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Oposição na Colômbia escolhe candidata presidencial alinhada a Trump em pressão contra Maduro
O principal partido de oposição da Colômbia escolheu, nesta segunda-feira (15), como candidata para suceder o presidente Gustavo Petro em 2026, uma senadora alinhada a Donald Trump que apoia sua pressão contra o mandatário venezuelano Nicolás Maduro.
A congressista Paloma Valencia será a aposta do partido Centro Democrático, dirigido pelo influente ex-presidente Álvaro Uribe, na corrida presidencial que ocorre em meio ao destacamento militar dos Estados Unidos em águas internacionais próximas à Venezuela.
Quando Trump ordenou essas manobras de combate ao tráfico de drogas em setembro, a advogada e filósofa de 47 anos afirmou em suas redes sociais que "a queda de Maduro" deveria ser o "primeiro passo para que a América Latina seja livre".
Valencia defende valores tradicionais e o combate frontal aos grupos armados ilegais. Nesta segunda, em um discurso moderado diante de apoiadores em Bogotá, promoveu o "punho de ferro" contra a criminalidade e o narcotráfico no maior produtor de cocaína do mundo.
Valencia disse recentemente que, se for eleita como a primeira presidente da Colômbia, trabalharia com os líderes opositores venezuelanos Edmundo González e a Nobel da Paz María Corina Machado.
O secretário de Estado americano Marco Rubio é próximo de dirigentes do Centro Democrático que aplaudem as recentes medidas de Washington contra Petro, como a imposição de sanções econômicas sob a alegação de que ele faz pouco para conter o narcotráfico.
Trump pediu aos eleitores de outros países que votem em seus amigos da direita, como fez com o presidente Javier Milei nas recentes eleições legislativas da Argentina e com o candidato presidencial hondurenho Nasry Asfura. O republicano afirma que também apoiou José Antonio Kast, eleito presidente do Chile neste domingo.
Valencia é neta do ex-presidente conservador Guillermo León Valencia (1962-1966) e se descreve como "a mais leal" dos "soldados" de Uribe, que governou entre 2002 e 2010.
O ex-presidente, que aos 73 anos ainda é uma voz de comando na direita colombiana, encara estas eleições revigorado, depois que um tribunal revogou em outubro sua condenação a 12 anos de prisão domiciliar por suborno a paramilitares e fraude processual.
A campanha é marcada pelo assassinato do senador Miguel Uribe, um dos aspirantes do Centro Democrático.
O político de 39 anos, que não tinha parentesco com o ex-presidente, foi baleado em junho durante um ato público em Bogotá, e morreu após passar dois meses internado em um hospital.
O.Lorenz--BTB