-
Japão inicia tratamento para doença de Parkinson com células-tronco
-
Jornal independente russo Novaya Gazeta anuncia fechamento sob pressão das autoridades
-
Milhares de estudantes e trabalhadores protestam na Itália sob um forte esquema de segurança
-
Custo de vida irrita americanos nas eleições legislativas
-
Paris decreta toque de recolher em duas áreas centrais antes de novos protestos
-
Espanha identifica vítimas de colisão de trens diante da angústia das famílias
-
Polícia escocesa investiga estadia de Epstein no castelo da família real britânica
-
Coreia do Sul criminalizará o uso de óculos inteligentes em exames
-
Plataforma de criptomoedas Binance confirma ciberataque 'complexo' de US$ 6,3 bilhões
-
China nega espionagem contra o CEO da Nvidia
-
BP quadriplica lucro líquido no 3º trimestre com aumento do preço do petróleo
-
Rubio recebe ministros do G20, divididos pelas guerras no Irã e Ucrânia
-
Plataforma de criptomoedas Binance confirma ciberataque de US$ 6,3 bilhões
-
Acnur pede doações para ajudar 9 milhões de pessoas no inverno
-
Voo de fuga de Flávio foi pago por intermediário a partir dos EUA, diz dono do avião
-
Bloco de Netanyahu lidera eleições de Israel, mas não alcança maioria
-
Bloco de Netanyahu lidera resultados nas eleições de Israel, mas não alcança maioria
-
Chervon lança o Advanced Momentum Program para contratar e desenvolver a próxima geração de líderes
-
Bukele envia blindados e helicópteros ao Haiti para resgatar militares desaparecidos
-
Colômbia militariza cidade na fronteira com a Venezuela por onda de violência
-
Flávio Bolsonaro isolado e ridicularizado em seu exílio nos Estados Unidos
-
Cidades de Honduras proíbem Halloween por promover supostas práticas "demoníacas"
-
Djokovic cai nas oitavas de final do ATP 500 da Basileia
-
Liga argentina terá novo formato na próxima temporada
-
Morreu Patrick Stewart, ator de 'Jornada nas Estrelas' e 'X-Men'
-
Zverev será o novo número 1 do tênis masculino a partir da próxima semana
-
Espanha busca respostas para segunda tragédia ferroviária do ano
-
Ancelotti aposta em Vini e na juventude para amistosos contra Japão e Singapura
-
Polícia britânica investigará gestão de carta de acusação contra pai de Meghan Markle
-
Kimi Antonelli pode se tornar campeão mais jovem da F1 no GP do México
-
María Corina Machado agradece a Trump por abrir a "comporta para a liberdade" da Venezuela
-
FMI recomenda que Argentina fortaleça criação de empregos e atraia mais investimentos
-
Alcaraz vence Basilashvili e vai às quartas do ATP 500 de Viena
-
María Corina Machado questiona transparência de acordo petrolífero com EUA
-
"Temos que aguentar isso", diz ministro alemão ao defender diálogo com a Rússia no G20
-
UE e Canadá querem levar relação "ao mais alto nível possível" em cúpula em Montreal
-
Carrick acredita que pode 'melhorar as coisas' no Manchester United
-
Quatro petroleiros pegam fogo no Estreito de Ormuz após colisão com minas
-
Desabamento de coluna rochosa deixa três mortos na Capadócia, na Turquia
-
Irã recebe carta do vice-presidente dos EUA
-
EUA demite o principal estrategista do Exército (imprensa)
-
Rybakina vai às quartas do WTA 500 de Tóquio e terminará ano como número 1 do mundo
-
Governador do Alasca ordena investigação sobre dois candidatos ao Senado com o mesmo nome
-
Atirador francês abriu fogo intencionalmente contra muçulmanos e africanos
-
Bloco de Netanyahu ataca os partidos árabes após seu histórico resultado eleitoral
-
Catar nega acusações de interferência em eleições israelenses
Rússia descarta qualquer negociação devido à ofensiva ucraniana no seu território
A Rússia descartou, nesta segunda-feira (19), qualquer negociação com a Ucrânia "na fase atual" devido à ofensiva lançada pelas tropas de Kiev há duas semanas na região russa de Kursk, que segundo o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, está alcançando seus objetivos.
Em 6 de agosto, o Exército ucraniano atacou a região fronteiriça de Kursk, assumindo o controle de parte do território em uma incursão que pegou Moscou de surpresa e transferiu, pela primeira vez de forma massiva e prolongada, os confrontos para o território russo.
O conselheiro de Zelensky, Mikhailo Podoliak, afirmou na sexta-feira que um dos objetivos desta ofensiva é "persuadir a Rússia a entrar em um processo de negociações justas" e não ocupar permanentemente os territórios ocupados.
"Na fase atual, dada esta aventura, não vamos conversar", declarou Yuri Ushakov, conselheiro diplomático do presidente Vladimir Putin, à mídia russa Shot nesta segunda-feira. "Neste momento, iniciar um processo de negociação seria totalmente inapropriado", frisou.
As negociações entre as duas partes estão completamente bloqueadas desde a primavera de 2022, pouco depois do início da ofensiva militar russa na Ucrânia.
Moscou exige que a Ucrânia aceite a anexação de parte do seu território enquanto Zelensky reitera que a paz só será possível se o Exército russo se retirar por completo, inclusive da península da Crimeia, anexada pela Rússia em 2014.
O presidente ucraniano diz querer desenvolver um plano para novembro, data das eleições presidenciais nos Estados Unidos – um aliado vital de Kiev – que servirá de base para uma futura cúpula de paz para a qual o Kremlin deverá ser convidado.
- Progressão russa no leste -
Embora a ofensiva em Kursk tenha capturado todas as atenções, o epicentro dos combates continua sendo o leste da Ucrânia.
A Rússia anunciou nesta segunda-feira que tomou Zalizne, um "importante" assentamento na região de Donetsk, onde viviam cerca de 5 mil habitantes antes da guerra.
A captura de Zalizne (Artemovo em russo) ocorre em um momento em que as maiores e mais bem equipadas forças russas também se aproximam da cidade de Pokrovsk, um importante centro logístico localizado a cerca de 50 km de distância.
Depois de os russos terem tomado, nos últimos dias, várias localidades na direção de Pokrovsk, o governador regional anunciou nesta segunda-feira "a retirada forçada de famílias com crianças" nesta aglomeração de mais de 53 mil habitantes.
Segundo as autoridades ucranianas, os bombardeios russos mataram quatro pessoas em dois ataques separados em Toretsk e Zarichne, duas localidades próximas do front.
- Zona-tampão -
"Estamos alcançando os nossos objetivos" em Kursk, declarou Zelensky nesta segunda-feira, depois de ter indicado na véspera que a ofensiva das suas tropas visa "criar uma zona-tampão" entre Rússia e Ucrânia.
De acordo com Kiev, o seu Exército assumiu o controle de 82 cidades e 1.150 quilômetros quadrados de território. Já Moscou afirma com frequência estar "repelindo" os ataques ucranianos.
É a maior operação militar lançada por um Exército estrangeiro em solo russo desde a Segunda Guerra Mundial.
No domingo, a Ucrânia afirmou ter destruído uma segunda ponte na região de Kursk, reduzindo a possibilidade de o contingente russo mobilizado ao sul do rio Seim se reforçar ou se retirar.
As hostilidades já forçaram dezenas de milhares de pessoas a evacuarem a zona fronteiriça em ambos os países.
As autoridades locais russas declararam estado de emergência na cidade de Proletarsk, no sudoeste da Rússia, onde um ataque ucraniano com drones incendiou reservas de combustível no domingo e feriu pelo menos 18 bombeiros.
O fogo ainda estava ativo nesta segunda-feira e, segundo o governador regional, Vasili Golubev, foram enviados meios adicionais para controlar as chamas.
Na frente diplomática, a Alemanha garantiu nesta segunda-feira que, apesar da sua intenção de reduzir os seus gastos orçamentários para Kiev em 2025, permanecerá "plenamente comprometida" com o seu apoio militar.
Para compensar esta redução, o segundo maior contribuinte de ajuda à Ucrânia planeja conceder um empréstimo de 50 bilhões de dólares (273 bilhões de reais na cotação atual) garantido por juros futuros gerados por ativos russos congelados.
"Precisamos de entregas mais rápidas de equipamentos dos nossos parceiros", disse Zelensky no domingo. "A guerra não tira férias".
Y.Bouchard--BTB