-
Justiça argentina restabelece limites para a venda de terras a estrangeiros
-
Protestos estudantis geram cenas de caos em Bruxelas
-
Rubio insta opositores venezuelanos a participar da negociação com o governo
-
Trump cria painel para investigar governadora do Fed
-
EUA impõe sanções ao TPI após Nobel a sua ex-magistrada Pillay
-
Documentário retrata a vida privada de figura do Vale do Silício condenada por fraude
-
Preços do diesel e dos fertilizantes põem à prova apoio de agricultores dos EUA aos republicanos
-
China e União Europeia reforçam diálogo comercial e alcançam acordos sobre veículos híbridos
-
Ex-príncipe Andrew é indenizado em 300 mil libras por deixar residência de Windsor
-
Jair Bolsonaro buscará revanche caso seu filho assuma o poder
-
Partido de Machado pede a revogação 'imediata' da inabilitação política de sua líder na Venezuela
-
Pillay dedica seu Nobel da Paz aos 'sobreviventes de crimes internacionais'
-
EUA transmitirá ao vivo execução de condenado por ataque militar
-
Dois quadros de Renoir roubados de museu na França são encontrados
-
França prende mais de 5 mil menores em protestos estudantis
-
Irã descarta negociar com os EUA sob pressões e ameaças
-
Navi Pillay, a ativista sul-africana de direitos humanos que conquistou o Prêmio Nobel da Paz
-
Netanyahu convida Flávio Bolsonaro para visitar Israel
-
ONU denuncia como 'tortura' a execução ao vivo anunciada nos EUA
-
Polícia de imigração fere a tiros dominicano em Nova York
-
Juíza sul-africana Navi Pillay ganha o Nobel da Paz
-
Trump descarta ataques contra o Irã antes das eleições nos EUA
-
Juíza sul-africana Navi Pillay ganha o Prêmio Nobel da Paz
-
Partido pede levantamento imediato da inabilitação de María Corina na Venezuela
-
EUA vai transmitir ao vivo fuzilamento de condenado por ataque a base militar
-
Montagliani pretende permanecer na Concacaf e abre caminho para reeleição de Infantino
-
Miami Fashion Week® celebra seu décimo aniversário com uma edição histórica, de 13 a 18 de outubro de 2026
-
Equador vai contar com drones dos EUA em guerra contra o narcotráfico
-
Trump chama Musk de 'tesouro nacional' após entrega de medalha
-
Milhares de pessoas homageiam Maricarmen Abascal em marcha em Madri
-
Liverpool-Manchester City é destaque na volta das ligas europeias
-
Fuzilamento de condenado por ataque a base militar nos EUA será transmitido ao vivo
-
EUA suspende Microsoft de programa de vistos, diz vice-presidente
-
Bombardeio russo contra dois ônibus deixa 30 mortos na Ucrânia
-
'Ressurreição' de Verstappen é posta à prova no GP de Singapura
-
Xhaka, da seleção suíça, é multado por certificados falsos de vacinação contra Covid
-
Veículos expulsos da Casa Branca pedem a juiz que garanta seu acesso
-
Protestos estudantis, símbolo do mal-estar em uma França endividada
-
Alcaraz chega "mentalmente descansado" ao final da temporada de tênis
-
TPI declara ex-presidente filipino Duterte em condições de ser julgado
-
EUA apresenta nova acusação contra presidente deposto da Venezuela Maduro e esposa por tortura
-
NBA mantém seu plano de campeonato na Europa, apesar da rejeição da Euroliga
-
Confederação Africana reafirma apoio a Infantino para reeleição na Fifa
-
Andreeva vai enfrentar Bartunkova nas semifinais do WTA 1000 de Pequim
-
Ceferin será candidato à reeleição para presidente da Uefa em 2027
-
Exclusão de mulheres em algumas universidades gera critícas na Síria
-
Quatro astronautas da Crew-12 retornam à Terra
-
Estados Unidos desejam uma 'Europa forte', afirma Marco Rubio
-
'Lutando por nosso futuro': estudantes convocam novos protestos na França
-
OMC eleva previsão de crescimento do comércio de mercadorias impulsionado pela IA
Israel e Hezbollah concordam com cessar-fogo no Líbano
Israel e o Hezbollah concordaram nesta sexta-feira (19) com um cessar-fogo, informou um funcionário americano, depois que combates entre o Exército israelense e o grupo libanês ameaçaram o acordo para encerrar a guerra no Oriente Médio.
Após anunciar a morte de quatro soldados no Líbano, Israel lançou bombardeios naquele país, que deixaram 47 mortos, anunciou o Ministério da Saúde libanês. Foi o maior episódio de violência desde o anúncio de um acordo entre Washington e Teerã esta semana.
O acordo prevê um cessar-fogo "em todas as frentes, incluído o Líbano", uma condição na qual Teerã, aliado do Hezbollah, tinha insistido para encerrar o conflito.
Um funcionário americano informou mais cedo à AFP que Israel e o Hezbollah haviam concordado com um cessar-fogo com efeito imediato, negociado por mediadores americanos após conversas com Israel e Irã.
Um diplomata do Golfo, que falou sob a condição do anonimato, confirmou a trégua mediada "por Catar, Estados Unidos e Irã". Logo após o anúncio, porém, a agência de notícias estatal libanesa NNA reportou um ataque israelense na cidade de Sejoud e um correspondente da AFP ouviu tiros de artilharia na cidade de Nabatieh, ambas no sul do país.
As negociações na Suíça entre Estados Unidos e Irã para trabalhar na direção de uma solução duradoura foram adiadas. Em telefonema com o secretário de Estado americano, Marco Rubio, o presidente libanês, Joseph Aoun, ressaltou hoje que um cessar-fogo total deveria ser garantido para que as negociações com Israel avançassem.
O Departamento de Estado anunciou a retomada das negociações de 23 a 25 de junho, em Washington. As discussões serão uma oportunidade para "conseguir avanços rumo a uma paz duradoura", disse o porta-voz do Departamento, segundo o qual, durante o telefonema com Aoun, "Rubio reiterou a necessidade de desarmar o Hezbollah e restabelecer o controle sobre todo o território libanês".
O embaixador israelense nos Estados Unidos, Yechiel Leiter, disse que seu país se comprometeria com um cessar-fogo se o Hezbollah o respeitasse.
- 'Todo o Líbano deve arder' -
Durante o dia, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, tinha ameaçado fazer o Hezbollah "pagar um preço muito alto" pela morte de militares israelenses e insistiu que suas forças continuariam no sul do Líbano.
"Todo o Líbano deve arder", declarou, por sua vez, o ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir, de extrema direita, levando o chanceler iraniano Abbas Araghchi a acusar Israel de querer "guerra permanente".
Muitos moradores fugiram do sul do país após os ataques, apertados em carros, alguns com colchões e pertences amarrados sobre os veículos, constatou um correspondente da AFP na região de Tiro.
"Estávamos em casa quando, de repente, começaram os bombardeios. Nenhuma cidade, nenhuma casa foi poupada", contou Zeinab Naser, de 69 anos, em meio a um congestionamento em Sidon, no sul do Líbano.
"Os aviões militares israelenses nunca deixam o céu. Esperamos que esse veneno [Israel] vá embora do nosso país e possamos viver", acrescentou.
- 'Não há pressa' -
No plano diplomático, o governo suíço anunciou o adiamento, sem nova data definida, das negociações previstas para esta sexta-feira entre Teerã e Washington.
A princípio, anunciou-se que este encontro devia servir para selar o pacto, mas por fim a assinatura foi feita eletronicamente pelos presidentes dos dois países, Donald Trump e Masoud Pezeshkian.
O líder supremo iraniano, Mojtaba Khamenei, disse que o tinha aprovado, mas com reservas. No futuro, serão realizadas "negociações cara a cara" com os Estados Unidos, mas isso não "significa aceitar o ponto de vista do inimigo", assegurou na quinta-feira.
Como o texto já está assinado, "não há pressa em realizar este encontro na Suíça, mas planejamos uma reunião nos próximos dias", explicou o porta-voz da Chancelaria iraniana, Esmaeil Baqaei.
"Os próximos 60 dias serão cruciais. Podemos chegar a um acordo global, mas também esperamos um acordo incompleto, com algumas lacunas", afirmou uma fonte diplomática dos Emirados Árabes Unidos.
- Tráfego em Ormuz -
O tráfego no Estreito de Ormuz, que havia sido retomado na véspera, foi reduzido hoje, diante das novas exigências iranianas. As embarcações que desejarem atravessá-lo devem apresentar um pedido com 48 horas de antecedência.
No começo da guerra, o Irã fechou o Estreito, ao que os Estados Unidos responderam bloqueando os portos iranianos, uma medida revogada ontem.
Segundo os termos do protocolo, nenhuma taxa será cobrada por um período de 60 dias, informou a TV estatal iraniana, citando um comunicado do Conselho Supremo de Segurança Nacional.
Os preços do petróleo se estabilizaram hoje em torno dos 80 dólares para o barril do tipo Brent.
burx-tq-apz/mr-arm-jvb/meb/fp/jc/dbh/lm-jc/mvv-lb
O.Bulka--BTB