-
Zelensky anuncia mudanças no governo e substiuição da primeira-ministra
-
Tufão Bavi atinge a China e perde intensidade
-
Senador americano Lindsey Graham, aliado de Trump, morre aos 71 anos
-
Нуша Аубель і Потсдам: довіра втрачена
-
Noosha Aubel e Potsdam: a confiança inicial foi perdida
-
Tiroteio deixa dois mortos e vários feridos em Toronto
-
努莎·奧貝爾與波茨坦:先前的信任已蕩然無存
-
Irã ataca países do Golfo e fecha Ormuz após ofensiva dos Estados Unidos
-
"Estamos acostumados a sofrer", diz Thiago Almada, após classificação da Argentina
-
Técnico da Suíça critica expulsão de Embolo contra a Argentina
-
"Vamos com tudo", diz Julián Álvarez após garantir vaga nas semifinais
-
'Hoje nós sofremos', admite Scaloni, após vitória da Argentina sobre a Suíça
-
Argentina vence Suíça na prorrogação (3-1) e vai enfrentar Inglaterra na semifinal da Copa
-
"Colocamos a Noruega no mapa", diz Haaland, que se despede da Copa com orgulho
-
"Nenhuma evidência" de que a bola tenha atingido cabo de câmera antes do gol de Bellingham, diz Fifa
-
"Queremos ir mais longe", diz Bellingham, destacando força mental da Inglaterra
-
'Complicamos a nossa vida hoje', diz Tuchel, apesar da vitória da Inglaterra
-
Albaneses protestam contra Kanye West e complexo turístico ligado a Donald Trump
-
Inglaterra vence Noruega (2-1) na prorrogação e vai à semifinal da Copa do Mundo
-
EUA lança novos ataques contra o Irã (Centcom)
-
Guarda Revolucionária do Irã anuncia fechamento de Ormuz (agência)
-
Argentina mostra seu orgulho diante de suspeitas de favorecimento
-
Paolo Maldini é o novo diretor técnico da Federação de Futebol Italiana
-
Espanha espera a melhor versão de Lamine Yamal para derrubar a França
-
Número de mortos em terremotos na Venezuela ultrapassa 4.300
-
Tufão Bavi atinge a China após a evacuação de quase 2 milhões de pessoas
-
Linda Noskova vence Karolina Muchova e é campeã de Wimbledon
-
Segurança do avião presidencial americano EUA gera questionamentos
-
Morre ex-jogador argentino Antonio Rattín, ídolo do Boca Juniors, aos 89 anos
-
Jürgen Klopp chega a acordo com federação para assumir seleção alemã
-
IA pode marcar um ponto de virada na ajuda humanitária
-
Jogador que disputou Copa de 2026 pela África do Sul é encontrado morto
-
Várias regiões da Rússia estimulam teletrabalho por falta de combustível
-
Torre Eiffel e museus de Paris fecharão mais cedo durante onda de calor
-
Rapper Pitbull estabelece recorde mundial de maior reunião de pessoas com carecas postiças
-
Copa do Mundo define os últimos semifinalistas
-
'Vingança' por Khamenei é 'inevitável', diz líder supremo do Irã
-
Tufão Bavi avança em direção à China
Trump e Kamala tentam conquistar voto latino a duas semanas das eleições
Donald Trump e Kamala Harris pediam nesta terça-feira (22) o voto dos latinos, a duas semanas de uma das eleições mais disputadas da história contemporânea dos Estados Unidos.
Com um empate técnico nas pesquisas de intenção de voto, a vice-presidente democrata de 60 anos e o ex-presidente republicano, de 78, dão suas últimas cartadas para tentar atrair comunidades inteiras de afro-americanos e latinos.
Estima-se que 17,5 milhões de latinos votarão nessas eleições, um contigente que pode fazer a diferença, especialmente nos sete estados-pêndulo, assim chamados porque não se inclinam para nenhum dos partidos, mas escolhem com base no candidato.
A maioria dos latinos vota nos democratas, mas Trump tem conquistado os votos desta comunidade desde que entrou na política, especialmente entre os homens. O republicano, cuja retórica antimigração se radicaliza, participou de uma mesa redonda com simpatizantes latinos na Flórida.
Trump falou sobre economia, mas, principalmente, sobre o que considera uma prioridade: a imigração ilegal.
- 'Onde estão as crianças?' -
O republicano voltou a acusar o governo do presidente Joe Biden de ter perdido 325.000 crianças migrantes que, segundo ele, agora são "escravas sexuais, escravas, (estão) desaparecidas ou mortas".
Trump parecia se referir a um relatório do Gabinete do Inspetor Geral do Departamento de Segurança Interna, que afirma que foi perdido contato com mais de 32.000 crianças migrantes desacompanhadas que não compareceram ao tribunal após serem libertadas entre 2019 e 2023, acrescentando que mais de 290.000 menores não receberam avisos para comparecer à corte.
Alguns participantes da mesa redonda corroboraram com esta afirmação falsa, entre eles o ator mexicano Eduardo Verástegui. "Entraram pela fronteira, foram soltos e não sabemos onde estão. Kamala, onde estão as crianças? (...) Esses, Kamala, Biden, são os maiores traficantes de pessoas da história", acusou.
No final, o grupo de latinos rendeu um culto a Trump como se fosse um messias. Todos de pé com os olhos fechados, alguns com o braço levantado apontando para Trump, ou uma mão sobre o ombro do ex-presidente, recitaram duas orações pedindo a Deus que guie seus passos.
"Ungimos ele para que seja o próximo 47º presidente dos Estados Unidos, para restaurar os valores bíblicos", disseram sobre Trump, que permaneceu sentado.
Os democratas criticam a aptidão mental e física de Trump para ocupar o Salão Oval. Mas os comícios do republicano se enchem de uma onda de apoiadores incondicionais, convencidos de que ele é vítima de perseguição política.
Não está claro se sua promessa de deportar em massa os migrantes em situação irregular está impactando sua votação.
- Mais de 19 milhões -
Independentemente do resultado eleitoral, os americanos farão história em 5 de novembro: elegendo uma mulher para o cargo ou o primeiro presidente com uma condenação criminal.
Trump ainda se recusa a aceitar sua derrota nas eleições de 2020 para Biden, o que gera temor de que ele conteste o resultado se perder.
"Vamos ver o que acontece (...) da última vez aconteceram coisas muito, muito ruins, mas desta vez não temos covid-19, e será muito mais difícil para eles fazerem coisas ruins", disse na mesa redonda. "Temos muitos advogados trabalhando", advertiu.
Mais de 19 milhões de americanos já votaram por correio ou pessoalmente, o que representa quase 12% do total de 2020. Nesta eleição, o nível de participação pode ser o fator decisivo para conseguir as chaves da Casa Branca.
Em uma biblioteca em Madison, capital do estado-chave de Wisconsin, longas filas se formaram nesta terça-feira, primeiro dia de votação antecipada. Brad Hines, um policial aposentado de 73 anos, declarou à AFP que estas eleições são "importantes" para a "democracia".
Kamala concederá uma entrevista à NBC e à emissora em espanhol Telemundo, que divulgará alguns trechos nesta terça e publicará a íntegra na quarta-feira. É muito provável que ela se concentre no poder aquisitivo, assunto que mais preocupa esses eleitores e o restante da população.
A candidata democrata conta com a ajuda do ex-presidente Barack Obama na reta final da campanha, assim como a do rapper Eminem, que aumentou a lista de artistas que a apoiam.
T.Bondarenko--BTB