-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
-
Vitória democrata amplia escrutínio sobre centros de dados para inteligência artificial
-
Abdul El-Sayed torna-se primeiro muçulmano eleito para o Senado dos EUA
-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
-
Confirmadas as empresas participantes e os palestrantes do Blue Magic Netherlands, de 17 de novembro
'Vença quem vencer' a eleição nos EUA 'terá' que dialogar com a Venezuela, diz Maduro
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse nesta segunda-feira (4) que, "vença quem vencer" a eleição nos Estados Unidos, "terá que conversar, dialogar e entender-se" com o governo de Caracas, que Washington não reconhece oficialmente.
"Quem chegar à Casa Branca, seja [o republicano Donald] Trump ou seja Kamala [Harris, democrata], terá na Venezuela um governo revolucionário (...) com o qual terá que conversar, dialogar e entender-se, de maneira pacífica, sempre de maneira pacífica", disse o mandatário de esquerda, que foi proclamado reeleito para um terceiro mandato de seis anos em meio a denúncias de fraude apoiadas por Washington.
"Aqui estaremos, vença quem vencer lá em cima. Não nos metemos nos assuntos internos dos Estados Unidos; simplesmente observamos, vemos e mantemos nosso caminho", acrescentou Maduro durante seu programa semanal de televisão.
Venezuela e Estados Unidos não têm relações diplomáticas desde 2019, quando Donald Trump não reconheceu a primeira reeleição do governante de esquerda e impôs sanções a seu governo, com o objetivo, sem sucesso, de derrubá-lo.
As medidas punitivas incluíram um rígido embargo ao petróleo, que foi parcialmente flexibilizado por seu sucessor, o democrata Joe Biden, em meio à crise energética causada pelas guerras na Ucrânia e no Oriente Médio.
Maduro insiste que as sanções provocaram uma hiperinflação que, em 2019, atingiu 344.000%, além da perda de 99% das receitas vitais do petróleo e do colapso do Produto Interno Bruto (PIB) nesse período.
Foi uma "hecatombe que buscava causar um dano irremediável e irreversível à Venezuela", ressaltou Maduro.
Além dos Estados Unidos, a reeleição de Maduro não é reconhecida pela União Europeia e por vários países da América Latina.
A oposição assegura que venceu as eleições e denuncia fraude.
Trump e Harris aproveitam as últimas horas para tentar desempatar as pesquisas em uma eleição na qual mais de 80 milhões votaram antecipadamente.
R.Adler--BTB