-
Lula define Enem como 'guerra pela educação' e critica conflitos armados
-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
-
Porto montará pista de gelo em praça ocupada por protesto por habitação
-
Ameaças de bomba provocam perturbações e temor em vários países europeus
-
Putin confirma negociação com Ucrânia e EUA nos Emirados
-
Motorola Signature de 256 GB recebe desconto de 25% no Magalu
-
Ações de big techs caem com dúvidas sobre retorno dos gastos em IA
-
Microsoft solicita patente de IA capaz de modificar falas em transmissões
-
Falha grave no Paint permite execução remota de código no Windows 11
-
Tesla reduzirá Cybertruck no Texas para ampliar produção do Cybercab
-
Data centers já respondem por 65% da receita da AMD
-
Jardins do Palácio Guanabara passam a receber visitas gratuitas
Supremo de Israel dá prazo para solucionar questionada demissão de chefe do Shin Bet
A Suprema Corte de Israel deu, nesta terça-feira (8), ao governo e ao gabinete da procuradora-geral um prazo até 19 de abril para que encontrem uma solução para a demissão polêmica do chefe da agência de segurança interna do país (Shin Bet), Ronen Bar.
"Deixamos até depois do Pessach [Páscoa judaica, que termina em 19 de abril] para que encontrem uma solução criativa", disse o presidente do tribunal, Yitzhak Amit.
A audiência foi marcada por discussões no tribunal e por protestos no exterior do edifício. Netanyahu destituiu Bar em 21 de março, alegando "falta de confiança", mas a Suprema Corte suspendeu a decisão para examinar os recursos apresentados contra ela.
O tribunal emitiu uma ordem preliminar nesta terça-feira que estipula que Bar "continuará desempenhando suas funções até que haja uma decisão ulterior".
Netanyahu posteriormente classificou a decisão como "desconcertante". O governo havia decidido encerrar o mandato de Bar em 10 de abril, no máximo.
Durante a audiência, protestos foram organizados nas imediações e dentro do tribunal de Jerusalém, o que obrigou os juízes a suspender a sessão, que era transmitida ao vivo. A audiência foi retomada quase uma hora depois, sem público.
Esta é a primeira vez que o diretor da agência de inteligência nacional é demitido. A oposição afirma que Bar estava na mira de Netanyahu desde que criticou o governo pela falha de segurança que permitiu o ataque do Hamas contra Israel em 7 de outubro de 2023.
O diretor rejeitou a decisão de Netanyahu e alega que o primeiro-ministro baseou sua demissão em acusações "sem fundamento" motivadas por "interesses pessoais". Também declarou que sua destituição tem como objetivo "impedir que o Shin Bet investigue os eventos que levaram ao dia 7 de outubro e outros assuntos sérios".
- 'Antidemocrático' -
A procuradora-geral, Gali Baharav-Miara, também disse que a demissão de Bar foi "marcada por um conflito pessoal de interesses por parte do primeiro-ministro, devido a investigações criminais sobre seu entorno", uma declaração que se refere a um caso conhecido na imprensa como "Catargate", que envolvia pessoas próximas ao chefe de governo por supostos pagamentos secretos do Catar.
Dov Halbertal, advogado que assistiu à audiência, ressaltou que "Netanyahu é o governante e pode demitir quem ele quiser, principalmente Ronen Bar, diretor do Shin Bet responsável pelo massacre" de 7 de outubro de 2023. O fato de o tribunal estar realizando esta audiência "é antidemocrático", criticou.
Gali Baharav-Miara, que enfrentou diversas vezes Netanyahu sobre a independência do Judiciário, argumenta que a demissão de Bar pode levar a uma politização desse cargo.
F.Müller--BTB