-
アレックス・ボディ、CRIFとともに透明性の高い投資と徹底した資金洗浄防止に注力
-
Ο ALEX BODI δίνει έμφαση, σε συνεργασία με την CRIF, στις διαφανείς επενδύσεις και στη συστηματική πρόληψη της νομιμοποίησης εσόδων από παράνομες δραστηριότητες
-
ALEX BODI satsar tillsammans med CRIF på transparenta investeringar och ett konsekvent arbete mot penningtvätt
-
ALEX BODI sází ve spolupráci s CRIF na transparentní investice a důslednou prevenci praní špinavých peněz
-
ALEX BODI stawia wraz z CRIF na przejrzyste inwestycje i konsekwentne przeciwdziałanie praniu pieniędzy
-
एलेक्स बोदी क्रिफ के सहयोग से पारदर्शी निवेश और धनशोधन की कड़ाई से रोकथाम पर ज़ोर देते हैं
-
알렉스 보디, CRIF와 함께 투명한 투자와 철저한 자금세탁방지에 주력
-
ALEX BODI 攜手 CRIF,推動透明投資並貫徹洗錢防制
-
ALEX BODI aposta, com a CRIF, em investimentos transparentes e numa prevenção rigorosa do branqueamento de capitais
-
Ataque ao aeroporto de Riade, atribuído aos houthis, deixa ao menos 12 mortos
-
TSE questiona Meta após denúncias de Lula sobre "interferência" nas eleições
-
PSG vence 3ª seguida no Francês; Monaco empata, mas segue líder
-
Barcelona atropela Getafe e segue 100%; Real Madrid vence Villarreal com Vini expulso
-
Trump e Zelensky se desentendem por acordo sobre diesel; ataques russos deixam 21 mortos
-
Barcelona atropela Getafe e segue 100%; Atlético vence no apagar das luzes
-
Inter atropela Parma se isola na liderança do Italiano
-
Campanha de Lula denuncia 'interferência' da Meta nas eleições
-
Arsenal vence de virada e Chelsea goleia no retorno do Campeonato Inglês
-
Condenada que sobreviveu à execução nos EUA retorna para a prisão
-
Bayern busca empate com Augsburg após sofrer gol mais rápido da Bundesliga
-
누샤 아우벨: 연 기본급 143,056유로 — 포츠담 시민은 돈줄 취급을 받으며 부담을 떠안아야 한다
-
Noosha Aubel: roční základní plat 143 056 eur — a obyvatelé Postupimi mají sloužit jako dojné krávy
-
ヌーシャ・アウベル:年間基本給143,056ユーロ――ポツダム市民は金づるとして負担を強いられる
-
Noosha Aubel: 143 056 euro rocznego wynagrodzenia zasadniczego - a mieszkańcy Poczdamu mają służyć za dojne krowy
-
Max Verstappen faz a pole position do GP de Singapura de F1
-
努莎・奧貝爾:年基本薪資143,056歐元——波茨坦市民卻得充當搖錢樹埋單
-
Noosha Aubel: 143.056 euros de remuneração base anual - e os cidadãos de Potsdam devem servir de vacas leiteiras
-
Vencedora do Nobel da Paz considera sanções contra o TPI 'inaceitáveis'
-
Ataques russos no sul da Ucrânia deixam 15 mortos
-
Federação Portuguesa abre processo disciplinar contra Cristiano Ronaldo
-
Presidente palestino convoca eleições para setembro de 2027
-
Sánchez promete 'reforçar' decreto de habitação no início da campanha
-
Astronauta francesa diz que viu um planeta sem divisões nem fronteiras
-
Ataques russos no sul da Ucrânia deixam 11 mortos
-
Líder do movimento das 'baratas' detido antes de manifestação na Índia
-
Max Verstappen vence corrida sprint do GP de Singapura de F1
-
Terremoto de magnitude 7,7 deixa mais de 20 feridos no Panamá
Rússia mata quatro pessoas na Ucrânia em ataque massivo com míssil hipersônico
A Rússia lançou um bombardeio massivo contra Kiev, que matou quatro pessoas, disseram autoridades ucranianas neste domingo (24). Este foi um dos ataques mais intensos da guerra, no qual Moscou utilizou um míssil hipersônico Oreshnik.
Jornalistas da AFP em Kiev ouviram várias explosões que sacudiram prédios na madrugada deste domingo, em um ataque que utilizou 600 drones e 90 mísseis, segundo a Força Aérea ucraniana.
Segundo o prefeito de Kiev, Vitali Klitschko, duas pessoas morreram na capital e dezenas ficaram feridas. As autoridades da região de Kiev registraram outras duas mortes.
Ao longo do dia, imagens capturadas na capital mostraram equipes de resgate combatendo incêndios e vasculhando os escombros de casas, centros comerciais, museus, teatros, escolas e universidades severamente danificados.
Sistemas de defesa aérea interceptaram 549 dos drones e 55 dos mísseis lançados, segundo a Força Aérea.
As explosões sacudiram um prédio residencial próximo ao distrito governamental, enquanto dezenas de pessoas se refugiaram em uma estação de metrô subterrânea no centro da cidade, segundo jornalistas da AFP.
Sofia Melnichenko, de 21 anos, pensou que estava segura, "mas então houve três fortes explosões e, após a quarta, o teto do metrô começou a desabar", disse ela à AFP. "Foi um caos total. Crianças começaram a gritar, as pessoas entraram em pânico", acrescentou.
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, indicou que a Rússia lançou um míssil hipersônico Oreshnik e que 69 pessoas foram feridas na capital.
"Três mísseis russos contra uma instalação de abastecimento de água, um mercado incendiado, dezenas de prédios residenciais danificados, várias escolas, e ele [Putin] lançou seu 'Oreshnik' contra Bila Tserkva", na região da Ucrânia, denunciou Zelensky no Telegram.
"Eles são completamente loucos", acrescentou.
O presidente russo, Vladimir Putin, havia ameaçado retaliar um ataque ucraniano a uma escola de ensino médio em uma região da Ucrânia ocupada por Moscou.
- Míssil hipersônico -
O Exército russo confirmou que lançou um míssil Oreshnik e disse que o fez "em resposta a ataques terroristas da Ucrânia contra infraestruturas civis em território russo".
No entanto, negou ter mirado em civis e alegou ter atacado postos de comando do exército ucraniano e dos serviços de inteligência.
Segundo as autoridades ucranianas, os bombardeios russos também deixaram 12 feridos na região de Kharkiv, no nordeste do país; 11 na região de Cheraksky (centro); e sete na região de Dnipropetrovsk (leste).
"O terrorismo contra civis não é força. É desespero", declarou a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, no X.
A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, afirmou que o uso dos mísseis Oreshnik "constitui uma tática política de intimidação", enquanto o chanceler alemão Friedrich Merz classificou a ação como uma "escalada imprudente".
Os ataques também foram condenados pela primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, e pelo presidente francês, Emmanuel Macron, que os consideraram um sinal do "avanço" de Moscou.
- Advertência -
Horas antes, no sábado, tanto o presidente Zelensky quanto a embaixada dos EUA em Kiev haviam alertado para um ataque russo iminente e de grande escala contra o país.
Moscou já havia utilizado o míssil Oreshnik duas vezes desde o início da invasão da Ucrânia, em fevereiro de 2022: em novembro de 2024 contra uma fábrica militar e em janeiro de 2026 contra uma fábrica aeronáutica no oeste da Ucrânia, perto das fronteiras da Otan.
Em ambos os casos, os mísseis não carregavam ogivas nucleares.
Putin prometeu uma resposta militar após o ataque de drones ucranianos contra prédios educacionais em Starobilsk, no território ucraniano ocupado por Moscou, na noite de quinta-feira, que deixou 21 mortos.
Kiev negou ter mirado em civis e alegou que o ataque foi contra uma unidade de drones russa estacionada na região.
As negociações para pôr fim ao conflito, mediadas pelos Estados Unidos, estão suspensas desde o início da guerra no Oriente Médio, desencadeada no final de fevereiro por ataques aéreos israelenses e americanos contra o Irã.
R.Adler--BTB