-
"O futebol pode ser cruel", lamenta Tyler Adams após eliminação dos EUA diante da Bélgica
-
Cuba tenta restabelecer energia apesar de embargo petroleiro dos EUA
-
Infantino condena declarações racistas contra Kylian Mbappé
-
Bélgica goleia EUA (4-1) e vai enfrentar Espanha nas quartas de final da Copa
-
A hora de Luis Suárez no comando de uma seleção da Colômbia que sonha alto na Copa do Mundo
-
Argentina busca se livrar da 'Messidependência' contra o Egito de Salah
-
CR7 vai avaliar com calma seu futuro após ser eliminado de sua última Copa do Mundo
-
Roberto Martínez se despede de Portugal: 'Demos a alma, a vida e o coração'
-
Jogo de Zverev pelas oitavas de Wimbledon é interrompido por toque de recolher; reinício será na 3ªfeira
-
Bombardeios russos matam ao menos 28 pessoas na Ucrânia antes da reunião da Otan
-
Brasil expõe seus problemas de identidade e qualidade na Copa do Mundo
-
Espanha vence Portugal nos acréscimos (1-0) e vai às quartas da Copa do Mundo
-
'Mikel Merino nunca falha', elogia De la Fuente
-
'O importante é a imagem da equipe', diz Rodri após classificação da Espanha para quartas da Copa
-
Parlamento de Israel avança em projeto para investigar falhas do 7 de Outubro
-
Miami Heat oficializa contratação de Giannis Antetokounmpo
-
Inglaterra ganha embalo na Copa após batalha no Estádio Azteca
-
Trump mostra mais uma vez que os Estados Unidos vêm em 1º lugar, até mesmo no futebol
-
Espanha vence Portugal (1-0) e vai às quartas da Copa do Mundo
-
Príncipe Harry visita o Reino Unido em meio a tensão com família real
-
Trump revela novo projeto de renovação para a Casa Branca: um heliporto
-
Kylian Mbappé, a transformação do capitão
-
'Desprezível', responde Mbappé após ser alvo de ataques racistas de senadora paraguaia
-
Bombardeios russos contra Kiev matam 24 pessoas antes da reunião da Otan
-
Presidente da Colômbia insiste em negar 'legitimidade' de sucessor da extrema direita
-
Microsoft corta 4.800 postos de trabalho em meio à reestruturação do Xbox
-
Tottenham contrata Sandro Tonali, meio-campista italiano do Newcastle
-
'Não surpreende', diz argentino Paredes após eliminação do Brasil
-
Atriz criada por IA que irritou Hollywood será protagonista de longa-metragem
-
Novo apagão generalizado atinge Cuba em meio a bloqueio petrolífero dos EUA
-
UE pede que França altere projeto que proíbe redes sociais para menores
-
CBF defende Raphael Claus após Trump chamar árbitro brasileiro de 'suspeito'
-
General afastado por ordem de Petro será ministro da Defesa da Colômbia
-
Revogação da suspensão de Balogun gera indignação e preocupação na Europa
-
Infantino afirma ter dito a Trump que órgãos da Fifa são 'independentes'
-
Anderson brinca com plissados na alta-costura para a Dior
-
Netanyahu insta EUA a não vender aviões de combate F-35 à Turquia
-
Trump confirma que pediu à Fifa para revisar cartão vermelho de Balogun
-
Bombardeios russos contra Kiev matam 22 pessoas antes da reunião de cúpula da Otan
-
Haaland comanda remada viking da Noruega com atuação 'surreal' contra o Brasil
-
Microsoft elimina 4.800 empregos em meio à reestruturação da Xbox
-
George Clooney receberá Leão de Ouro honorário no Festival de Cinema de Veneza
-
Surto de ebola na RD Congo causou mais de 500 mortes, segundo a OMS
-
Bombardeio contra Kiev mata 18 pessoas antes da reunião de cúpula da Otan
-
Imprensa brasileira lamenta eliminação da Seleção
-
China realiza teste de mísseis no Pacífico
-
Confusão em torno da visita do príncipe Harry ao Reino Unido
-
Hamas dissolve seu órgão de governo em Gaza
-
Japão divulga imagem de asteroide em forma de boneco de neve
-
Supertufão causa danos significativos perto de Guam, no Pacífico
Petro defende asilo de ex-presidente panamenho Martinelli na Colômbia
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, defendeu nesta segunda-feira (12) o "direito universal" ao asilo político concedido ao ex-presidente panamenho Ricardo Martinelli, condenado por corrupção em seu país — uma decisão que a ONG Transparência Internacional qualificou como "inaceitável".
Martinelli, de 73 anos, condenado em seu país a quase 11 anos de prisão por lavagem de dinheiro, chegou à Colômbia no sábado após receber o asilo concedido pelo governo de Petro, medida que foi criticada pela oposição.
"A Colômbia tem sido terra de asilo, é um direito universal. Não importa se são de direita, de esquerda", disse Petro a partir da capital da China, onde realiza uma visita oficial.
Após 15 meses refugiado na embaixada da Nicarágua no Panamá, o ex-mandatário de direita conseguiu um salvo-conduto que lhe permitiu viajar a Bogotá.
Dono de uma rede de supermercados, Martinelli foi condenado em 2023 por utilizar fundos públicos para adquirir um grupo de meios de comunicação durante seu mandato (2009–2014). A Corte Suprema ratificou a sentença.
A chancelaria colombiana assegurou que o asilo se baseou na "proteção" de pessoas "perseguidas por razões políticas".
A filial panamenha da Transparência Internacional rejeitou em comunicado a decisão de Petro por "afetar de forma importante a credibilidade do Panamá e suas instituições, erodir nossa governabilidade democrática e minar os esforços para enfrentar a corrupção".
"É absolutamente inaceitável que um país irmão desacredite assim nossas instituições, ignorando que se trata de um condenado por corrupção", acrescentou a ONG.
Martinelli tem compartilhado no Instagram imagens alusivas à sua estada no país e um vídeo em uma boate.
"Aqui estou eu, pra frente, feliz e contente (...) Vamos pra frente. Viva a Colômbia, viva a Nicarágua, viva o Panamá", disse na rede social, onde também postou fotos sorrindo ao lado de seu cachorro.
Apesar de seus problemas judiciais, Martinelli é muito popular no Panamá e era o candidato favorito para vencer as eleições de 2024, mas não pôde concorrer por estar condenado. Seu lugar foi ocupado por José Raúl Mulino, seu herdeiro político, que venceu o pleito impulsionado pela popularidade de Martinelli.
Petro foi criticado pela decisão, e nas redes sociais relembraram suas antigas declarações contra o político panamenho.
"O ex-presidente Martinelli (...) grampeava os telefones de seus opositores. Recebeu subornos da Odebrecht", escreveu o então candidato presidencial em junho de 2018 na rede X.
Martinelli ainda tem um julgamento pendente por supostos subornos da construtora brasileira Odebrecht, caso pelo qual dois de seus filhos cumpriram pena nos Estados Unidos, país onde o ex-presidente e sua família têm a entrada proibida.
O.Krause--BTB