-
Zagueiro espanhol Mario Gila deixa Lazio e assina com Milan
-
Charles III recebe príncipe Harry e sua família pela primeira vez desde 2022
-
Testemunhas contradizem versão do ICE sobre morte de mexicano baleado em Houston
-
'Haaland-mania' chega ao Peru, com centenas de bebês registrados com nome do astro norueguês
-
Djokovic gostaria de jogar em Wimbledon 'pelo menos mais uma vez'
-
Brasileira Luisa Stefani vai disputar final feminina de duplas em Wimbledon
-
Muchova-Noskova, uma final de Wimbledon 100% tcheca valendo título inédito de Grand Slam
-
Trump reforça que cessar-fogo 'terminou', mas aceita negociar com Irã
-
Pelo menos 12 mortos de diferentes nacionalidades em incêndio no sul da Espanha
-
Camundongo adaptado a altitudes extremas abre caminhos para medicina
-
Federação colombiana condena ameaças a Campaz após eliminação na Copa do Mundo
-
Sinner vence Djokovic e vai enfrentar Zverev na final de Wimbledon
-
Cristiano Ronaldo "nunca será um problema" para Portugal, diz Jorge Jesus
-
Passageiro quase foi sugado para fora de avião que decolou da Grécia
-
Vini Jr pede desculpas à torcida brasileira pela "enorme frustração" com eliminação na Copa do Mundo
-
Seleção do Egito é ovacionada em seu retorno ao país
-
IA 'não pode criar nada', afirma cineasta Christopher Nolan
-
Anistia Internacional considera 'ilegal' a recente deportação de migrantes dos EUA para Essuatíni
-
Zverev vai à final de Wimbledon após recente título de Roland Garros
-
Hugo Broos deixa cargo de técnico da África do Sul
-
Netanyahu se apressa em cumprir promessas feitas a aliados antes das eleições
-
Pelo menos 12 mortos e 23 desaparecidos em incêndio no sul da Espanha
-
Espanha enfrenta Bélgica nas quartas de final da Copa do Mundo
-
UE exige que Meta modifique o 'design viciante' do Facebook e do Instagram
-
Pelo menos 11 mortos e 19 desaparecidos em incêndio no sul da Espanha
-
Tufão Bavi provoca 15 mortes nas Filipinas e deixa Taiwan em alerta
-
Tapeçaria de Bayeux chega a Londres para empréstimo histórico
-
Incêndio florestal deixa 11 mortos no sul da Espanha
-
Aiatolá Ali Khamenei é sepultado em funeral marcado por ataques entre EUA e Irã
-
Trump informou Netanyahu sobre 'últimos movimentos' dos EUA no Golfo
-
Suspeito do assassinato de Charlie Kirk manifestou arrependimento, diz colega de quarto
-
França vence Marrocos (2-0) e está na semifinal da Copa do Mundo
UE e países dos Bálcãs buscam 'progressos reais' em sua aproximação
Dirigentes dos países dos Bálcãs ocidentais e da UE celebram, nesta quarta-feira (18), uma cúpula em Bruxelas dedicada a buscar "progressos reais" na ampliação do bloco europeu, um processo relançado após a invasão russa da Ucrânia, em 2022.
"Queremos ver progressos reais no processo de ampliação [da UE] durante este mandato de cinco anos que temos", assegurou a nova chefe da diplomacia europeia, a ex-primeira-ministra estoniana Kaja Kallas.
Na opinião de Kallas, os países dos Bálcãs ocidentais "pertencem geograficamente à Europa. Por isso, é muito importante que também avancemos na nossa relação".
A ampliação da UE para incluir este grupo de países com pouco menos de 18 milhões de habitantes é um debate que se arrasta há mais de 20 anos.
Durante todo esse tempo, os avanços concretos neste diálogo foram escassos, mas a situação mudou com a invasão russa da Ucrânia, quando a UE decidiu dar um novo impulso ao processo.
O presidente de Montenegro, Jakov Milatovic, disse, ao chegar à reunião, que seu país era o que estava mais avançado no longo caminho para a adesão à UE.
Segundo Milatovic, a entrada de Montenegro no bloco enviaria um "sinal muito claro e positivo" para demonstrar que a política de ampliação da Europa "segue viva".
Os seis países dos Bálcãs ocidentais são candidatos à entrada na União Europeia: Albânia, Bósnia-Herzegovina, Kosovo, Macedônia do Norte, Montenegro e Sérvia.
No entanto, o processo tem vários problemas. De um lado, cinco países da UE, inclusive a Espanha, não reconhecem a independência de Kosovo.
Ao mesmo tempo, a UE não esconde as críticas ao governo da Sérvia, que tampouco reconhece Kosovo, por considerar que este país mantém relações muito próximas com a Rússia.
Um diplomata europeu disse que "as negociações com a Sérvia avançam bem depois de três anos de estagnação, mas continuam sendo difíceis".
O presidente do Conselho Europeu, o português António Costa, destacou, nesta quarta, que "pertencemos à mesma família europeia", e por isso, "para todos nós, a ampliação [da UE] é uma prioridade".
Acima de tudo, acrescentou o ex-primeiro português, "todos acreditamos que esta ampliação é o investimento geopolítico mais importante nos temas da paz, da segurança e da prosperidade".
No entanto, vários países do bloco defendem o fortalecimento e a consolidação da UE em seu formato atual, com 27 países, antes de incorporar mais membros.
Além dos países balcânicos, a Ucrânia e a Moldávia são candidatas a aderir à UE.
Em 2023, a UE concedeu à Geórgia a condição de país aspirante à adesão, mas o novo governo georgiano parece disposto a desistir da ideia de se aproximar do bloco europeu.
A Turquia segue sendo oficialmente candidata à UE, mas as negociações de adesão que se iniciaram em 2005 estão há vários anos estagnadas e sem muitas expectativas de avançar.
F.Müller--BTB