-
Ronaldo e Roberto Carlos negociam compra da Inter de Limeira
-
Flávio Bolsonaro questiona confiabilidade do sistema eleitoral brasileiro
-
Ana Marcela Cunha completa travessia do Canal da Mancha com recorde sul-americano
-
Congresso da Nicarágua votará em agosto reforma para excluir opositores das eleições
-
Presidente da Confederação Africana de Futebol defende Infantino das críticas
-
Inter Miami anuncia contratação de Casemiro mas MLS abre investigação
-
Federação italiana confirma conversas com Guardiola para comandar a 'Azzurra'
-
Trump ameaça destruir pontes e centrais elétricas no Irã por cada ataque em Ormuz
-
Após fugir da guerra em Mianmar, rohingyas arriscam tudo para sair de Bangladesh
-
Van Bommel estaria perto de substituir Rudi Garcia como técnico da Bélgica
-
Phil Foden renova com Manchester City até 2030
-
Mulheres que acusam padre de violência sexual denunciam silêncio do Vaticano
-
Casa onde Hitler nasceu vira delegacia na Áustria
-
Príncipe George completa 13 anos e se prepara para ingressar na renomada escola de Eton
-
Antiga cidade libanesa de Tiro inscrita na Lista do Patrimônio Mundial em Perigo
-
DJs ocupam estabelecimentos para revitalizar bairros no Japão
-
Animais resgatados após terremotos na Venezuela aguardam tutores
-
Rubio espera uma visita 'muito positiva' de Xi Jinping a Washington em setembro
-
Hollywood incorpora IA, mas quer preservar seu DNA criativo
-
Regulador da UE reduz drasticamente limite de exposição a poluente TFA
-
Nicolás Maduro retorna a tribunal de Nova York para audiência
-
Galeria que sofreu assalto reabre no Louvre sem nada para roubar
-
Caça-talentos vinculado a Epstein é encontrado morto na França
-
OpenAI relata ataque hacker autônomo 'sem precedentes' executado por seus agentes de IA
-
Zelensky vira a página após substituir chefe do Exército ucraniano
-
EUA ataca Irã após Trump advertir que a guerra 'não terminou'
-
Entra em vigor tarifaço de Trump sobre o Brasil enquanto EUA prepara novas medidas comerciais
-
EUA prepara novas tarifas diante do fim de taxação global de 10%
-
Ossada humana de quase 3 mil anos é exumada em El Salvador
-
Minnesota United se despede de James Rodríguez com um 'obrigado por tudo'
-
EUA adverte que 'não terminou' campanha contra Irã, após aumento dos ataques
-
Alcaraz aparece na lista de inscritos para o Aberto dos Estados Unidos
-
Morgan Rogers se transfere do Villa para o Chelsea em negociação recorde para um jogador britânico
-
Corpo encontrado no carro do cantor D4vd era 'irreconhecível', diz testemunha
-
Trump promete ajudar Líbano a alcançar a paz com Israel
-
Ochoa anuncia aposentadoria do futebol após disputar 6ª Copa do Mundo
-
Opositor indiano é detido após pedir renúncia do premier em protesto
-
Nova Jersey comunica erro no cadastro eleitoral após denúncias de Trump
-
EUA adverte Nicarágua sobre planos de eliminar eleições
-
Lewandowski e Griezmann prontos para uma jornada de grandes estreias na MLS
-
Kaylee Hottle, atriz de 'Godzilla', morre em acidente nos EUA aos 18 anos
-
Arrogância? Não, orgulho: argentinos respondem aos críticos
Iranianos mostram misto de temor e orgulho após ataque a Israel
Um dia depois do ataque lançado pelo Irã contra Israel, a população da República Islâmica oscilava, neste domingo (14), entre o medo de uma escalada e o orgulho pelas capacidades militares de seu país.
O ataque com drones e mísseis teve como alvo dois centros militares envolvidos no lançamento de um bombardeio contra o consulado iraniano em Damasco, na Síria, em 1º de abril.
Teerã acusou Israel pelo ataque, no qual morreram sete integrantes do Exército da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC), dois deles generais da Força Quds, seu braço de operações no exterior.
Na capital iraniana, alguns cidadãos expressavam orgulho e alegria pelo primeiro ataque lançado pela República Islâmica, de seu próprio território, contra Israel. Porém, outros temiam a escalada bélica incessante entre os dois países que polarizam as tensões na região.
Milad, um professor que preferiu omitir seu sobrenome, espera que "o conflito não continue", porque, na sua opinião, provocaria "uma guerra destrutiva" tanto para Israel quanto para o Irã.
"Ainda não reconstruímos completamente as ruínas da guerra Irã-Iraque [1980-1988] no sudoeste do país", destacou este homem de 46 anos. "A guerra não é uma piada", acrescentou.
As autoridades iranianas, incluído o líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, haviam ameaçado em diversas ocasiões responder ao bombardeio contra seu consulado na capital síria.
Jafari, um funcionário do sistema judicial que tampouco quis dar seu sobrenome, considera "normal" a preocupação pela situação atual, "sobretudo do ponto de vista econômico", e cita o temor de uma depreciação do rial iraniano.
- 'Nos sentimos melhor' -
Centenas de pessoas se reuniram na Praça da Palestina de Teerã, no centro da capital, pouco depois que o IRGC havia anunciado o início da Operação "Promessa Honesta" contra Israel.
Os presentes comemoraram os ataques iranianos entoando cânticos de "Morte a Israel" e "Morte aos Estados Unidos", dois lemas bastante presentes no país desde a Revolução Islâmica de 1979.
Os manifestantes agitaram bandeiras iranianas e do movimento libanês Hezbollah, apoiado por Teerã, assim como retratos do general Qassem Soleimani, o arquiteto das operações militares iranianas no Oriente Médio, morto em um bombardeio americano no Iraque em janeiro de 2020.
Vários dirigentes militares iranianos foram eliminados na Síria desde o início da guerra em outubro entre Israel e o movimento islamista palestino Hamas na Faixa de Gaza, em ataques atribuídos ao Exército israelense.
O ataque que destruiu o consulado iraniano na Síria em 1º de abril matou, entre outros, Mohammad Reza Zahedi e Mohammad Hadi Haji Rahimi, dois comandantes da Força Quds.
"Estamos extremamente felizes por esta ação dos Guardiões e, de fato, nos sentimos melhor" hoje, declarou Ali Erfanian, um funcionário aposentado de 65 anos.
"Ajudamos assim a população oprimida de Gaza e da Cisjordânia ocupada" após seis meses de guerra no estreito e sitiado território palestino, acrescentou.
"Havia tristeza e raiva em nossos corações, e sempre esperávamos esta vingança e que os israelenses sejam punidos por sua brutalidade", afirmou Mahdi, um apicultor de 35 anos.
C.Meier--BTB