-
'Au-Au', exclamam os clientes dos novos cafés da moda em Paris
-
Rumo à 6ª Copa do Mundo, Cristiano Ronaldo lidera lista de convocados de Portugal
-
'Estamos aqui só para jugar futebol', diz técnico de time norte-coreano em viagem à Coreia do Sul
-
Experiência com realidade virtual em Cannes permite viver 'Black Mirror'
-
Empresas de navegação CMA CGM e Hapag-Lloyd suspendem fretes a Cuba por sanções dos EUA
-
Adversária do Brasil na Copa, Escócia divulga lista de convocados com Robertson, McGinn e McTominay
-
ONU prevê que crescimento global irá desacelerar em 2026 devido às tensões geopolíticas
-
EUA sanciona ativista mexicano por suposto vínculo com o narcotráfico
-
Nem bombas nem tiros: moradores de Havana rejeitam guerra em Cuba, mas pedem mudanças
-
Civis iranianos aprendem a manejar armas para se defender dos EUA
-
IA revoluciona o mundo fechado do cinema em Cannes
-
Casamentos coletivos em Teerã une casais dispostos ao sacrifício na guerra contra EUA e Israel
-
Defensores alertam que mudanças em projeto de lei sobre estupro na Itália podem beneficiar agressores
-
Ex-premiê espanhol Zapatero investigado por suposto tráfico de influência
-
Filho do fundador da Mango foi preso e está sendo investigado pela morte do pai
-
Almodóvar e seu 'Natal Amargo' entram em cena em Cannes
-
Tailândia reduz de 60 para 30 dias período de estadia sem visto para turistas
-
Putin visita China para reafirmar laços inabaláveis após viagem de Trump
-
Diretor da OMS está 'profundamente preocupado' com escala e velocidade da epidemia de ebola
-
Três pessoas morrem em ataque a tiros em mesquita nos EUA; dois suspeitos encontrados sem vida
-
EUA realizará controles de detecção de ebola em aeroportos
-
Biólogos instalam armadilhas para ratos em Ushuaia para descartar hantavírus
-
Três pessoas morrem em ataque a tiros em mesquita nos EUA; dois supostos agressores mortos
-
Trump fala em "boas chances" de chegar a acordo com Irã
-
Manchester City se prepara para adeus de Guardiola, segundo imprensa inglesa
-
Musk sofre golpe ao ter processo contra OpenAI descartado por júri
-
Distúrbios em marcha massiva em La Paz contra o governo da Bolívia
-
SNC Scandic Coin e Biconomy: Ativos do mundo real regulamentados encontram infraestrutura de negociação global
-
Neymar na Copa: os números por trás do sonho realizado do camisa 10
-
Cuba adverte sobre "banho de sangue" se EUA agredir ilha; Washington impõe sanções
-
Neymar retorna à Seleção para a Copa do Mundo de 2026
-
Arsenal vence Burnley e fica perto do título inglês
-
Com Neymar, Ancelotti anuncia lista de convocados para a Copa do Mundo
-
EUA anuncia sanções contra ministros e serviço de inteligência cubanos
-
OMS alerta para 'época perigosa' em meio a crises do ebola e do hantavírus
-
Benjamin Pavard confirma saída do Olympique de Marselha
-
Trump diz que adiou ataque contra o Irã a pedido de países do Golfo
-
Trump mantém controle sobre republicanos, apesar da baixa popularidade
-
Polícia e manifestantes pedindo renúncia do presidente se enfrentam em La Paz
-
Provas-chave são admitidas em julgamento por homicídio de CEO de seguro de saúde nos EUA
-
Real Madrid anuncia saída de Dani Carvajal ao término da temporada
-
Trump retira ação de US$ 10 bilhões por vazamento de suas declarações de imposto
-
Dembélé passará por 'tratamento' nos próximos dias devido a desconforto muscular
-
Federação Internacional de Ginástica retira restrições contra russos e bielorrussos
-
Universitários cubanos veem futuro 'comprometido' entre apagões e ensino à distância
-
Empresa do grupo indiano Adani pagará US$ 275 milhões aos EUA para encerrar caso sobre Irã
-
Aluguel de referência passa de R$ 25 mil pela primeira vez em Manhattan
-
Hansi Flick renova com o Barcelona até 2028
-
Meia espanhol Fermín López sofre fratura no dedo do pé e está fora da Copa
-
Homem é julgado na França por estuprar e torturar a companheira
Trump ordena bloqueio do Estreito de Ormuz após fracasso das negociações com o Irã
Donald Trump ordenou neste domingo (12) o bloqueio da navegação do Estreito de Ormuz, após denunciar que o Irã manteve uma postura "inflexível" sobre suas ambições nucleares nas negociações no Paquistão para pôr fim a seis semanas de guerra no Oriente Médio.
O fracasso das negociações em Islamabad gera preocupação com o destino da frágil trégua e com a possibilidade de que a retomada dos combates provoque um aumento dos preços da energia, com consequências para a economia mundial.
O presidente americano reconheceu que as conversas transcorreram "bem" e que havia sido alcançado um acordo na maioria dos pontos, exceto na questão nuclear, em uma publicação na Truth Social.
Trump anunciou que a Marinha dos Estados Unidos iniciará, com "efeito imediato", um bloqueio a todos os navios que tentem entrar ou sair do Estreito de Ormuz e afirmou que começará a "destruir" as minas marítimas colocadas pelo Irã.
"Em breve começará o bloqueio. Outros países estarão envolvidos", acrescentou, sem dar mais detalhes.
Desde o início da guerra - que já provocou milhares de mortes, sobretudo no Irã e no Líbano -, Teerã mantém um controle rígido da passagem por esse estreito, por onde transitava um quinto das exportações globais de petróleo.
O Irã permitiu a passagem de navios de países considerados aliados, como a China, e há relatos não confirmados de que Teerã quer cobrar pedágios nessa rota.
No Irã, a Guarda Revolucionária respondeu a Trump afirmando que suas forças mantêm "o controle total" do estreito e advertiu que seus inimigos ficariam presos em um "redemoinho mortal" se dessem qualquer passo em falso.
A agência de notícias Fars, do Irã, informou neste domingo que dois petroleiros com bandeira do Paquistão que se dirigiam ao estreito haviam dado meia-volta.
O Irã informou neste domingo que o Instituto de Medicina Legal contabilizou 3.375 mortos durante a guerra. Já a ONG Human Rights Activists News Agency (HRANA), com sede nos Estados Unidos, registrou até 6 de abril pelo menos 3.597 mortos, dos quais 1.665 eram civis, entre eles ao menos 248 crianças.
Estados Unidos e Israel atacaram o Irã em 28 de fevereiro, e a República Islâmica respondeu com bombardeios contra países do Golfo, contra alvos americanos e com mísseis lançados contra localidades em Israel, o que arrastou todo o Oriente Médio para um conflito que abalou a economia global.
- "Acabar com o Irã" -
Trump retomou sua estratégia de ameaças neste domingo e afirmou que "poderia acabar com o Irã em um único dia" em entrevista à Fox News.
O presidente advertiu que pode "acabar com todo o seu sistema energético" e alertou a China de que, se der ajuda militar ao Irã, imporá tarifas de 50%.
O mais recente ultimato de Trump ocorreu após o fracasso das negociações para assegurar um acordo que permita o fim da guerra.
O vice-presidente americano JD Vance, que liderou a delegação dos Estados Unidos, lamentou a falta de um "compromisso firme" do Irã de renunciar à posse de armas nucleares.
O Irã insiste em seu direito de manter um programa nuclear com fins civis, mas os países ocidentais o acusam de querer se dotar de armas nucleares.
"Sempre disse, desde o início, e há muitos anos, que O IRÃ NUNCA TERÁ UMA ARMA NUCLEAR", declarou Trump ao anunciar o bloqueio do Estreito de Ormuz.
Especialistas afirmaram que impedir o trânsito por essa passagem marítima crucial em meio ao cessar-fogo de duas semanas, após as negociações em Islamabad, atingiria a credibilidade dos Estados Unidos diante do mundo.
"Impor um bloqueio no Estreito de Ormuz neste momento, mesmo que possa ser implementado - o que continua sendo uma questão em aberto -, é desconcertante e parece contraproducente", disse Shibley Telhami, professor de paz e desenvolvimento da Universidade de Maryland.
Irã e Estados Unidos chegaram às conversas no Paquistão com posições iniciais muito distantes. Esse diálogo foi a reunião de mais alto nível entre os dois países desde a Revolução Islâmica de 1979.
- "Concessões dolorosas" -
O Paquistão, como país mediador, afirmou que continuará facilitando o diálogo e instou ambas as partes a seguirem respeitando a trégua temporária, estabelecida inicialmente por duas semanas para buscar um acordo de paz duradouro.
"É imperativo que as partes continuem respeitando seu compromisso com um cessar-fogo", declarou o chanceler paquistanês.
As exigências iranianas para qualquer acordo que ponha fim à guerra também incluem o desbloqueio dos bens iranianos sujeitos a sanções e o fim da guerra de Israel contra o Hezbollah no Líbano.
O porta-voz de política externa da UE insistiu que a diplomacia é "essencial para resolver as questões pendentes".
O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, conversou por telefone com o sultão de Omã, Haitham bin Tariq, e ambos concordaram que "era vital que o cessar-fogo continuasse, e que todas as partes evitassem novas escaladas".
O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou em conversa com o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, que está disposto a ajudar na mediação dos esforços para alcançar a paz.
burs/pb/hgs/pc-an/hgs/lb/dga/lm-jc
A.Gasser--BTB