-
Galitos, Barreirense e Basket Santo André vencem na jornada da Proliga
-
Banco central chinês anuncia novo apoio após forte queda das bolsas
-
Justiça brasileira impede Meta de usar conteúdos jornalísticos no treino de IA
-
Nikkei perde 1,42% com pressão sobre empresas ligadas à inteligência artificial
-
PSI abre em alta com EDP Renováveis e EDP entre os destaques
-
Índia busca triplicar estoques de carvão para evitar apagões no verão
-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
-
Vitória democrata amplia escrutínio sobre centros de dados para inteligência artificial
-
Abdul El-Sayed torna-se primeiro muçulmano eleito para o Senado dos EUA
-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
Novo tratamento reduz em 74% o avanço de um câncer raro no sangue
Um tratamento que envolve a modificação genética das células imunológicas do corpo reduziu em 74% o risco de progressão da doença em pessoas com um tipo raro de câncer no sangue, de acordo com os resultados de um estudo divulgados nesta segunda-feira (5).
O ciltacabtagene autoleucel, também conhecido pelo nome comercial Carvykti, foi testado em um ensaio clínico com a participação de 419 pacientes com mieloma múltiplo que não respondiam ao tratamento com quimioterapia comumente indicado, com lenalidomida.
Embora o uso da lenalidomida "tenha se generalizado, também aumentou o número de pacientes cuja doença não responde mais ao tratamento", disse a oncologista Oreofe Odejide na reunião anual da Sociedade Americana de Oncologia Médica, onde os resultados foram apresentados.
Carvykti "oferece resultados notavelmente eficazes em comparação com as opções atuais para os pacientes" e "pode ser usado com segurança em estágios mais precoces do tratamento", acrescentou Odejide, que não participou deste estudo.
No ensaio clínico, metade dos pacientes recebeu Carvykti e a outra metade recebeu uma combinação de medicamentos frequentemente prescritos atualmente, incluindo quimioterapia e esteroides.
"Após um acompanhamento médio de 16 meses, os pesquisadores descobriram que o ciltacabtagene autoleucel reduziu o risco de progressão da doença em 74% em comparação com os tratamentos padrão", segundo um comunicado.
O mieloma múltiplo é um câncer sanguíneo que afeta um tipo de glóbulos brancos chamados células plasmáticas ou plasmócitos, e pode causar danos progressivos nos ossos, rins e sistema imunológico.
A doença afeta sete em cada 100.000 pessoas todo ano, de acordo com a Clínica Cleveland. O risco aumenta com a idade e tem maior incidência em homens e pessoas negras.
Atualmente não há cura para o mieloma múltiplo, embora seu avanço possa ser retardado ou interrompido por um longo tempo.
O novo tratamento envolve a extração das células T com receptor de antígeno quimérico (CAR) do paciente e sua modificação genética em laboratório para que adquiram proteínas específicas chamadas receptores, capazes de buscar e destruir as células cancerosas.
Durante o ensaio clínico, o número de eventos adversos graves ou potencialmente fatais foi ligeiramente maior no grupo que recebeu Carvykti do que no outro (97% contra 94%). Além disso, três quartos dos participantes tiveram uma reação imunológica excessiva e cerca de 5% apresentaram síndrome de neurotoxicidade.
Os pesquisadores continuarão acompanhando todos esses pacientes para determinar os efeitos a longo prazo e o impacto desses tratamentos na qualidade de vida. O teste clínico foi financiado pela Janssen Research & Development e pela Legend Biotech USA.
S.Keller--BTB