-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
-
Vitória democrata amplia escrutínio sobre centros de dados para inteligência artificial
-
Abdul El-Sayed torna-se primeiro muçulmano eleito para o Senado dos EUA
-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
-
Confirmadas as empresas participantes e os palestrantes do Blue Magic Netherlands, de 17 de novembro
Cristina Kirchner presidirá principal partido de oposição a Milei
A ex-presidente da Argentina, Cristina Kirchner (2007-2015), presidirá o Partido Justicialista, de orientação peronista e principal força de oposição ao ultraliberal Javier Milei, após a justiça invalidar a única lista concorrente para as eleições internas da formação, informaram fontes judiciais nesta sexta-feira (1º).
Uma juíza federal ratificou a decisão da Junta Nacional Eleitoral, que invalidou a única lista que competia com a de Kirchner para dirigir o Partido Justicialista, pela ausência dos comprovantes necessários para se candidatar às eleições internas desta formação, segundo o veredito divulgado pela imprensa.
Dessa forma, Kirchner, que também foi vice-presidente durante o governo de Alberto Fernández (2019-2023), será a candidata única para dirigir o principal partido do peronismo (centro-esquerda) e primeira força em ambas as câmaras do Congresso.
Kirchner tem se mostrado uma firme opositora às políticas de ajuste de gasto público e desregulação da economia de Milei, que estão sendo implementadas em uma Argentina em recessão, com 52,9% da população abaixo da linha da pobreza e uma inflação interanual de 209%.
Os dois políticos trocaram farpas em diversas oportunidades na rede social X, e Kirchner já o acusou, entre outras coisas, de querer matá-la, devido a uma declaração em que Milei disse que colocaria "o último prego no caixão do kirchnerismo com Cristina dentro".
O presidente argentino assegurou que se tratava de uma metáfora, mas o comentário foi particularmente sensível, considerando a tentativa de assassinato que a ex-mandatária sofreu em 1º de setembro de 2022, quando um homem se aproximou dela na rua e apontou uma arma para seu rosto, sem conseguir efetuar o disparo.
As eleições do partido estão programadas para 17 de novembro, mas, sendo uma lista única, é possível que Kirchner seja proclamada vencedora antes desta data.
A lista impugnada era liderada pelo governador de La Rioja (noroeste), Ricardo Quintela, que contava com o apoio do apadrinhado político de Kirchner e governador de Buenos Aires, Axel Kicillof.
A Câmara de Cassação Penal do país deve ratificar ou não a condenação da ex-presidente a seis anos de prisão por corrupção, pena imposta em primeira instância em 6 de dezembro de 2022.
B.Shevchenko--BTB