-
Líder opositora María Corina Machado retorna à Venezuela
-
Marine Le Pen promete restaurar ordem ao lançar campanha presidencial na França
-
Mobilizados, apoiadores de Lula cruzam os dedos no Rio de Janeiro, reduto do bolsonarismo
-
Líder opositora María Corina Machado anuncia retorno à Venezuela
-
Inter de Milão vira sobre Fiorentina e volta à liderança do Italiano
-
Arábia Saudita retoma voos no aeroporto da capital apesar de ataques houthis no Iêmen
-
Musetti vence Fritz na final e é campeão do ATP 250 de Lyon
-
Filipinas investiga laptop com abuso infantil encontrado em antiga residência do pai de Meghan Markle
-
Lucas Pinheiro Braathen vence 1ª etapa da Copa do Mundo de Esqui Alpino
-
França registra 1.314 detidos e 53 policiais feridos em novos protestos no sábado
-
Portugal desmonta mais acampamentos em defesa do direito à moradia
-
Brasileiros votam para definir o presidente entre Lula e Bolsonaro
-
Líder da extrema direita francesa faz primeiro grande comício antes da eleição presidencial
-
Lula 4 ou o retorno dos Bolsonaros? Brasil vota em 2º turno presidencial acirrado
-
Explosões abalam a capital saudita antes da reabertura do aeroporto
-
Irã afirma que retomada da guerra não mudará sua política
-
Bulgária vota para presidente entre temores de segurança e divisão por guerra na Ucrânia
-
Obama critica 'caos e crueldade' de Trump durante campanha por candidatos democratas
-
Israel anuncia bloqueio da Cisjordânia no dia das eleições
-
Kimi Antonelli faz a pole position do GP dos EUA, onde pode ser campeão de F1
-
Arquidiocese de Nova York concorda em pagar mais de US$ 800 milhões em indenizações a vítimas de abusos sexuais
-
Lula e Bolsonaro reúnem multidões antes de duelo final nas urnas
-
Paris FC perde para Lens e deixa escapar oportunidade de assumir liderança do Francês
-
Atlético de Madrid vence Deportivo com gol de Julián Álvarez
-
Confrontos entre manifestantes e polícia na Albânia durante novo protesto contra corrupção
-
Ronaldinho jogará pelo Ravenna na Serie C italiana no dia 15 de novembro
-
Israel desloca milhares de palestinos de Hebron após ataque mortal
-
Milhares de pessoas protestam na Itália sob forte dispositivo de segurança
-
Borussia Dortmund vence Eintracht Frankfurt e assume liderança do Alemão
-
Novos protestos sociais se espalham pela França em meio a tensões e fortes medidas de segurança
Puigdemont quer liderar governo independentista minoritário na Catalunha
Carles Puigdemont, o líder independentista catalão que fugiu da Espanha em 2017, anunciou nesta segunda-feira (13) no sul da França que tentará formar um governo regional separatista e de minoria após ficar em segundo lugar nas eleições.
"Acreditamos que há boas opções de investidura e, portanto, [quero] anunciar minha intenção de apresentar minha candidatura à presidência", disse Puigdemont em um coletiva de imprensa em Argelès-sur-Mer, no dia seguinte às eleições regionais vencidas pelo Partido Socialista (PSOE) do presidente do Governo espanhol Pedro Sánchez, mas sem maioria absoluta.
Apesar dos socialistas vencerem com folga nesta região-chave de oito milhões de habitantes, a formação liderada na Catalunha por Salvador Illa terá que fazer alianças para formar o governo.
A sua situação parece, no entanto, mais confortável do que nas últimas eleições de fevereiro de 2021, quando seus 33 assentos e sua vitória em votos foram insuficientes diante da maioria de 74 cadeiras conquistadas pelo bloco separatista.
Puigdemont afirmou que já contatou a Esquerda Republicana da Catalunha (ERC), o outro grande partido independentista da Catalunha, para criar "um governo soberano".
As eleições de domingo representaram uma dura derrota para o movimento independentista, que perdeu a maioria no Parlamento mais de seis anos depois da tentativa fracassada de secessão de 2017, liderada por Puigdemont, então presidente da região, que refugiou-se no exterior para evitar a Justiça.
O Juntos pela Catalunha, o partido de Puigdemont avançou ao obter 35 cadeiras, três a mais que na votação anterior, mas o ERC, partido do atual presidente regional Pere Aragonès, ruiu ao obter apenas 20 assentos, uma perda de 13 cadeiras, enquanto o CUP, partido independentista de extrema esquerda caiu de nove para quatro assentos.
Os três partidos somariam apenas 59 vagas e mesmo que fossem acrescentadas às duas da Aliança Catalã, uma nova formação separatista de extrema direita - com a qual Juntos, ERC e CUP garantiram que não se unirão - , as formações independentistas ainda estariam muito longe da maioria absoluta de 68 assentos.
Puigdemont havia prometido que se aposentaria da política se fracasse nas eleições. Mas na segunda-feira estimou que tinha mais chances do que o socialista Illa de formar um governo. "Temos potencialmente mais opções, disse na campanha eleitoral, de uma investidura no segundo turno no Parlamento", argumentou.
Apesar da derrota, a ERC tem um papel fundamental, uma vez que seu apoio parece essencial tanto para os socialistas quanto para Puigdemont se quiserem formar um governo.
F.Pavlenko--BTB