-
Número 2 do mundo, Elena Rybakina cai na terceira rodada de Wimbledon
-
Ucrânia ataca São Petersburgo com drones e nega que Rússia tenha tomado cidade estratégica
-
Brasil x Noruega coloca Vini Jr. e Haaland frente a frente na Copa do Mundo
-
Em visita à ilha de Lampedusa, papa Leão XIV pede que Europa 'proteja' os migrantes
-
'Como uma vitória': apesar da eliminação, Cabo Verde festeja grande jogo contra Argentina
-
Funeral do aiatolá iraniano Ali Khamenei começa com milhares de fiéis
-
Kimi Antonelli vence corrida sprint do GP da Grã-Bretanha de F1
-
"Fizeram uma partidaça", comemora técnico da Colômbia após classificação para oitavas da Copa
-
Colômbia vence Gana (1-0) com gol de Arias e vai enfrentar Suíça nas oitavas da Copa
-
Papa Leão XIV visita ilha italiana de Lampedusa para homenagear migrantes
-
Fifa mantém horário do início de México-Inglaterra no Azteca
-
Taylor Swift se casa em Nova York com presença de celebridades
-
Argentina "vai competir até o fim", garante Messi após classificação dramática para as oitavas
-
"Teria sido sido uma loucura perder" nos 16-avos para Cabo Verde, diz Scaloni
-
Argentina vence Cabo Verde na prorrogação (3-2) e vai enfrentar Egito nas oitavas da Copa
-
Iranianos começam a se reunir para funeral do aiatolá Ali Khamenei
-
Após eliminar Alemanha, Paraguai sonha em derrubar a França
-
Celebridades chegam ao casamento de Taylor Swift em Nova York
-
Quando a tecnologia decide: VAR ganha destaque na Copa do Mundo de 2026
-
Demora no resgate de corpos após terremotos revolta venezuelanos
-
"Nova etapa" para o Peru, promete Keiko Fujimori após proclamação oficial de sua vitória
-
Deschamps minimiza previsão de calor para jogo entre França e Paraguai
-
Para Rashford, mudar horário de início do jogo México-Inglaterra não seria 'ideal'
-
Brasil prepara defesa contra jogo aéreo de Haaland e cia
-
Marrocos disputará seu jogo 'mais importante' contra um 'temível' Canadá, diz técnico Ouahbi
-
Fifa considera antecipar horário do início de México-Inglaterra devido ao risco de tempestade
-
Egito elimina Austrália nos pênaltis e vai às oitavas da Copa do Mundo
-
Canadá promete ser o 'pesadelo' de uma seleção marroquina 'sem pontos fracos'
-
Casamento de conto de fadas de Taylor Swift gera frenesi mundial
-
Ange Postecoglou é o novo técnico do Al-Nassr de Cristiano Ronaldo
-
Justiça eleitoral do Peru oficializa vitória de Keiko Fujimori
-
LeBron James avalia 10 possíveis novas equipes, diz seu agente
-
Kane espera 'grande atmosfera' contra México nas oitavas da Copa
-
Wimbledon dá a Serena Williams 'todo o tempo possível' para poder jogar em duplas
-
Sabalenka segue avançando em busca de primeiro título em Wimbledon
-
Onda de calor sufocante atinge a costa leste dos Estados Unidos
-
Lenta recuperação dos corpos das vítimas dos terremotos revolta venezuelanos
-
'Podemos parar qualquer um', diz goleiro da Noruega antes de jogo contra o Brasil
-
Êxodo de estrangeiros na África do sul continua em contexto de violência
-
Napoli anuncia Massimiliano Allegri como novo técnico
-
Sinner avança às oitavas e segue firme em busca do 2º título seguido em Wimbledon
-
Protestos na Mercedes-Benz marcam início de mobilização no setor automotivo da Alemanha
-
Djokovic vence Rindeknech e vai às oitavas de final de Wimbledon
-
Preços dos alimentos caem, mas fenômeno El Niño é uma ameaça
-
Hamilton faz a pole da corrida sprint do GP da Grã-Bretanha de F1
-
Medvedev é eliminado na 3ª rodada de Wimbledon
-
Raphinha retorna aos treinos com a Seleção Brasileira
-
Sufocante onda de calor atinge a costa leste dos Estados Unidos
-
Neymar não está satisfeito em ser reserva, mas é 'muito respeitoso', diz Ancelotti
-
Líderes iranianos prestam tributo ao falecido guia supremo Ali Khamenei
Irã descarta negociar programa nuclear com EUA enquanto Israel continuar sua 'agressão'
O Irã descartou nesta sexta-feira (20) retomar as negociações sobre seu programa nuclear com os Estados Unidos enquanto Israel não parar os bombardeios iniciados há uma semana contra o seu território.
O chefe do Estado-Maior do Exército de Israel, o tenente-general Eyal Zamir, advertiu, no entanto, que é necessário se preparar para uma "campanha prolongada".
Israel, potência atômica não oficial, iniciou em 13 de junho uma campanha de ataques aéreos contra o Irã alegando que Teerã estava prestes a conseguir uma arma nuclear. Os iranianos, que negam essa acusação, responderam com lançamentos de mísseis e drones.
O diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi, afirmou que o último relatório de sua agência não contém nenhuma indicação de que o Irã esteja atualmente desenvolvendo uma arma atômica.
Nas últimas semanas, negociadores americanos e iranianos realizaram várias rodadas de conversas para um novo acordo sobre o programa nuclear iraniano. O último pacto, assinado em 2015, ficou obsoleto após a saída unilateral dos Estados Unidos em 2018, durante o primeiro mandato de Trump.
Mas as negociações entre Teerã e Washington para um novo acordo foram interrompidas com o início dos bombardeios israelenses. O pacto anterior buscava garantir a natureza civil do programa nuclear iraniano em troca do levantamento gradual das sanções econômicas.
"O Irã está disposto a reconsiderar a diplomacia assim que a agressão cessar", disse o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, após uma reunião com seus homólogos europeus em Genebra.
O chanceler acrescentou, no entanto, que seu país era "favorável à continuidade das negociações com o E3 [Alemanha, França e Reino Unido] e a União Europeia".
O pacto de 2015 foi assinado entre Irã e o P5+1 — Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido, mais Alemanha.
A guerra entre Irã e Israel já deixou até agora pelo menos 224 mortos no Irã e 25 em Israel, que também matou vários comandantes militares e cientistas iranianos, além de ter provocado vários danos em sua infraestrutura nuclear.
- 'Máximo' de duas semanas-
Em meio as ataques cruzados diários entre os dois países em guerra, os ministros das Relações Exteriores da Alemanha, França e Reino Unido instaram o Irã nesta sexta-feira a não "esperar o fim do conflito" e buscar a via diplomática para resolver a questão de seu programa nuclear.
Os Estados Unidos mantêm a incerteza sobre seu possível envolvimento no conflito.
O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu está intensificando os esforços para convencer o presidente americano Donald Trump a apoiar Israel na guerra.
Embora Israel seja capaz de atacar todas as instalações nucleares do Irã, "toda ajuda é bem-vinda", afirmou ele na quinta-feira.
O presidente americano insistiu nesta sexta-feira em que o Irã tem no "máximo" duas semanas para evitar possíveis ataques aéreos de Washington.
Somente os Estados Unidos possuem a bomba GBU-57, a única capaz, em tese, de atingir o núcleo do programa nuclear iraniano, enterrado em grande profundidade, em Fordo, ao sul de Teerã.
No oitavo dia de guerra, as sirenes de alerta foram acionadas nesta sexta-feira no sul de Israel após novos disparos de mísseis iranianos. No norte, o Hospital Rambam de Haifa relatou ter atendido 19 feridos, um deles em estado grave.
O Exército israelense também bombardeou lançadores de mísseis no sudoeste do Irã. Ataques também foram relatados em Teerã.
"Lançamos a campanha mais complexa da nossa história", disse Zamir.
"Apesar do progresso significativo, dias difíceis nos aguardam. Estamos nos preparando para muitas eventualidades", acrescentou.
- Dias 'aterrorizantes' -
Quando Trump retirou Washington do acordo nuclear em 2018, Teerã deixou de cumprir o compromisso de limitar o enriquecimento de urânio a 3,67%.
Atualmente, o Irã enriquece urânio a 60%, enquanto são necessários 90% para desenvolver uma arma nuclear. A República Islâmica garante que seu programa tem apenas fins civis.
Apesar da ambiguidade de Israel sobre o seu arsenal, o Instituto Internacional de Estudos para a Paz de Estocolmo calcula que o país possui 90 ogivas nucleares.
A campanha israelense provocou pânico no Irã, com escassez de alimentos e acesso limitado à internet, segundo os depoimentos de pessoas que fugiram dos ataques.
"Estes dias e noites foram aterrorizantes [...] As sirenes, os lamentos, o perigo de ser atingido por mísseis", disse à AFP Mohammad Hassan, estudante da Universidade de Teerã, ao retornar a seu país, o Paquistão.
O Reino Unido e outros países, incluindo a Suíça, que representa os interesses dos Estados Unidos no Irã, anunciaram nesta sexta-feira que retiraram suas equipes diplomáticas do país persa.
burs-dhw/sco/dbh/pb/avl/fp/jc/ic/rpr
O.Krause--BTB