-
Iranianos que não irão ao funeral de Ali Khamenei
-
João Fonseca volta a cair na 3ª rodada de Wimbledon
-
Nagelsmann pede demissão e Alemanha se prepara para 'era Klopp'
-
Líderes iranianos prestam homenagem ao falecido líder supremo Ali Khamenei
-
Trump vai ao Monte Rushmore para celebrar os 250 anos da independência dos EUA
-
Casamento de Taylor Swift transforma Nova York em palco de evento digno da realeza
-
ONU prevê intensificação do El Niño com fenômenos extremos
-
Irã se blinda para despedida de Ali Khamenei, o líder supremo morto no início da guerra
-
Pelo menos 30 mortos nos piores ataques russos contra Kiev desde 2022
-
Suíça vence Argélia (2-0) e avança às oitavas de final da Copa do Mundo
-
Egito aposta em seu 'pequeno Zico' para derrotar a Austrália nos 16-avos da Copa
-
Fifa apoia decisão de anular gol de Gvardiol em meio aos protestos da Croácia
-
Cristiano Ronaldo dedica vitória e classificação de Portugal a Diogo Jota
-
Terremotos deixaram 2.595 mortos na Venezuela, anuncia presidente interina
-
Roberto Martínez elogia 'personalidade' de Portugal após virada contra Croácia
-
'Quando é preciso um gol, eu estou lá', comemora Gonçalo Ramos após classificação de Portugal
-
Portugal vence Croácia de virada (2-1) e vai enfrentar Espanha nas oitavas da Copa
-
Celebrações do casamento de Taylor Swift e Travis Kelce começam em Nova York
-
'Assumo a responsabilidade', diz Valverde após eliminação do Uruguai na Copa
-
Irã se blinda para a despedida de Ali Khamenei, o líder supremo morto no início da guerra
-
Koundé responde a Lamine Yamal e aguarda possível duelo entre França e Espanha
-
Inglaterra volta ao Azteca de seus pesadelos após 40 anos
-
Protagonistas da Fórmula 1 correm 'em casa' no GP da Grã-Bretanha
-
Pelo menos 27 mortos nos piores ataques russos contra Kiev desde 2022
-
Argentina, atual campeã, cruza o caminho da surpreendente seleção de Cabo Verde nos 16-avos da Copa
-
Néstor Lorenzo descarta favoritismo da Colômbia na Copa do Mundo
-
Paraguai 'vai dar muitas pancadas', alerta Barcola, atacante da França
-
Gana dará à Colômbia 'mais problemas' do que Portugal, antecipa Queiroz
-
'É o jogo das nossas vidas', diz técnico de Cabo Verde sobre duelo contra Argentina
-
Técnico do Egito não garante Salah como titular contra a Austrália nos 16-avos
-
Espanha vence Áustria (3-0) e vai às oitavas da Copa do Mundo
-
Israel recorda os 1.000 dias do ataque do Hamas com pedido para criar comissão investigadora
-
Atentado com bomba deixa nove mortos em Damasco
-
Scaloni pede respeito a Cabo Verde: 'Não chegaram por acaso'
-
OMS declara fim de surto de hantavírus vinculado a cruzeiro que partiu da Argentina
-
Nova York está pronta para casamento épico de Taylor Swift e Travis Kelce
-
De fã a adversário de Neymar na Copa: a jornada de Antonio Nusa com os 'Vikings' da Noruega
-
Endrick destaca sua versatilidade como possível arma contra Noruega
-
Venezuelano sobrevive oito dias sob escombros de terremotos
-
Harry Kane, o salvador da Inglaterra na Copa do Mundo
-
Rybakina vence McNally sem sustos e vai à terceira ronda de Wimbledon
-
Sem Paquetá, Brasil encara desafio de reconstruir meio-campo contra Noruega
-
Pelo menos 25 mortos nos piores ataques russos contra Kiev desde 2022
-
Manchester City está perto de assinar com Elliot Anderson
-
Zverev avança em Wimbledon após vitória fácil contra Royer
-
Atentado com bomba deixa 6 mortos em Damasco
-
Por um fio na Alemanha, Nagelsmann pode ser substituído por Klopp
-
Lucas Paquetá está fora de jogo contra Noruega pelas oitavas de final da Copa
-
Hernán Gil, um resgate cinematográfico que emociona uma Venezuela de luto
-
Onda de calor castiga o leste dos EUA antes do feriado de 4 de julho
ONU e a questão palestina
Há 75 anos e desde a partilha da Palestina em um Estado judeu e outro árabe, a ONU tem um lugar indispensável na história dos palestinos, tema central de uma conferência internacional que começa nesta segunda-feira (28) em Nova York.
- Partilha da Palestina -
Em 29 de novembro de 1947, a Assembleia Geral da ONU adotou a resolução 181 sobre a partilha da Palestina, então sob mandato britânico, e a criação de dois Estados, um judeu e outro árabe. Previa-se um status internacional para Jerusalém.
O movimento sionista o aceitou, mas os Estados árabes e os palestinos se opuseram.
Em 14 de maio de 1948, foi proclamado o Estado de Israel. Os exércitos árabes entraram em guerra contra o novo Estado, que obteve uma vitória esmagadora em 1949.
Mais de 760 mil palestinos foram expulsos para o exílio: a "Nakba" ("catástrofe"), relembrada oficialmente pela primeira vez na ONU em maio de 2023.
- "Retirada" e "autodeterminação" -
Em 1967, a resolução 242 do Conselho de Segurança estabeleceu as bases para uma paz justa e duradoura, mas introduziu uma certa ambiguidade entre as diferentes versões linguísticas.
Ela instou a "retirada" das forças armadas israelenses "de" Territórios Ocupados (versão inglesa) ou "dos" Territórios Ocupados (versão francesa) no então recente conflito.
Em 13 de novembro de 1974, Yasser Arafat, líder da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), criada dez anos antes, pronunciou seu primeiro discurso na tribuna da ONU, onde apareceu com um ramo de oliveira e uma pistola.
Poucos dias depois, no dia 22, a Assembleia Geral reconheceu o direito dos palestinos à autodeterminação e independência, e concedeu o status de observador à OLP.
- Acordos de Oslo, sem a ONU -
O principal avanço para a paz não veio da ONU. Em 1993, Israel e a OLP, que proclamou em 1988 o 'Estado palestino independente', concluíram duas negociações secretas em Oslo e depois firmaram em Washington uma declaração de princípios sobre a autonomia palestina.
Em 1994, Yasser Arafat voltou aos Territórios Palestinos, depois de 27 anos de exílio, e estabeleceu ali a Autoridade Palestina.
- Vetos dos Estados Unidos -
As decisões do Conselho de Segurança sobre a questão palestina dependem em grande medida da posição dos Estados Unidos. Desde 1970, os EUA utilizaram seu veto cerca de 40 vezes para proteger seu aliado israelense. Mas, às vezes, permitem resoluções importantes.
Nesse sentido, em março de 2002, por iniciativa americana, o Conselho adotou a resolução 1397, a primeira que menciona um "Estado" palestino existente junto a Israel com fronteiras seguras e reconhecidas.
Em dezembro de 2016, pela primeira vez desde 1979, o Conselho solicitou que Israel suspendesse a colonização nos territórios palestinos. Uma adoção possível pela abstenção dos Estados Unidos, a poucas semanas do fim do mandato do presidente Barack Obama.
Desde o ataque do Hamas em 9 de outubro de 2023 e as represálias israelenses em Gaza, os EUA multiplicaram os vetos, com algumas exceções.
- Rumo ao reconhecimento? -
Em 2011, o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, solicitou "a adesão do Estado da Palestina à ONU". Para isso, é necessária uma recomendação positiva do Conselho de Segurança e, em seguida, um voto favorável de dois terços na Assembleia Geral.
Diante da oposição dos Estados Unidos, o processo foi interrompido antes mesmo de ser votado no Conselho. No ano seguinte, a Assembleia Geral concedeu aos palestinos um status inferior como "Estado observador não membro".
Em abril de 2024, os palestinos voltaram a apresentar a solicitação para se converter em Estado-membro de pleno direito, mas os Estados Unidos vetaram.
Segundo uma contagem da AFP, pelo menos 142 dos 193 Estados-membros da ONU reconhecem unilateralmente um Estado palestino.
Na ausência de uma verdadeira adesão, em 2024 a Assembleia concedeu alguns novos direitos aos palestinos, que agora podem ocupar lugares em ordem alfabética dos Estados e apresentar diretamente propostas de resolução.
O.Bulka--BTB