-
Lula define Enem como 'guerra pela educação' e critica conflitos armados
-
Maria Hellena, de 9 anos, é única de Santa Cruz aprovada na Escola Bolshoi Brasil
-
Lucy Alves retorna às novelas em 'Lá na minha terra' e confirma novo namoro
-
Pais e irmã do atirador de Cracóvia são encontrados mortos em casa
-
Governo de São Tomé e Príncipe contesta penhora de conta do Banco Central em Portugal
-
Trump convida Dana White para ser porta-voz da Casa Branca
-
Serrano vence o São Cristóvão e conquista a Taça Corcovado no Carioca B1
-
Shows no Horto do Fonseca são adiados por causa da chuva em Niterói
-
Rosa Moreira explica por que deve semear favas e ervilhas em novembro
-
80 proprietários de Tesla na Coreia do Sul enfrentam prisão por hackear FSD
-
Gadi Eisenkot assume missão de formar governo de urgência em Israel
-
Iniciativa Liberal propõe 24 medidas para ampliar oferta de habitação
-
Porto montará pista de gelo em praça ocupada por protesto por habitação
-
Ameaças de bomba provocam perturbações e temor em vários países europeus
-
Putin confirma negociação com Ucrânia e EUA nos Emirados
-
Motorola Signature de 256 GB recebe desconto de 25% no Magalu
-
Ações de big techs caem com dúvidas sobre retorno dos gastos em IA
-
Microsoft solicita patente de IA capaz de modificar falas em transmissões
-
Falha grave no Paint permite execução remota de código no Windows 11
-
Tesla reduzirá Cybertruck no Texas para ampliar produção do Cybercab
-
Data centers já respondem por 65% da receita da AMD
-
Jardins do Palácio Guanabara passam a receber visitas gratuitas
Governo do Líbano diz que exército implementará plano para desarmar Hezbollah
O exército libanês vai iniciar a implementação de seu plano para desarmar o Hezbollah, informou o ministro da Informação, Paul Morcos, ao fim de uma reunião do governo, nesta sexta-feira (5), sobre o tema que divide o país.
Em agosto, sob forte pressão dos Estados Unidos e o temor de um agravamento dos bombardeios israelenses no Líbano, o governo de Nawaf Salam ordenou ao exército a elaboração de um plano para desarmar o movimento xiita pró-Irã antes do fim do ano.
O Hezbollah foi o único grupo que manteve as armas após a guerra civil no Líbano entre 1975 e 1990, argumentando que a milícia exerce uma "resistência" frente à Israel, e rejeita veementemente a decisão do governo libanês de optar por seu desarmamento.
Esta deliberação ocorreu depois que o movimento ficou muito enfraquecido após a guerra com Israel em 2024. Mas o Hezbollah se opõe ao seu desarmamento, acusando as autoridades de favorecerem Israel e Estados Unidos.
As discussões governamentais sobre este tema voltaram a ser boicotadas pelos ministros xiitas, sobretudo os do Hezbollah e seu aliado, o movimento Amal.
Morcos declarou que o governo comemorou as medidas propostas pelo exército para "implementar a decisão de ampliar a autoridade do Estado por parte de suas próprias forças e limitar o porte de armas às autoridades legítimas".
O governo decidiu preservar os detalhes "secretos" do plano, segundo a declaração lida pelo ministro, e acrescentou que o exército "apresentaria ao governo um relatório mensal sobre o tema".
Segundo a imprensa local, os cinco ministros xiitas do gabinete, incluindo representantes do Hezbollah e do movimento Amal, deixaram a reunião quando o chefe do exército chegou para apresentar seu plano.
C.Kovalenko--BTB