-
'Deveríamos ter te dado um final melhor', diz Mbappé a Deschamps nas redes sociais
-
Scaloni, o maestro inesperado que regeu a era mais gloriosa da Argentina
-
Dois militares americanos são mortos pelo Irã, que ataca infraestruturas civis
-
De Maradona a Messi, Bangladesh segue apaixonado pela seleção argentina
-
'A vida é uma loucura': Argentina e Espanha contam as horas para a grande final
-
Espanha suspende último treino antes da final; atividade da Argentina é adiada
-
Kimi Antonelli faz a pole position do GP da Bélgica de F1; Bortoleto é 8º
-
Bons vizinhos? Torcer contra Messi e Argentina, um fenômeno efervescente na América Latina
-
'Que passe rápido para esquecer', diz Borja Iglesias sobre possibilidade de cumprimentar Trump
-
Guerra no Oriente Médio se intensifica com ataques iranianos a infraestruturas civis
-
STF nega visita de Milei a Bolsonaro em prisão domiciliar
-
Incêndios no Canadá desencadeiam nova ameaça tarifária de Trump e colocam em alerta a final Espanha-Argentina
-
FMI libera fundos para Venezuela após terremotos que deixaram mais de cinco mil mortos
-
Irã relata explosão de petroleiros que colidiram com minas em Ormuz
-
'Bem-vindos a Ciudad Carpita': a vida de refugiados após terremotos de junho na Venezuela
-
Jaqueta de couro do CEO da Nvidia é leiloada por US$ 960 mil
-
Haaland vence por goleada na Copa do Mundo das redes sociais
-
Irã ameaça com 'ofensiva total' e EUA continua seus bombardeios
-
CNDH pede à ONU e à Fifa que atuem contra onda de racismo na Copa do Mundo
-
Manifestantes protestam em Veneza por chegada de megaiate de embaixador dos EUA
-
IA chinesa Kimi K3 sacode indústria tecnológica dos EUA
-
Neymar volta ao Santos após derrota do Brasil na Copa: Qual é o seu futuro?
-
Milhares de pessoas se manifestam em Kiev contra destituição do ministro da Defesa
Presidente da Lituânia e primeira-ministra disputarão segundo turno
O presidente da Lituânia, Gitanas Nauseda, e sua primeira-ministra, Ingrida Simonyte, disputarão o segundo turno das eleições presidenciais em 26 de maio, após a celebração do primeiro turno no domingo (12) em um cenário de "ameaça russa".
Após a apuração de quase todos os votos, Nauseda lidera com 46%, enquanto Simonyte aparece com 16%, segundo uma fonte da Comissão Eleitoral.
As pesquisas apontavam o favoritismo do presidente Nauseda, um ex-executivo do setor bancário, de 59 anos, contra os demais sete candidatos, que também incluíam o famoso advogado Ignas Vegele.
Nauseda e Simonyte concordam em questões de defesa, mas apresentam visões diferentes sobre assuntos sociais e sobre as relações da Lituânia com a China, que se deterioraram nos últimos anos devido a Taiwan.
Analistas projetam a vitória de Nauseda no segundo turno.
O país báltico de 2,8 milhões de habitantes, uma ex-república soviética que tem fronteira com o enclave russo fortemente militarizado de Kaliningrado, compareceu às urnas com o olhar voltado para a Rússia, pois teme ser o próximo alvo de Moscou em caso de vitória das tropas do Kremlin na guerra contra a Ucrânia, iniciada em fevereiro de 2022.
"A ideia da Lituânia sobre a ameaça russa é unânime e indiscutível, e os principais candidatos concordam com isso", resumiu Linas Kojala, diretor do Centro de Estudos sobre o Leste da Europa de Vilnius.
Na Lituânia, o presidente é responsável pela política de defesa e relações exteriores, participando das cúpulas da Otan e da União Europeia (UE), embora deva consultar o governo e o Parlamento sobre a nomeação dos principais cargos.
- Dois velhos conhecidos -
A primeira-ministra Ingrida, de 49 anos, derrotada por Nauseda nas eleições presidenciais de 2019, é conservadora em termos fiscais e liberal em questões sociais, apoiando, por exemplo, as uniões entre pessoas do mesmo sexo em um país predominantemente católico.
"Simonyte é apoiada pelos eleitores do partido conservador e pelas pessoas liberais, enquanto Nauseda é um candidato de esquerda em questões de política econômica e social", disse Ramunas Vilpsauskas, analista da Universidade de Vilnius, à AFP.
As complicadas relações entre Nauseda e os conservadores de Simonyte no poder levaram a debates sobre política externa, especialmente no que diz respeito à China.
As relações com Pequim tornaram-se tensas em 2021, quando Vilnius permitiu que a ilha de governo autônomo abrisse uma embaixada com o nome de Taiwan em vez de Taipei - usado habitualmente para evitar confrontos com a China.
Pequim, que considera esta ilha como parte de seu território e se opõe a qualquer gesto que as autoridades possam usar para obter legitimidade internacional, modificou suas relações diplomáticas com Vilnius e bloqueou suas exportações.
Durante a campanha, Nauseda enfatizou "a necessidade de mudar o nome do escritório de representação" de Taiwan, enquanto Simonyte se opõe.
I.Meyer--BTB