-
Opositor indiano é detido após pedir renúncia do premier em protesto
-
Nova Jersey comunica erro no cadastro eleitoral após denúncias de Trump
-
EUA adverte Nicarágua sobre planos de eliminar eleições
-
Lewandowski e Griezmann prontos para uma jornada de grandes estreias na MLS
-
Kaylee Hottle, atriz de 'Godzilla', morre em acidente nos EUA aos 18 anos
-
Arrogância? Não, orgulho: argentinos respondem aos críticos
-
Últimos acontecimentos na guerra no Oriente Médio
-
França aprova proibição das redes sociais para menores de 15 anos
-
Tarifa global de Trump expira, mas EUA prepara novos tributos
-
França aprova lei que permite uso de pesticidas prejudiciais às abelhas
-
Presidente da liga espanhola acusa Fifa de 'destruir a indústria do futebol'
-
Liverpool anuncia contratação da jovem promessa colombiana Samuel Martínez
-
Dibu Martínez cogita aposentadoria da seleção argentina
-
Trump adverte que "ainda não terminou" com o Irã após intensificação dos ataques
-
Trump promete ajudar "muito" o Líbano, que busca apoio para paz com Israel
-
Human Rights Watch acusa EUA de ter atacado três lanchas no Equador
-
França se prepara para proibir redes sociais para menores de 15 anos
-
Navio de guerra russo realiza manobras com fogo real no Canal da Mancha
-
Primeiro-ministro britânico pede que governo se concentre em reduzir custo de vida
-
Autoridades húngaras inspecionam servidores do partido de Orbán por suspeita de corrupção
-
Estados Unidos anunciarão novas tarifas para 60 países
-
Governo espanhol quer proibir fumar em terraços e praias
-
Sumba, a ilha indonésia onde homens e mulheres vivem como escravizados
-
Oposição indiana pede renúncia de Modi após repressão a protesto estudantil
-
Irã intensifica ataques duas semanas após retomar hostilidades contra EUA
-
Catapora se espalha pelos superlotados acampamentos de deslocados em Gaza
-
Messi chega à Argentina para descansar em Rosário com sua família após Copa
-
Fabricante do Ozempic acusa laboratório do Mounjaro de propaganda enganosa
-
Indignação na França com lei que permite o uso de pesticidas prejudiciais às abelhas
-
Fome global persiste, com a África na linha de frente
-
Afegãos buscam dezenas de desaparecidos após enchentes devastadoras
-
Rubio chega às Filipinas enquanto EUA condena ações 'perigosas' da China
-
Primeiro-ministro britânico inicia mandato com medida para reforçar poder de compra
-
Irã ataca radares e sistemas de defesa americanos em resposta a bombardeios
-
Trump afirma que Irã pagará por morte de soldados dos EUA
-
Incêndios na Amazônia caíram a mínimo histórico em 2025
-
Temporal deixa 10 mortos e 100 mil pessoas isoladas no Chile
-
Presidente da Venezuela promete 4 mil moradias neste ano a afetados por terremotos
-
Panamá anuncia acordo marítimo com a China apesar de crise por portos
-
Novo premiê britânico impõe sua autoridade reformulando gabinete
-
Exército libanês começa a assumir controle de 'zonas-piloto' no sul do país
-
Sem Messi, 'Albiceleste' volta para casa e é recebida pela torcida argentina
-
EUA volta a atacar Irã e Trump alerta que Teerã pagará pelas mortes de soldados
-
EUA impõe tarifas adicionais de 50% a produtos do Canadá
-
Campeões mundiais desfilam pelas ruas de Madri diante de 2 milhões de torcedores
Socialistas espanhóis pedem a Sánchez que não renuncie
Milhares de simpatizantes nas ruas e a direção do Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) fizeram um apelo neste sábado para que o chefe de Governo da Espanha, Pedro Sánchez, não renuncie ao cargo, menos de 48 horas antes do anúncio de sua decisão.
Com o líder socialista em seu terceiro dia de reflexão e silêncio autoimposto, 12.500 pessoas, segundo as autoridades de Madri, participaram em uma manifestação para expressar apoio, com frases como a "Espanha precisa de você".
Os manifestantes se reuniram diante da sede do PSOE na capital espanhola, onde a direção do partido também anunciou apoio a seu líder.
De maneira surpreendente, Sánchez anunciou na quarta-feira em uma carta o cancelamento de todos os seus compromissos públicos até segunda-feira, quando anunciará se deixará o posto de chefe de Governo, irritado com os ataques da oposição contra sua esposa, Begoña Gómez, por uma suposta relação profissional com empresas que receberam ajuda pública.
"Espero que Sánchez diga na segunda-feira que vai continuar", afirmou à AFP Sara Domínguez,30 anos, que trabalha em uma empresa de consultoria. Ela disse que no atual governo foram "tomadas medidas muito boas para as mulheres, pessoas LGBT, as minorias".
"Se ele sair, há possibilidades de que a extrema-direita governe, e isso nos faria retroceder em direitos e liberdades", disse José María Díez, um funcionário público de 44 anos que viajou de Valladolid (norte) até a capital.
Na sede do Partido Socialista, os principais dirigentes da legenda, incluindo ministros e presidentes regionais, pediram a Sánchez que não abandone o posto de presidente do Governo, que ocupa desde 2018.
"Presidente, fique, Pedro, fique, estamos com você. Em frente, temos que avançar, temos que continuar empurrando este país, a Espanha não pode retroceder", declarou a número dois do governo e ministra da Fazenda, María Jesús Montero.
Os dirigentes do partido saíram às ruas para agradecer os manifestantes. "Não passarão", afirmou a porta-voz do governo, Pilar Alegría, a respeito da oposição.
Sánchez, 52 anos, fez o anúncio poucas horas depois de um juiz aceitar um pedido para investigar sua esposa por suspeitas de tráfico de influência e corrupção, após uma denúncia apresentada por organização ligada à extrema-direita.
O Ministério Público pediu o arquivamento da denúncia.
Não há pistas sobre o que Sánchez decidirá, mas analistas citaram a possibilidade de que não renuncie e convoque uma moção de confiança para que o Congresso reitere o seu apoio, uma opção de baixo risco, pois para superar a moção precisa apenas da maioria simples dos deputados.
Caso decida renunciar, a Espanha poderia seguir para novas eleições gerais, depois das organizadas em julho do ano passado, quando os socialistas ficaram em segundo lugar, atrás do Partido Popular (PP, direita), mas conseguiram governar graças a alianças parlamentares.
O conservador PP, maior partido de oposição, duvida de uma renúncia e atribui o gesto de Sánchez a uma estratégia política para assumir o papel de vítima e reagrupar as suas fileiras.
"O que um governante tem que fazer é resolver os problemas das pessoas, não transformar um problema pessoal em um problema para o resto dos cidadãos", declarou a secretária-geral do PP, Cuca Gamarra, que descreveu Sánchez como "irresponsável".
F.Pavlenko--BTB