-
Líder Barcelona vence Mallorca (3-0) e coloca pressão sobre o Real Madrid
-
EUA deseja que guerra entre Ucrânia e Rússia termine até junho, segundo Zelensky
-
Ex-ministro francês citado em arquivos Epstein nega acusações
-
Líder Arsenal vence Sunderland (3-0) e deixa City nove pontos atrás
-
Novo Skoda Epiq moderno com autonomia
-
Em um pub de Moscou, Jogos de Inverno fazem clientes esquecer a política
-
BMW iX3 novo estilo e design
-
Imigrantes recorrem a aulas remotas em Minneapolis por medo de deportação
-
Dortmund vence no fim na visita ao Wolfsburg (2-1) e fica a 3 pontos do líder Bayern
-
Tcheca Sara Bejlek conquista em Abu Dhabi seu primeiro torneio da WTA
-
BMW iX3 nova era SUV
-
Barça anuncia que está se retirando da Superliga Europeia
-
Irã espera continuar negociações com EUA mas reitera linhas vermelhas
-
Paquistão chora vítimas de ataque a mesquita xiita
-
EUA deseja que guerra termine até junho (Zelensky)
-
Cuba decreta medidas de emergência diante de crise energética
-
Espanha e Portugal enfrentam nova tempestade após inundações durante a semana
-
Plataforma envia acidentalmente US$ 40 bilhões em bitcoins para seus usuários
-
Bill e Hillary Clinton pedem que seu depoimento sobre Epstein seja feito em público
-
Pentágono cortará seus laços acadêmicos com Harvard
-
Trump se recusa a pedir desculpas por vídeo racista que retratava casal Obama como macacos
-
França abre investigação contra ex-ministro envolvido em arquivos Epstein
-
Trump diz que haverá mais diálogo com Irã após 'conversas muito boas'
-
Estado Islâmico reivindica atentado que matou mais de 30 em mesquita no Paquistão
-
Trump apaga vídeo racista que retratava casal Obama como macacos
-
JD Vance é vaiado durante cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno em Milão
-
Itália exalta harmonia e sua cultura na abertura dos Jogos de Inverno de Milão-Cortina
-
CEO da SAF do Botafogo deixa cargo após atrito com John Textor
-
EUA anuncia prisão de participante do ataque de 2012 a consulado em Benghazi
-
Dow Jones supera os 50.000 pontos pela primeira vez em sua história
-
Manifestação contra EUA em Milão antes dos Jogos Olímpicos e na presença de JD Vance
-
Festa olímpica começa com cerimônia de abertura dos Jogos de Inverno de Milão-Cortina
-
Real Madrid confirma lesão na coxa direita de Rodrygo
-
Ao menos 31 mortos e 169 feridos em atentado suicida contra mesquita xiita no Paquistão
-
ONU alerta que mais de 4 milhões de meninas podem sofrer mutilação genital neste ano
-
UE exige que TikTok mude sua interface 'viciante'
-
Julgamento de jovem acusado de matar executivo nos EUA terá início em junho
-
PSG recebe prazo para pagar 5,9 milhões de euros a Mbappé
-
Drone russo atinge refúgio de animais na Ucrânia
-
Trump apaga vídeo racista que retratava os Obama como macacos
-
EUA pede negociações trilaterais com Rússia e China sobre não proliferação nuclear
-
Polícia britânica realiza buscas em duas propriedades ligadas ao ex-embaixador Mandelson
-
James Rodríguez assina com Minnesota United, da MLS
-
Equipes de resgate buscam seis pessoas presas após explosão em mina na Colômbia
-
Irã anuncia que negociações com EUA continuarão
-
Narcotraficante relacionado ao assassinato do jogador Andrés Escobar é morto no México
-
Cidadão francês narra o 'calvário' que viveu nas prisões venezuelanas
-
Trump provoca fúria ao publicar vídeo dos Obama como macacos
-
Atentado suicida contra mesquita xiita no Paquistão deixa mais de 30 mortos e 169 feridos
-
Guardiola defende direito de se manifestar sobre questões de fora do futebol
Catar e Egito pedem implementação de segunda fase do acordo de trégua em Gaza
Catar e Egito, mediadores no conflito entre Israel e Hamas na Faixa de Gaza, pediram, neste sábado (6), a retirada das tropas israelenses do território palestino e o envio de uma força internacional para aplicar integralmente o acordo de trégua.
Estes dois países, junto com Estados Unidos, contribuíram para alcançar a trégua em Gaza, que entrou em vigor em 10 de outubro e encerrou em grande medida os dois anos de confrontos entre Israel e o movimento islamista palestino.
Na segunda fase do acordo, que ainda não começou, Israel deve retirar-se de suas posições no território palestino. Também está prevista a criação de uma autoridade interina e o desdobramento de uma força internacional de estabilização (ISF, na sigla em inglês).
"Estamos em um momento crítico (...) Não se pode completar uma trégua a menos que haja uma retirada total das forças israelenses e seja restabelecida a estabilidade em Gaza", declarou o primeiro-ministro do Catar, xeque Mohammed bin Abdulrahman al Thani, no Fórum de Doha, uma conferência diplomática realizada anualmente na capital deste Estado do Golfo.
"Precisamos enviar esta força o mais rápido possível para o terreno, porque uma das partes, Israel, viola diariamente o cessar-fogo", afirmou, por sua vez, o ministro das Relações Exteriores do Egito, Badr Abdelatty.
No entanto, os países árabes e muçulmanos têm mostrado relutância em participar desta força, que poderia ter que combater com milicianos palestinos.
O chanceler turco Hakan Fidan, que também participou do fórum, afirmou que as conversas sobre este destacamento continuam em curso e que ainda há questões a serem resolvidas quanto à sua estrutura de comando e aos países que forneceriam efetivos.
Seu principal objetivo, segundo Fidan, "deveria ser separar os palestinos dos israelenses (...) Depois poderemos abordar as demais questões pendentes", acrescentou.
Abdelatty apoiou a ideia e pediu que a força fosse implantada ao longo da "linha amarela com o objetivo de verificar e supervisionar" a trégua.
Desde que o cessar-fogo entrou em vigor, as forças israelenses dispararam contra palestinos nas proximidades desta linha.
Segundo o plano de 20 pontos apresentado inicialmente por Washington, o Hamas deve entregar suas armas, mas o grupo tem rejeitado repetidamente.
Al Thani declarou que o Catar e os demais garantidores da trégua, Turquia, Egito e EUA, "estão trabalhando juntos para impulsionar a próxima fase" do acordo.
A Turquia indicou que deseja participar na força de estabilização, mas seus esforços são vistos com maus olhos em Israel, que considera que o governo turco está muito próximo do Hamas.
Em Doha, Fidan declarou que o desarmamento do grupo islamista não deveria ser a principal prioridade em Gaza. "O desarmamento não pode ser a primeira coisa a ser feita no processo. Precisamos colocar as coisas em ordem, precisamos ser realistas", afirmou.
G.Schulte--BTB