-
Lula conquista quarto mandato inédito e Flávio não reconhece resultado
-
Lula conquista quarto mandato e Flávio diz que vai pedir anulação do segundo turno
-
Líderes de esquerda das Américas comemoram reeleição de Lula
-
Os desafios do quarto mandato de Lula
-
Lula, o ícone da esquerda que desafiou o tempo e a extrema direita
-
Lula vence Flávio Bolsonaro contra todos os prognósticos e governará o Brasil pela 4ª vez
-
Líder opositora retorna para Venezuela após quase um ano no exílio
-
Segundo turno de tirar o fôlego: Lula e Bolsonaro disputam voto a voto na metade da apuração
-
Mbappé decide e dá vitória ao Real Madrid no clássico contra o Barcelona
-
Brasil em suspense diante da apuração dos votos do 2º turno entre Lula e Bolsonaro
-
Mais de 2,6 mil palestinos são 'deslocados à força' por operação israelense na Cisjordânia (Autoridade Palestina)
-
Antonelli vence GP dos EUA e fica muito perto do título da F1
-
Partido governante reconhece derrota em eleições legislativas na Sérvia
-
Zanin, do STF, prorroga votação do 2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro
-
Líder opositora María Corina Machado retorna à Venezuela após exílio
-
Rennes vence Strasbourg e assume liderança do Campeonato Francês
-
Brasil escolhe entre Bolsonaro e Lula, que denuncia obstáculos para votar
-
Rubio diz que retorno de Machado à Venezuela é resultado de diálogos respaldados pelos EUA
-
Bayern vence Freiburg e vai para clássico com Dortmund na liderança do Alemão
-
Manchester United perde para Bournemouth e emenda 8 jogos sem vitória
-
Acuado por protestos, premiê albanês ameaça multar manifestantes
-
Líder opositora María Corina Machado retorna à Venezuela
-
Marine Le Pen promete restaurar ordem ao lançar campanha presidencial na França
-
Mobilizados, apoiadores de Lula cruzam os dedos no Rio de Janeiro, reduto do bolsonarismo
-
Líder opositora María Corina Machado anuncia retorno à Venezuela
-
Inter de Milão vira sobre Fiorentina e volta à liderança do Italiano
-
Arábia Saudita retoma voos no aeroporto da capital apesar de ataques houthis no Iêmen
-
Musetti vence Fritz na final e é campeão do ATP 250 de Lyon
-
Filipinas investiga laptop com abuso infantil encontrado em antiga residência do pai de Meghan Markle
-
Lucas Pinheiro Braathen vence 1ª etapa da Copa do Mundo de Esqui Alpino
-
França registra 1.314 detidos e 53 policiais feridos em novos protestos no sábado
-
Portugal desmonta mais acampamentos em defesa do direito à moradia
-
Brasileiros votam para definir o presidente entre Lula e Bolsonaro
-
Líder da extrema direita francesa faz primeiro grande comício antes da eleição presidencial
-
Lula 4 ou o retorno dos Bolsonaros? Brasil vota em 2º turno presidencial acirrado
-
Explosões abalam a capital saudita antes da reabertura do aeroporto
-
Irã afirma que retomada da guerra não mudará sua política
-
Bulgária vota para presidente entre temores de segurança e divisão por guerra na Ucrânia
-
Obama critica 'caos e crueldade' de Trump durante campanha por candidatos democratas
-
Israel anuncia bloqueio da Cisjordânia no dia das eleições
Seis mortos na Nova Caledônia, onde Exército tenta retomar controle do território
Outra pessoa morreu neste sábado (18) e duas ficaram feridas na Nova Caledônia, arquipélago francês do Pacífico onde a polícia e o Exército tentam restabelecer a ordem após uma quinta noite de distúrbios e saques que já tiraram seis vidas.
O general Nicolas Mattheos, comandante da gendarmaria na Nova Caledônia, informou à AFP que havia "um morto e dois feridos em Kaala-Gomen", município do norte da ilha.
O morto é um 'caldoche', nome que recebe a população local de origem europeia nesse território.
Esses distúrbios, os mais graves já registrados na Nova Caledônia desde os anos 1980, foram provocados por uma reforma eleitoral promulgada por Paris que enfureceu o movimento independendista local.
A deste sábado é a primeira vítima fora da área urbana de Noumea, capital do arquipélago. Os distúrbios vinham ocorrendo até agora principalmente nas áreas urbanas.
Além dos seis mortos - dois gendarmes e quatro civis, entre eles três kanaks -, centenas de pessoas ficaram feridas, segundo as autoridades.
Na sexta-feira, a chegada de outros 1.000 soldados, que se somaram aos 1.700 já mobilizados, mostrou a determinação das autoridades francesas em retomar o controle.
- "Explosões maciças" -
Centenas de militares e policiais franceses fortemente armados patrulhavam a capital neste sábado, cujas ruas estão repletas de escombros.
Os repórteres da AFP no bairro de Magenta viram veículos e prédios queimados e a polícia de choque tentando impor a ordem.
Durante a noite, os moradores relataram ter ouvido tiros, o zumbido de rotores de helicópteros e "explosões maciças", que pareciam ser botijões de gás explodindo dentro de um prédio incendiado.
Helene, 42 anos, vem erguendo e vigiando barricadas de proteção improvisadas com seus vizinhos em turnos de duas a três horas há dias, esperando que milhares de policiais franceses voem pelos 17.000 km que os separam da metrópole.
Os distúrbios foram atribuídos a problemas econômicos, tensões sociais e, acima de tudo, a uma luta política entre ativistas pró-independência, em sua maioria indígenas, e as autoridades de Paris.
As autoridades francesas acusaram um grupo separatista conhecido como CCAT de estar por trás dos tumultos.
Dez ativistas acusados de organizar a violência foram colocados em prisão domiciliar, segundo as autoridades.
O território embarcou em "um caminho de destruição", alertou o ministro local Vaimu'a Muliava neste sábado. "Vocês estão apenas se punindo", disse ele aos envolvidos.
Por sua vez, o CCAT pediu na sexta-feira "um período de calma para quebrar a espiral de violência".
Apesar desse apelo, Annie, de 81 anos, moradora de Noumea, também afirmou ter ouvido fortes explosões durante a noite.
Ela disse que a violência dos últimos seis dias foi pior do que a registrada durante a tumultuada década de 1980, uma era de assassinatos políticos e tomada de reféns conhecida eufemisticamente como "os eventos".
"É pior do que durante os eventos", disse ela. "Não havia tantas armas naquela época".
Os protestos eclodiram na segunda-feira em resposta a uma reforma do censo promovida pelo governo francês que, segundo os líderes do povo indígena kanak, diluirá sua influência nas instituições do arquipélago.
Os distúrbios, que incluem saques, incêndios criminosos e tiroteios, causou até agora um prejuízo estimado em US$ 217 milhões, de acordo com dados locais, e levou o governo francês a declarar estado de emergência.
burs-arb-ach/gv/acc/zm/dd
G.Schulte--BTB