-
Nepal inicia eleições cruciais seis meses após revolta da Geração Z
-
Os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio
-
EUA e Israel garantem que resposta do Irã na guerra está perdendo força
-
Bia Haddad e Badosa são eliminadas na estreia em Indian Wells
-
China define meta de crescimento entre 4,5% e 5% e aumenta orçamento de defesa para 2026
-
Técnico Leonardo Jardim assume no lugar de Filipe Luís no Flamengo
-
Dois terços de Cuba são afetados por apagão
-
Equador expulsa embaixador de Cuba e toda a missão diplomática
-
Senado americano rejeita impor limites aos poderes de Trump em guerra contra Irã
-
Sabalenka anuncia noivado com empresário brasileiro
-
Governo da Colômbia anuncia reabertura do Parque Tayrona, após alertas de violência
-
Cooperação sem limites: presidente da Venezuela recebe secretário do Interir dos EUA
-
Arsenal vence na visita ao Brighton (1-0) e aumenta vantagem sobre City, que empata com Forest
-
Leverkusen vence Hamburgo (1-0) em jogo adiado e é sexto na Bundesliga
-
Toulouse vence Olympique de Marselha nos pênaltis e vai às semis da Copa da França
-
Real Sociedad elimina Bilbao e vai à final da Copa do Rei contra o Atlético de Madrid
-
Submarino dos EUA afunda navio de guerra do Irã em frente ao Sri Lanka
-
Forças israelenses avançam por terra no Líbano; Hezbollah afirma que não vai se render
-
Novo julgamento de Harvey Weinstein por estupro começará em abril
-
Em preparação para Jogos de 2028, Turquia faz grande campanha de naturalização de atletas
-
Forças israelenses avançam por terra no Líbano, onde seguem os bombardeios
-
Pai processa Google após acusar IA de incitar seu filho ao suicídio
-
Espanha se mantém firme e nega 'categoricamente' cooperar com EUA na guerra contra o Irã
-
Submarino dos EUA afunda navio de guerra do Irã em frente à costa do Sri Lanka
-
Air France anuncia suspensão de voos a Cuba por escassez de combustível
-
Nubank fecha acordo para dar nome ao novo estádio do Inter Miami
-
Dois terços de Cuba estão sem energia, inclusive Havana, por falha na rede
-
IA deve evitar reproduzir erros das redes sociais, avalia Character.AI
-
Norris inicia busca pelo bicampeonato no GP da Austrália em uma 'nova' F1
-
Submarino dos EUA afunda navio de guerra iraniano na costa do Sri Lanka
-
Mojtaba Khamenei, candidato a suceder ao pai como líder supremo do Irã
-
Senado americano examina limites aos poderes de Trump na guerra contra Irã
-
'Hora de partir': super-ricos de Dubai pagam fortunas para fugir da guerra
-
IA ainda não elimina empregos em massa na Europa, dizem economistas do BCE
-
Venezuela cresceu quase 9% em 2025 graças ao petróleo (Banco Central)
-
Polícia Federal prende Daniel Vorcaro em escândalo do Banco Master
-
Desconexão e privacidade: celulares atípicos se destacam no Congresso Mundial de Telefonia
-
'Guerra de narrativas': conflito no Oriente Médio gera onda de desinformação
-
'Ninguém estará pronto', diz Pierre Gasly sobre 1º GP da temporada da F1
-
Partido das Farc joga sua última cartada na Colômbia: 'não tem sido fácil'
-
Acusado por naufrágio de submarino argentino diz que embarcação tinha 'condições de navegar'
-
Novos ataques israelenses deixam 11 mortos no Líbano, onde se intensifica a ofensiva
-
Irã anuncia que controla o Estreito de Ormuz, via crucial para o tráfego de combustíveis
-
Netanyahu aposta seu futuro político na guerra contra o Irã
-
Seleção feminina do Irã está 'muito preocupada' com suas famílias no país
-
Primárias do Texas marcam o início das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos
-
Últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio
-
Espanha aumenta tensão com EUA ao não ceder suas bases contra o Irã
-
Shakespeare teria rejeitado o streaming, diz equipe de 'Hamnet'
-
Irã ausente da Copa de 2026? Em Los Angeles, a diáspora espera ansiosa
Opositor Navalny foi 'envenenado' na prisão pela Rússia, afirmam cinco países europeus
O opositor Alexei Navalny, que morreu em fevereiro de 2024 em circunstâncias obscuras em uma prisão russa, foi envenenado por Moscou com uma toxina rara, segundo uma investigação divulgada neste sábado (14) pelo Reino Unido.
"Sabemos que o Estado russo usou essa toxina letal para atingir Navalny por medo de sua oposição", afirmou o Ministério das Relações Exteriores britânico em um comunicado conjunto com Suécia, França, Países Baixos e Alemanha, à margem da Conferência de Segurança de Munique.
Os cinco países baseiam-se em uma "análise de amostras" de seu corpo.
A toxina epibatidina contida na pele das rãs-dardo originárias do Equador foi encontrada em amostras e "muito provavelmente causou sua morte", afirmaram por ocasião do segundo aniversário da morte do opositor.
Crítico ferrenho do presidente russo, Vladimir Putin, ele morreu em circunstâncias misteriosas em uma prisão no Ártico em fevereiro de 2024, quando cumpria uma pena de 19 anos de prisão.
"Apenas o Estado russo tinha os meios, um motivo e a oportunidade de utilizar essa toxina letal para atacar Navalny durante sua prisão em uma colônia penal russa na Sibéria, e o consideramos responsável por sua morte", acrescentou Londres.
A esposa de Navalny, Yulia Navalnaya, disse em setembro passado que a análise laboratorial de amostras biológicas concluiu que ele foi envenenado.
"Há dois anos (...) subi ao palco e disse: 'Vladimir Putin matou meu marido' (...) E hoje essas palavras se tornaram um fato comprovado cientificamente", declarou neste sábado, à margem da Conferência anual sobre Segurança de Munique.
"Hoje, ao lado de sua viúva, o Reino Unido lança luz sobre o bárbaro complô do Kremlin para silenciar sua voz", afirmou em comunicado a secretária de Estado britânica para as Relações Exteriores, Yvette Cooper, que se reuniu com Navalnaya.
Os países afirmam ter denunciado a Rússia à Organização para a Proibição das Armas Químicas (OPAQ).
"Estamos ainda mais preocupados com o fato de que a Rússia não tenha destruído todas as suas armas químicas", alertaram os países, que acusam Moscou de violar a Convenção sobre Armas Químicas.
Navalny já havia sido envenenado anteriormente com o agente nervoso Novichok em 2020, enquanto fazia campanha na Sibéria.
Na ocasião, foi transferido para a Alemanha, onde passou meses em tratamento.
O ativista anticorrupção havia mobilizado centenas de milhares de pessoas em toda a Rússia em protestos contra o Kremlin.
Y.Bouchard--BTB