-
Lula define Enem como 'guerra pela educação' e critica conflitos armados
-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
-
Porto montará pista de gelo em praça ocupada por protesto por habitação
-
Ameaças de bomba provocam perturbações e temor em vários países europeus
-
Putin confirma negociação com Ucrânia e EUA nos Emirados
-
Motorola Signature de 256 GB recebe desconto de 25% no Magalu
-
Ações de big techs caem com dúvidas sobre retorno dos gastos em IA
França registra novos ataques coordenados contra penitenciárias
Várias penitenciárias francesas foram alvos de ataques coordenados nos últimos dias, com veículos queimados e tiros de fuzis kalashnikov, no que o ministro da Justiça, Gérald Darmanin, descreveu, nesta quarta-feira (16), como uma tentativa de "desestabilização".
Darmanin e o ministro do Interior, Bruno Retailleau, prometeram nos últimos meses intensificar o combate às drogas e ao crime organizado no país.
O presidente Emmanuel Macron prometeu que aqueles que "tentarem intimidar" agentes penitenciários e "atacarem presídios franceses com violência inaceitável" serão "localizados, processados e punidos".
A promotoria nacional antiterrorismo abriu uma investigação na terça-feira para tentar identificar os autores desses ataques, que começaram no domingo em prisões como a de Toulon, no sul da França.
Em alguns casos, houve pichações com a inscrição "DDPF", sigla para "direitos dos prisioneiros franceses".
Três veículos foram incendiados na madrugada desta quarta-feira em frente à prisão de Tarascon, em um estacionamento "isolado, reservado aos funcionários, cercado e com acesso protegido por código numérico", disse à AFP o promotor da cidade, Laurent Gumbau.
O veículo de um agente penitenciário que trabalha em um presídio nos arredores de Aix-en-Provence, também no sul, foi incendiado em frente à sua casa, informou um representante de um sindicato de funcionários de penitenciárias.
E na região de Seine-et-Marne, perto de Paris, as letras "DDPF" foram pintadas na entrada de um prédio onde mora outro agente, disse uma fonte policial.
Outra fonte policial relatou na terça-feira que 21 veículos foram incendiados ou danificados com pichações desde domingo.
Darmanin acusa pessoas ligadas ao tráfico de drogas. "Há pessoas tentando desestabilizar o estado intimidando-o", disse à CNews/Europe 1.
"Estão fazendo isso porque estamos tomando medidas contra a permissividade que existiu até agora nas prisões", acrescentou.
Darmanin lembrou que pretende acabar com as "redes de tráfico de drogas que continuam operando nas prisões". "Encomendam assassinatos, lavam dinheiro. Ameaçam policiais, juízes, guardas prisionais e fogem", disse.
O ministro da Justiça está liderando um projeto que busca criar um regime especial de detenção para os maiores traficantes de drogas do país. O objetivo é mantê-los em isolamento rigoroso em instalações de alta segurança.
O anúncio foi feito depois que agressores atacaram um veículo que transportava o suposto traficante Mohamed Amra no ano passado.
Dois guardas foram mortos no ataque, que ocorreu em uma praça de pedágio, e Amra conseguiu escapar. Ele foi preso novamente na Romênia e extraditado para a França.
J.Fankhauser--BTB