-
Lula define Enem como 'guerra pela educação' e critica conflitos armados
-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
-
Porto montará pista de gelo em praça ocupada por protesto por habitação
-
Ameaças de bomba provocam perturbações e temor em vários países europeus
-
Putin confirma negociação com Ucrânia e EUA nos Emirados
-
Motorola Signature de 256 GB recebe desconto de 25% no Magalu
-
Ações de big techs caem com dúvidas sobre retorno dos gastos em IA
Candidata à Presidência do Equador denuncia mudanças em sua equipe de segurança
A candidata da esquerda à Presidência do Equador, Luisa González, denunciou, nesta sexta-feira (11), que o governo fez mudanças em sua equipe de segurança militar a dois dias do segundo turno neste país abalado pela violência do narcotráfico.
González enfrentará no domingo o presidente Daniel Noboa em uma acirrada disputa presidencial. Na véspera, os dois candidatos encerraram a campanha eleitoral.
"Alerto o país sobre o ato irresponsável do Governo ao substituir minha equipe de segurança das Forças Armadas, pondo em risco a minha vida e a da minha família", escreveu González no X.
Em um vídeo publicado na mesma rede social, ela assinalou que seu esquema de segurança militar foi estabelecido "após as graves denúncias de atentados" contra ela, "que atualmente estão sob investigação do Ministério Público".
Nas eleições antecipadas de 2023, o candidato Fernando Villavicencio foi morto a tiros quando saía de um comício em Quito. Desde então, mais de 30 políticos, autoridades judiciais e jornalistas foram assassinados no Equador.
O país registrou um homicídio por hora entre janeiro e fevereiro, o começo de ano mais sangrento desde que começaram os registros, segundo dados do Ministério do Interior.
González tachou a medida de "irresponsável, temerária e profundamente perigosa", e responsabilizou Noboa, o ministro da Defesa e o chefe do Comando Conjunto das Forças Armadas.
Ele "ratificou meu pedido de manter a equipe de segurança atribuído durante estes dias decisivos para o país", insistiu a candidata, herdeira política do ex-presidente socialista Rafael Correa (2007-2017).
O país, situado estrategicamente no Pacífico, trava uma guerra contra quadrilhas do narcotráfico, que impõem o terror nas ruas e prisões.
Embora a taxa de homicídios tenha diminuído de 47 por 100.000 habitantes em 2023 para 38/100.000 em 2024, o Equador teve o índice de mortes violentas mais elevado da América Latina no último ano, segundo o grupo especializado Insight Crime.
K.Brown--BTB