biden propôs um pacote de 60 bilhões de dólares (cerca de R$ 300 bilhões) à Ucrânia para que siga lutando contra a invasão russa.
A verba foi aprovada pelo Senado, controlado pelos democratas, mas está parada na Câmara dos Representantes, cujo presidente, o republicano Mike Johnson, se recusa a colocar o projeto em votação. Johnson, por sua vez, afirma que está avaliando uma "série de caminhos".
"Os membros da Câmara continuam debatendo ativamente nossas opções sobre o caminho a ser seguido", disse o líder republicano aos jornalistas. "Há muitas ideias diferentes a respeito. Como sabem, é um assunto muito complicado em um momento muito complicado".
A Rússia passou para a ofensiva, enquanto a Ucrânia sofre os primeiros reveses territoriais em meses, após racionar munição por conta da escassez.
Os aliados europeus prometeram dar um passo à frente, mas nenhum deles tem a capacidade dos Estados Unidos.
O ministro de Relaciones Exteriores do Reino Unido, David Cameron, reiterou esta semana em Washington que a credibilidade do Ocidente está em jogo diante do presidente russo, Vladimir Putin, e de outros adversários.
Johnson está no cargo desde outubro e tem que lidar com problemas dentro de seu próprio campo político. A ultraconservadora Marjorie Taylor Greene, que se opõe a qualquer compromisso com os democratas, ameaçou derrubá-lo.
O líder da maioria democrata no Senado, Chuck Schumer, acusou os republicanos de transformarem o partido de Ronald Reagan "pouco a pouco em um braço mensageiro do Kremlin".
Ele denunciou os apelos de alguns congressistas próximos a Trump para impulsionar um acordo no qual a Rússia fique com partes da Ucrânia. Schumer os comparou ao primeiro-ministro britânico Neville Chamberlain, que acreditava que Hitler se limitaria a ocupar parte de Tchecoslováquia.
"Estes Neville Chamberlain modernos ignoram as advertências da História: os autocratas têm um apetite insaciável", disse Schumer.
"Se você der a um autocrata um pouco de terra, ele tentará conquistar um país. E se você der a um autocrata um país, ele tentará se apossar de um continente", acrescentou.
F.Pavlenko--BTB