-
Segundo turno de tirar o fôlego: Lula e Bolsonaro disputam voto a voto na metade da apuração
-
Mbappé decide e dá vitória ao Real Madrid no clássico contra o Barcelona
-
Brasil em suspense diante da apuração dos votos do 2º turno entre Lula e Bolsonaro
-
Mais de 2,6 mil palestinos são 'deslocados à força' por operação israelense na Cisjordânia (Autoridade Palestina)
-
Antonelli vence GP dos EUA e fica muito perto do título da F1
-
Partido governante reconhece derrota em eleições legislativas na Sérvia
-
Zanin, do STF, prorroga votação do 2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro
-
Líder opositora María Corina Machado retorna à Venezuela após exílio
-
Rennes vence Strasbourg e assume liderança do Campeonato Francês
-
Brasil escolhe entre Bolsonaro e Lula, que denuncia obstáculos para votar
-
Rubio diz que retorno de Machado à Venezuela é resultado de diálogos respaldados pelos EUA
-
Bayern vence Freiburg e vai para clássico com Dortmund na liderança do Alemão
-
Manchester United perde para Bournemouth e emenda 8 jogos sem vitória
-
Acuado por protestos, premiê albanês ameaça multar manifestantes
-
Líder opositora María Corina Machado retorna à Venezuela
-
Marine Le Pen promete restaurar ordem ao lançar campanha presidencial na França
-
Mobilizados, apoiadores de Lula cruzam os dedos no Rio de Janeiro, reduto do bolsonarismo
-
Líder opositora María Corina Machado anuncia retorno à Venezuela
-
Inter de Milão vira sobre Fiorentina e volta à liderança do Italiano
-
Arábia Saudita retoma voos no aeroporto da capital apesar de ataques houthis no Iêmen
-
Musetti vence Fritz na final e é campeão do ATP 250 de Lyon
-
Filipinas investiga laptop com abuso infantil encontrado em antiga residência do pai de Meghan Markle
-
Lucas Pinheiro Braathen vence 1ª etapa da Copa do Mundo de Esqui Alpino
-
França registra 1.314 detidos e 53 policiais feridos em novos protestos no sábado
-
Portugal desmonta mais acampamentos em defesa do direito à moradia
-
Brasileiros votam para definir o presidente entre Lula e Bolsonaro
-
Líder da extrema direita francesa faz primeiro grande comício antes da eleição presidencial
-
Lula 4 ou o retorno dos Bolsonaros? Brasil vota em 2º turno presidencial acirrado
-
Explosões abalam a capital saudita antes da reabertura do aeroporto
-
Irã afirma que retomada da guerra não mudará sua política
-
Bulgária vota para presidente entre temores de segurança e divisão por guerra na Ucrânia
-
Obama critica 'caos e crueldade' de Trump durante campanha por candidatos democratas
-
Israel anuncia bloqueio da Cisjordânia no dia das eleições
EUA propõe reclassificar maconha como droga de baixo risco
O governo do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, propôs formalmente, nesta quinta-feira (16), reclassificar a maconha como uma droga de baixo risco, uma mudança histórica que aproximaria a política federal da opinião pública.
"Ninguém deveria estar na prisão simplesmente por usar ou possuir maconha. Ponto", disse Biden em um pronunciamento em vídeo.
"Muitas vidas foram alteradas por um enfoque equivocado com a maconha e me comprometi a corrigir esses erros."
A maconha é classificada desde 1970 como droga pertencente à Lista I, segundo a Lei de Substâncias Controladas (CSA, na sigla em inglês), junto com heroína, ecstasy e LSD, o que significa que não é aceita para uso médico e tem alto potencial de dependência.
A proposta rebaixa a cannabis para a Lista III, junto com a ketamina e os analgésicos que contêm codeína, com probabilidade de dependência de moderada a baixa.
A iniciativa para reclassificar a maconha foi apresentada pelo governo Biden no final de abril, e o Departamento de Justiça iniciou oficialmente o processo nesta quinta.
A maconha continuará sendo uma substância controlada até que o processo seja concluído, que inclui um período de consulta pública e uma possível audiência perante um juiz.
Em 2022, Biden se tornou o primeiro presidente a iniciar uma revisão federal da política sobre a maconha.
Segundo pesquisa do Pew Research Center, 88% dos americanos acham que a maconha deveria ser legal para uso médico ou recreativo. Apenas 11% disseram que não deveria ser legal em qualquer caso.
A cannabis foi proibida pela primeira vez a nível federal em 1937, uma decisão que, segundo os críticos, foi tomada em grande medida seguindo uma lógica racista, pois ela era vista como uma droga intimamente ligada ao entorno do jazz e aos imigrantes mexicanos.
A década de 1970 trouxe a "guerra às drogas", que também afetou de maneira desproporcional as minorias, antes que o movimento pela maconha medicinal se enraizasse na década de 1990. Em 2012, os estados começaram a legalizar o uso recreativo para adultos.
Hoje, a cannabis é um negócio que movimenta bilhões de dólares nos Estados Unidos e mais da metade dos estados já legalizou seu uso recreativo e medicinal, entre eles Califórnia e Nova York.
Mas sua classificação na Lista I dificulta o acesso das empresas a serviços bancários, impede o financiamento federal para a pesquisa sobre a maconha medicinal e o comércio interestadual, bem como a regulação federal sobre as melhores práticas e protocolos para a maconha.
J.Bergmann--BTB