-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
-
Confirmadas as empresas participantes e os palestrantes do Blue Magic Netherlands, de 17 de novembro
-
Conselho de Estado discute coesão social, habitação, educação e saúde
-
Mercado automóvel cresce 2,4% em outubro e elétricos ganham peso
Israel aprova projeto de lei que proíbe agência da ONU em seu território
O parlamento israelense aprovou, nesta segunda-feira (28), um projeto de lei que proíbe a Agência das Nações Unidas para os Refugiados Palestinos (UNRWA) de trabalhar em seu território, apesar da objeção dos Estados Unidos.
Os parlamentares aprovaram o projeto por 92 votos a 10, em um contexto de anos de críticas de Israel à UNRWA, que aumentaram desde o começo do conflito na Faixa de Gaza, há um ano.
A agência condenou a votação, que considerou ainda mais “escandalosa” por se tratar de um país que é membro da ONU e sendo a UNRWA “o maior interventor na operação humanitária na Faixa de Gaza”, segundo sua porta-voz, Juliette Touma.
Se a lei "for aprovada e implementada, será um desastre, principalmente pelo impacto que deverá ter nas operações humanitárias na Faixa de Gaza e em várias partes da Cisjordânia", acrescentou a porta-voz da agência.
O chefe da UNRWA, Philippe Lazzarini, condenou na rede social X a medida, alertando que a mesma "abre um precedente perigoso", e denunciou o episódio mais recente do que chamou de "campanha em curso para desacreditar" a agência da ONU, ressaltando que a proibição agravaria "o sofrimento dos palestinos”.
Antes da votação, os Estados Unidos expressaram preocupação com o texto e pediram que o governo israelense não o aprovasse. O Departamento de Estado reiterou "o papel crucial" da agência na distribuição de ajuda humanitária na Faixa de Gaza.
Votado em primeira leitura em julho, o texto propõe a proibição "das atividades da UNRWA no território israelense", inclusive em Jerusalém Oriental, setor da cidade sagrada ocupado e anexado por Israel desde 1967.
H.Seidel--BTB