-
Lula define Enem como 'guerra pela educação' e critica conflitos armados
-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
-
Porto montará pista de gelo em praça ocupada por protesto por habitação
-
Ameaças de bomba provocam perturbações e temor em vários países europeus
-
Putin confirma negociação com Ucrânia e EUA nos Emirados
-
Motorola Signature de 256 GB recebe desconto de 25% no Magalu
-
Ações de big techs caem com dúvidas sobre retorno dos gastos em IA
Bombardeio israelense contra rebeldes huthis deixa ao menos dois mortos no Iêmen
Um bombardeio israelense em Saná, na capital do Iêmen, deixou pelo menos dois mortos e 35 feridos, reportaram os rebeldes huthis, uma semana após um ataque semelhante no âmbito dos confrontos desencadeados após a guerra na Faixa de Gaza.
As imagens da AFP mostraram uma coluna de fumaça preta sobre Saná.
"Agressão israelense contra Saná", a capital controlada pelos huthis, escreveu no X a emissora Al Masirah, controlada pelos rebeldes.
O canal de televisão reportou que "vários ataques tiveram como alvo um posto de gasolina de uma companhia petrolífera na rua al Sitin" e uma "central elétrica" no sul de Saná, que já havia sido bombardeada por Israel há uma semana.
O Ministério da Saúde, controlado pelos huthis, informou duas mortes e 35 feridos nos ataques israelenses.
Uma fonte de segurança dos insurgentes disse à AFP que o ataque teve como alvo "o edifício de Segurança Municipal, situado no centro de Saná".
O exército israelense informou que "atacou infraestruturas militares do regime terrorista huthi" na capital, incluindo áreas próximas ao palácio presidencial, as centrais elétricas de Assar e Hezyaz e uma instalação de armazenamento de combustível, os quais são "utilizados para atividades militares" pelos insurgentes.
"Os ataques foram realizados em resposta aos repetidos ataques do regime terrorista huthi contra o Estado de Israel e seus civis, incluindo o lançamento de mísseis terra-terra e veículos aéreos não tripulados contra território israelense nos últimos dias", declarou o exército em um comunicado.
O Ministério da Defesa de Israel publicou uma foto que mostra o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, e o ministro da Defesa, Israel Katz, supervisionando a operação militar no Iêmen a partir de um bunker de comando.
- "Pagarão caro" -
Na noite de sexta-feira, os huthis dispararam um míssil contra Israel, a cerca de 1.800 quilômetros de distância. As autoridades israelenses indicaram que "provavelmente se desintegrou no ar".
O Iêmen está em guerra desde 2014, e os huthis controlam vastas áreas do território e fazem parte de um eixo liderado pelo Irã, que inclui outros grupos contrários a Israel na região, como o Hezbollah no Líbano e o movimento islamista palestino Hamas.
Os rebeldes iemenitas realizaram ataques repetidos com mísseis e drones contra Israel desde o início da guerra em Gaza, que começou com o ataque do Hamas contra o território israelense em 7 de outubro de 2023. Eles afirmam atuar em solidariedade aos palestinos.
Israel conseguiu interceptar a maioria dos ataques huthis e retaliou com bombardeios contra alvos no Iêmen, em áreas sob controle dos insurgentes, incluindo portos no oeste do país e o aeroporto de Saná.
"Os huthis pagarão caro por cada tentativa de atacar Israel", declarou o ministro da Defesa há uma semana.
Em 17 de agosto, Israel afirmou ter atacado uma infraestrutura elétrica na capital iemenita e a emissora Al Masirah reportou que se tratava da usina de Haziz, controlada pelos rebeldes.
L.Dubois--BTB