-
Lula define Enem como 'guerra pela educação' e critica conflitos armados
-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
-
Porto montará pista de gelo em praça ocupada por protesto por habitação
-
Ameaças de bomba provocam perturbações e temor em vários países europeus
-
Putin confirma negociação com Ucrânia e EUA nos Emirados
-
Motorola Signature de 256 GB recebe desconto de 25% no Magalu
-
Ações de big techs caem com dúvidas sobre retorno dos gastos em IA
Japão recebe líderes africanos para estabelecer posição como alternativa à China
O Japão recebeu nesta quarta-feira (20) líderes africanos em uma conferência sobre desenvolvimento, com a qual espera estabelecer uma posição como alternativa à China no momento em que o continente enfrenta uma crise da dívida, agravada por cortes da ajuda ocidental, conflitos e mudanças climáticas.
Entre os participantes da Conferência Internacional de Tóquio sobre o Desenvolvimento da África (Ticad) estavam os presidentes da Nigéria, Bola Tinubu, da África do Sul, Cyril Ramaphosa, do Quênia, William Ruto, além do secretário-geral da ONU, António Guterres.
"A crise de dívida e liquidez no continente africano está agravando o difícil ambiente socioeconômico e limitando a margem fiscal dos governos para implementar uma rede de proteção para seus cidadãos", afirmou o escritório de Ramaphosa em um comunicado.
A China fez grandes investimentos na África na última década. As empresas do país assinaram acordos de bilhões de dólares para financiar portos, ferrovias e estradas no âmbito da iniciativa global de infraestrutura "Nova Rota da Seda".
Os novos empréstimos, no entanto, são cada vez mais limitados e os países em desenvolvimento agora enfrentam uma "onda gigantesca" de dívidas, tanto com Pequim quanto com credores internacionais, alertou em maio o Lowy Institute, que tem sede na Austrália.
Os países africanos também registraram cortes na ajuda ocidental, em particular com o desmantelamento da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid) por parte do presidente Donald Trump.
A Ticad deve abordar potenciais acordos de livre comércio com o Japão, garantias de crédito e incentivos ao investimento para empresas japonesas, segundo a imprensa nipônica.
A África oferece oportunidades graças à sua população jovem e seus recursos naturais, disse na terça-feira o primeiro-ministro japonês, Shigeru Ishiba.
O chefe de Governo do Japão deve propor na conferência, a nona desde 1993, uma "zona econômica" que inclua a região do Oceano Índico e a África, informou a agência de notícias Kyodo News
O Japão também se comprometerá a formar 30.000 especialistas em Inteligência Artificial em três anos.
P.Anderson--BTB