-
Djokovic bate Tsitsipas e vai à terceira rodada de Wimbledon
-
Casal que escalou Empire State Building para pedido de casamento é detido
-
Cavani rescinde com Boca Juniors, diz imprensa argentina
-
Seleção da RD de Congo mostrou a 'resiliência' de seu país contra a Inglaterra, diz treinador
-
Esperança de encontrar sobreviventes de terremotos se apaga na Venezuela
-
Vaticano expressa 'profunda dor' por ordenação não autorizada de bispos
-
Kane ressalta 'paciência' da Inglaterra na vitória sobre RD Congo
-
Irã afirma que usará fundos congelados no Catar para comprar bens essenciais
-
Espanha desfalcada enfrenta Áustria por vaga nas oitavas da Copa
-
Brasil e França aumentam cooperação em segurança transfronteiriça
-
Com 2 de Kane, Inglaterra vence RD Congo (2-1) de virada e vai às oitavas da Copa
-
Trump diz ter ganhado mais de US$ 1 bi com criptomoedas
-
Constelações de satélites podem ameaçar a astronomia, alerta estudo
-
Inglaterra vence RD Congo (2-1) e vai enfrentar o México nas oitavas da Copa
-
Bayern de Munique acerta contratação do marroquino Saibari até 2031
-
努莎·奧貝爾:為市民實施時速10公里限速,波茨坦的「坑洞政策」——是漠不關心還是無能為力?
-
Esperança de sobreviventes se apaga na Venezuela, que decreta sete dias de luto por terremotos
-
WTA Finals sai de Riade e será disputado em Indian Wells nesta temporada
-
Marco Palestra, grande promessa do futebol italiano, assina com o Chelsea
-
Seleção iraniana é recebida com festa no retorno a Teerã
-
João Fonseca avança à 3ª rodada e iguala sua melhor campanha em Wimbledon
-
'Inteligentes' e 'muito racionais'?: os dirigentes do Irã pós-Ali Khamenei
-
Prédios marcados com 'D' simbolizam mortes após terremotos letais na Venezuela
-
Noosha Aubel: Limite de velocidade de 10 para os cidadãos, a política de buracos nas estradas de Potsdam: desinteresse ou incompetência?
-
Maduro é processado nos EUA por execuções sumárias na Venezuela
-
Bruno Guimarães, motor e metrônomo do Brasil de Ancelotti
-
Trump diz estar 'emocionado' com seu primeiro voo no Air Force One oferecido pelo Catar
-
Presidente do Barcelona confirma proposta ao Atlético de Madrid por Julián Álvarez
-
Sinner avança à 3ª rodada de Wimbledon duelo disputado contra português Nuno Borges
-
Embaixador dos EUA na Otan alerta que alguns países estão 'para trás' em matéria de gastos
-
Representantes dos EUA e do Irã mantêm diálogos indiretos em Doha
-
Sabalenka vence e segue firme em Wimbledon
-
Mkhitaryan renova com a Inter de Milão por mais uma temporada
-
À espera de reformas, setor privado já transformou Cuba
-
Liverpool anuncia contratação de jovem francês Jérémy Jacquet
-
Saques e prisões após protestos contra imigrantes na África do Sul
-
Serena Williams sofreu lesão no joelho, segundo sua representante
-
Justiça francesa condena Isabelle Adjani a 10 meses de prisão com sursis por fraude fiscal
-
Fifa denuncia aumento de comentários racistas e ofensivos durante a Copa do Mundo
-
Sede da Federação Alemã de Futebol é alvo de buscas por suspeita de corrupção na Eurocopa 2024
-
Nova Zelândia rejeita recurso do fundador do Megaupload contra extradição
-
Inglaterra enfrenta RD Congo para confirmar o favoritismo
-
Medo e preocupação crescem na Meta em meio à febre da IA
-
Sobreviventes dos terremotos na Venezuela enfrentam precariedade em abrigos improvisados
-
Robô chinês promete fazer companhia a quem se sente só
-
Guerra em Mianmar já deixou mais de 100 mil mortos
-
Comunidade tradicionalista desafia o Vaticano e ordena quatro bispos
-
Victor Willis, cantor do Village People, morre aos 74 anos
-
Fraternidade São Pio X desafia o Vaticano e ordena quatro bispos
-
Vietnã anuncia incentivos para que a população tenha mais filhos
Trump ataca ONU e migração ilegal em discurso incendiário e diz que vai encontrar Lula
O presidente americano, Donald Trump, voltou à Assembleia Geral da ONU, nesta terça-feira (23), com um discurso incendiário no qual alertou os países europeus que estão "indo para o inferno" por causa da imigração ilegal, um fenômeno, segundo ele, incentivado pela ONU, que "não está à altura".
Em uma intervenção que superou amplamente os 15 minutos protocolares, Trump afirmou, ainda, que o reconhecimento de um Estado Palestino é uma "recompensa" pelos ataques de 7 de outubro de 2003, perpetrados pelo Hamas contra Israel, que resultaram na atual guerra em Gaza.
Trump criticou aliados e advertiu inimigos, mas também anunciou que se reunirá com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva "na próxima semana", após ambos se cruzarem no corredor que dá acesso ao púlpito.
Lula discursou antes de Trump e disse que "em todo o mundo, forças antidemocráticas tentam subjugar as instituições e sufocar as liberdades".
"Não há justificativa para as medidas unilaterais e arbitrárias contra nossas instituições e nossa economia", afirmou Lula.
Trump reiterou que o Brasil merece tarifas e sanções pela condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro, mas depois surpreendeu a audiência: "nos abraçamos e decidimos que nos veremos na próxima semana", disse, em referência a Lula.
Com a Venezuela, o presidente americano foi muito menos gentil: "A todo terrorista bandido que esteja traficando drogas venenosas para os Estados Unidos da América: estejam avisados, faremos vocês explodirem", afirmou.
Os Estados Unidos lançaram pelo menos três ataques letais contra embarcações de supostos narcotraficantes no Caribe, resultando em pelo menos 14 mortos, segundo o balanço americano.
- Escadas rolantes quebradas -
Trump mostrou-se sarcástico ao chegar à sede da ONU. Enquanto subia ao plenário, as escadas rolantes quebraram.
"Isto é tudo o que consegui da ONU", garantiu o líder republicano, que está há menos de um ano no poder e tem virado a diplomacia mundial de cabeça para baixo com suas tarifas e decisões unilaterais.
Suas palavras soaram apocalípticas ao se referir à Europa.
"É hora de pôr fim à experiência fracassada das fronteiras abertas", disse Trump na Assembleia Geral da ONU, para depois acrescentar, em alusão aos países europeus: "seus países estão indo para o inferno".
A ONU, disse, é responsável por essa "invasão", em comparação às medidas de seu governo na fronteira com o México, que reduziram a imigração ilegal a "zero".
Trump afirmou, também, que conseguiu trazer paz a "sete conflitos".
A ONU não ajudou nesses esforços, argumentou. "A ONU tem um potencial tão grande. Sempre disse isso. Mas não chega perto de estar à altura desse potencial", afirmou.
Antes de Lula e Trump, havia falado o secretário-geral da ONU, António Guterres.
"Os cortes na ajuda ao desenvolvimento estão causando estragos. Para muitos representam uma sentença de morte", disse Guterres, sem mencionar os Estados Unidos, principal doador do mundo.
O secretário-geral da ONU dedicou uma parte importante de seu discurso a lembrar a ameaça da mudança climática.
Esse fenômeno é "a maior fraude da história", afirmou Trump.
Apesar de seu discurso desafiador, Trump tinha previsto se reunir com países árabes, como parte de seus esforços para acabar com a guerra em Gaza, com o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, para conter a guerra na Ucrânia e, em princípio, com o presidente argentino, Javier Milei, cujo governo enfrenta turbulências políticas e financeiras.
O Serviço Secreto americano anunciou, por sua vez, que desmantelou uma rede cibernética de mais de 100.000 cartões SIM que poderiam ter colapsado a rede de telecomunicações de Nova York antes da Assembleia Geral.
N.Fournier--BTB