-
Socorristas resgatam venezuelano com vida oito dias após terremotos
-
OMS declara fim do surto de hantavírus vinculado ao cruzeiro que partiu da Argentina
-
Serviços de saúde enfrentam dificuldades para atender afetados por terremotos na Venezuela
-
EUA criou menos empregos que o previsto em junho
-
Espanhol Santi Cazorla anuncia aposentadoria aos 41 anos
-
Seleção espanhola colocada à prova no dia em que Copa se despede de uma lenda
-
Alemanha anuncia grande pacote de reformas para impulsionar economia e competitividade
-
Mateus Fernandes assina com Tottenham por 85 milhões de libras
-
Dividido e sem investigação oficial, Israel recorda os mil dias do ataque do Hamas
-
Tribunal europeu mantém multa de € 4,1 bilhões contra o Google
-
Procurar uma mãe por chat e chorar seus mortos por streaming, o drama da diáspora venezuelana
-
Maior ataque russo contra Kiev desde o início da guerra deixa pelo menos 17 mortos
-
Vaticano confirma excomunhão de seis bispos tradicionalistas
-
Negociações indiretas entre EUA e Irã registram 'avanços positivos', diz Catar
-
Equipes de resgate lutam para retirar venezuelano dos escombros sete dias após terremotos
-
Pochettino comemora classificação dos EUA para as oitavas: "Por que não nós?"
-
Ataque russo com mísseis e drones deixa dois mortos em Kiev
-
EUA vence Bósnia (2-0) com um a menos e vai enfrentar Bélgica nas oitavas da Copa
-
Adversário apela à CIDH contra vitória de Keiko no Peru
-
Ataque russo com mísseis e drones deixa um morto e vários feridos em Kiev
-
Celtics negociam Jaylen Brown com seus rivais Sixers
-
Tottenham está perto de contratar Tonali e Mateus Fernandes
-
Ator Danny Glover revela diagnóstico de Alzheimer
-
"Gus", o tiranossauro mais completo do mundo, é apresentado em NY antes de leilão
-
Bélgica vence Senegal de virada na prorrogação (3-2) e vai às oitavas da Copa
-
Para Portugal, Copa do Mundo começa contra a Croácia, diz Martínez
-
Esperança de encontrar sobreviventes se esvai na Venezuela
-
Nos 16-avos, Argélia encara Suíça, seleção já comandada por seu atual técnico
-
Lautaro ou Julián Álvarez? O dilema da Argentina para acompanhar Messi no ataque
-
Cristiano Ronaldo ou Modric: a Copa se despede de uma lenda
-
Vítor Pereira, ex-Corinthians e Flamengo, é demitido do Nottingham Forest
-
Djokovic bate Tsitsipas e vai à terceira rodada de Wimbledon
-
Casal que escalou Empire State Building para pedido de casamento é detido
-
Cavani rescinde com Boca Juniors, diz imprensa argentina
-
Seleção da RD de Congo mostrou a 'resiliência' de seu país contra a Inglaterra, diz treinador
-
Esperança de encontrar sobreviventes de terremotos se apaga na Venezuela
-
Vaticano expressa 'profunda dor' por ordenação não autorizada de bispos
-
Kane ressalta 'paciência' da Inglaterra na vitória sobre RD Congo
-
Irã afirma que usará fundos congelados no Catar para comprar bens essenciais
-
Espanha desfalcada enfrenta Áustria por vaga nas oitavas da Copa
-
Brasil e França aumentam cooperação em segurança transfronteiriça
-
Com 2 de Kane, Inglaterra vence RD Congo (2-1) de virada e vai às oitavas da Copa
-
Trump diz ter ganhado mais de US$ 1 bi com criptomoedas
-
Constelações de satélites podem ameaçar a astronomia, alerta estudo
-
Inglaterra vence RD Congo (2-1) e vai enfrentar o México nas oitavas da Copa
-
Bayern de Munique acerta contratação do marroquino Saibari até 2031
-
努莎·奧貝爾:為市民實施時速10公里限速,波茨坦的「坑洞政策」——是漠不關心還是無能為力?
-
Esperança de sobreviventes se apaga na Venezuela, que decreta sete dias de luto por terremotos
-
WTA Finals sai de Riade e será disputado em Indian Wells nesta temporada
-
Marco Palestra, grande promessa do futebol italiano, assina com o Chelsea
Ataque russo em larga escala contra Kiev deixa 15 mortos
Pelo menos 15 pessoas, incluindo quatro crianças, morreram em Kiev em um dos maiores ataques aéreos russos contra a Ucrânia desde o início da guerra, informaram nesta quinta-feira (28) as autoridades locais e o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, que acusou Moscou de preferir "continuar matando", ao invés de negociar a paz.
O ataque atingiu áreas centrais da capital e provocou danos significativos na representação da União Europeia (UE) e no escritório do British Council.
Os esforços diplomáticos foram acelerados recentemente com o estímulo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mas não produziram resultados concretos, e a Rússia intensificou os bombardeios contra a Ucrânia.
Na manhã desta quinta-feira, as equipes de emergência e vários moradores lutavam para retirar os escombros do centro de Kiev após os ataques.
Uma bomba deixou uma cratera em um prédio residencial de cinco andares que ficou partido em dois. Os socorristas retiraram dos escombros um corpo coberto de poeira e vestido com pijama, que foi colocado em um saco plástico preto.
As autoridades acreditam que várias pessoas continuam presas sob o prédio que desabou. "Os vidros voavam (...) Gritamos quando as bombas explodiram", disse Galina Shcherbak, que estava em um estacionamento próximo.
Correspondentes da AFP ouviram explosões potentes. Também viram um míssil abatido e ouviram os drones sobrevoando a cidade, enquanto os moradores corriam para os abrigos subterrâneos e estações de metrô em busca de proteção, alguns deles com seus animais de estimação.
Uma escola e um shopping também foram atingidos.
O Exército ucraniano informou que a Rússia utilizou 598 drones e 31 mísseis, incluindo dois supersônicos Kinzhal, no segundo maior ataque aéreo contra o país desde o início da invasão em fevereiro de 2022.
- "Massacre deliberado de civis" -
Zelensky chamou o ataque de um "massacre horrível e deliberado de civis".
"A Rússia não tem nenhum interesse na diplomacia. Prefere continuar matando a encerrar a guerra", acrescentou.
"Pela rejeição do cessar-fogo e pelas tentativas constantes da Rússia de evitar as negociações, são necessárias novas sanções severas", acrescentou Zelensky, que citou em particular os aliados da Rússia, como China e Hungria.
"Já foram violados todos os prazos e dezenas de oportunidades para a diplomacia foram desperdiçadas. A Rússia deve ser responsabilizada por cada ataque, por cada dia desta guerra", insistiu.
O Kremlin, que afirmou ter atacado alvos militares, insistiu que "continua interessado" na diplomacia, mas que os bombardeios contra a Ucrânia prosseguirão.
"As Forças Armadas russas estão cumprindo sua missão. Continuam atacando alvos militares e paramilitares", declarou o porta-voz da presidência russa, Dmitri Peskov. "Ao mesmo tempo, a Rússia continua interessada em prosseguir o processo de negociação para alcançar seus objetivos por meios políticos e diplomáticos", acrescentou.
O ataque contra Kiev ocorre após três anos e meio da invasão russa e com as negociações de paz bloqueadas, apesar da pressão americana.
O edifício da missão da União Europeia em Kiev foi atingido durante os ataques, afirmou o presidente do Conselho Europeu, António Costa, que destacou que o bloco "não se deixará intimidar" pela Rússia. A UE convocou o embaixador russo.
O escritório do British Council na capital ucraniana também foi "gravemente danificado" no bombardeio, informou a instituição em sua página no Facebook.
Os governos da França e do Reino Unido condenaram o novo ataque russo.
"Putin está matando crianças e civis, e sabotando as esperanças de paz. Este banho de sangue deve terminar", escreveu o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer.
"629 mísseis e drones em uma noite contra a Ucrânia. Está aí a vontade de paz da Rússia. Terror e barbárie", afirmou o presidente francês, Emmanuel Macron.
E.Schubert--BTB