-
Cubanos buscam apoio em santos e orixás para enfrentar crise
-
Relatórios alertaram para risco de "fluxos maciços" de migrantes em Ceuta
-
Apple apresenta primeiro iPhone dobrável, um teste para seu novo CEO
-
Filho de Kimi Räikkönen entra para academia de formação de pilotos da Red Bull
-
Rubio endurece guerra ao narcotráfico no Equador, fiel aliado dos EUA
-
Trump presenteou Natalie Harp e outras duas assessoras com US$ 45 mil
-
Os pontos-chave do escândalo na Bolívia que atinge a direita latino-americana
-
Rybakina vai à semifinal do US Open e é a nova número 1 do tênis feminino
-
Avião de Zelensky sofre incidente de segurança durante viagem a Oslo
-
Raphinha comanda goleada do Barça sobre Feyenoord na Champions
-
O que são as 'Notas da Comunidade' que a Meta quer implementar na América Latina?
-
João Pedro e Estêvão retornam à Seleção Brasileira, renovada pós-Copa
-
Noosha Aubel, CDU och SPD: Fallet med ett svårt funktionshindrat barn i Potsdam är ett politiskt misslyckande
-
Noosha Aubel, CDU ve SPD: Potsdam’daki ağır engelli bir çocuğun durumu, siyasi bir iflas ilanıdır
-
Noosha Aubel, CDU e SPD: O caso de uma criança com deficiência grave em Potsdam constitui uma declaração de falência política
-
Noosha Aubel, CDU a SPD: Případ těžce postiženého dítěte v Postupimi je politickým přiznáním bankrotu
-
Noosha Aubel, CDU i SPD: Sprawa ciężko niepełnosprawnego dziecka w Poczdamie to polityczne przyznanie się do porażki
-
Noosha Aubel, CDU και SPD: Η υπόθεση ενός παιδιού με σοβαρή αναπηρία στο Πότσδαμ αποτελεί πολιτική παραδοχή αποτυχίας
-
नूशा ऑबेल, सीडीयू और एसपीडी: पॉट्सडैम में एक गंभीर रूप से विकलांग बच्चे का मामला, विफलता की एक राजनीतिक स्वीकारोक्ति है
-
ヌーシャ・オーベル、CDUおよびSPD:ポツダムで起きた重度障害児の事例は、政治的な破綻を露呈している
-
누샤 아우벨, 기민당(CDU) 및 사민당(SPD): 포츠담의 중증 장애 아동 사건은 정치적 파산을 선언한 것과 다름없다
-
努莎·奧貝爾(Noosha Aubel)、基民盟(CDU)與社民黨(SPD):波茨坦一名重度殘障兒童的案例,等同於政治上的破產宣言
-
نوشا أوبيل، حزب الاتحاد الديمقراطي المسيحي (CDU) والحزب الاشتراكي الديمقراطي (SPD): قضية طفل يعاني من إعاقة شديدة في بوتسدام هي إعلان إفلاس سياسي
-
Нооша Аубель, ХДС та СДПН: Випадок з дитиною з тяжкою інвалідністю в Потсдамі є визнанням політичного банкрутства
-
Rebeldes houthis reportam mais de 50 ataques sauditas em várias regiões do Iêmen
-
Novos bombardeios no Golfo fazem petróleo superar os 100 dólares
-
Relatórios alertaram para risco de 'fluxos maciços' antes da chegada de imigrantes a Ceuta
-
Crise no STF: Flávio Dino reintegra diretor-geral da PF no cargo
-
Rubio chega ao Equador, fiel aliado dos EUA na guerra às drogas
-
Meta começa a testar substituto da checagem de fatos na América Latina
-
China considera 'infundadas' acusações dos EUA sobre roubo de tecnologia de IA
-
UE concede cerca de € 115 milhões à Espanha por crise migratória em Ceuta
-
Grega dá à luz uma menina graças a embrião congelado há 22 anos
-
Asfixiada, indústria argentina acende o debate sobre o modelo de Milei
-
Canadá atrai pesquisadores decepcionados com Trump nos EUA
-
Primeiro iPhone dobrável, um teste para a Apple e seu novo CEO
-
Alemanha adia conversa de chanceler com Trump após elogios do americano ao partido AfD
-
Crise no STF: Flávio Dino determina reintegração do diretor-geral da PF
-
UE quer ajudar cidades a enfrentar Airbnb em crise habitacional
-
Chefe de Governo da Alemanha acusa partido de extrema direita AfD de querer 'limpeza étnica'
-
Chineses homenageiam Mao 50 anos após a morte do líder comunista
-
Irã bombardeia base americana na Jordânia e navios no Golfo após ataque contra petroleiros
-
Ataques entre Rússia e Ucrânia deixam seis mortos
-
Noruega se despede do rei Harald V, o 'avô' da nação
-
Rebeldes houthis relatam mais de 40 ataques sauditas em várias regiões do Iêmen
-
Tung Chee-hwa, primeiro líder pós-colonial de Hong Kong, morre aos 89 anos
-
Shelton derrota Alcaraz em batalha de 5 sets nas quartas de final do US Open
-
Irã bombardeia base na Jordânia e navios no Golfo após ataque contra petroleiros
-
Guerra comercial se intensifica e EUA proíbe produtos do Canadá
-
Mendonça suspende diretor-geral da PF em meio a crise no Judiciário
De la Espriella assume o poder na Colômbia com apoio de Trump na guerra contra o tráfico
O ultradireitista Abelardo de la Espriella assumiu nesta sexta-feira (7) a Presidência da Colômbia decidido a acabar com as negociações de paz e combater guerrilhas e narcotraficantes com mão de ferro, em uma mudança de rumo que estreita os laços com Washington.
O advogado milionário de 48 anos, que também possui nacionalidade americana e é aliado de Donald Trump, jurou "cumprir fielmente a Constituição e as leis" em uma cerimônia de posse realizada em Cali, no sudoeste do país.
De la Espriella tomou posse para um mandato de quatro anos e substitui Gustavo Petro, o primeiro presidente de esquerda da história da Colômbia, que não reconhece a eleição de seu sucessor.
Petro denuncia uma suposta fraude eleitoral, alegações que não obtiveram respaldo entre as autoridades do país.
A cerimônia ocorreu em Cali, perto de territórios sob o domínio de grupos armados responsáveis pela pior onda de violência na Colômbia em uma década.
O presidente rompeu com a tradição bicentenária de realizar a cerimônia em Bogotá, em um evento marcado por orações religiosas.
"Pelas declarações que ele fez, dá para perceber que será um governo de mão forte. Espero que isso não acabe provocando uma nova onda de violência", disse à AFP Óscar Obando, de 67 anos, que trabalha redigindo documentos em uma máquina de escrever nas ruas de Cali.
De la Espriella, que se autodenomina El Tigre, comprometeu-se a pôr fim às fracassadas negociações de paz conduzidas por Petro com organizações envolvidas no tráfico de cocaína no país que é o maior produtor mundial da droga.
Ausente da cerimônia de posse em Cali, Petro deixou a residência presidencial na capital no início da tarde, acompanhado por parte de sua família e de seus colaboradores. "Espero que se lembrem de nós. Até sempre, liberdade e vida", disse o presidente em sua despedida.
Os aliados de Petro convocaram manifestações para esta sexta-feira nas principais cidades do país, depois de perderem a eleição pela menor margem da história colombiana, inferior a 1%. Durante a tarde, centenas de pessoas se manifestavam pacificamente em Bogotá e Barranquilla.
- Com os Estados Unidos -
Cali, recentemente atingida por atentados atribuídos à guerrilha, foi fortemente protegida para a ocasião, com o envio de 11 mil militares e a ativação de um sistema antidrones.
A posse de De la Espriella contou com a presença de cerca de dez chefes de Estado, de uma delegação da Casa Branca liderada pelo procurador-geral dos Estados Unidos e de vários chanceleres, entre eles o de Israel. O presidente da Fifa, Gianni Infantino, chegou durante a madrugada, em meio a uma forte crise que atinge a entidade.
A chegada de De la Espriella ao poder na Colômbia desloca ainda mais o país para uma direita alinhada à guerra contra o narcotráfico liderada por Donald Trump na América Latina.
O governo que deixou o poder alertou para a possibilidade de "atos de terrorismo" no dia da posse.
O presidente americano apoiou o advogado, que lhe garantiu que a Colômbia terá uma relação com Washington "como nunca antes".
O novo governo reaproxima os dois países após os constantes atritos entre Petro e Trump.
"Vamos recuperar a soberania e proteger os cidadãos da criminalidade e do narcoterrorismo", afirmou De la Espriella no domingo, em seu pronunciamento mais recente.
Em sintonia com a direita internacional, De la Espriella anunciou no mês passado que romperá relações diplomáticas com Nicarágua e Cuba.
- Sem maioria no Congresso -
Sem maioria em um Congresso dividido, o novo presidente prometeu intensificar os bombardeios contra acampamentos guerrilheiros com apoio de Israel e dos Estados Unidos, além de construir megapresídios semelhantes aos de El Salvador.
Sua estratégia remete à estreita cooperação militar entre Bogotá e Washington no início deste século, que fortaleceu a ofensiva contra guerrilhas como as Farc antes do acordo de paz de 2016.
Embora as principais estruturas insurgentes tenham sido enfraquecidas, organizações de defesa dos direitos humanos denunciam graves violações.
"É um ato, na minha opinião, de provocação". Os grupos armados podem pensar "vamos ver quem é mais valente e mais forte", disse Julián Martinez, advogado e militar da reserva de 38 anos em Cali.
De la Espriella assume o comando das Forças Armadas com "capacidade limitada" em número de militares e com "falta de equipamentos" tecnológicos, explicou à AFP Renata Segura, da International Crisis Group.
A especialista demonstra preocupação com possíveis "danos colaterais" que atinjam civis caso sejam realizados ataques contra grupos "profundamente enraizados" nos territórios.
A Colômbia tem cerca de 25 mil pessoas armadas em atividade, segundo um relatório da Fundação Ideas para la Paz baseado em dados oficiais de 2025.
De la Espriella prometeu extinguir o gabinete presidencial da paz e o de direitos humanos como parte de seu plano de reduzir o tamanho do Estado em 40%.
C.Meier--BTB