-
Galitos, Barreirense e Basket Santo André vencem na jornada da Proliga
-
Banco central chinês anuncia novo apoio após forte queda das bolsas
-
Justiça brasileira impede Meta de usar conteúdos jornalísticos no treino de IA
-
Nikkei perde 1,42% com pressão sobre empresas ligadas à inteligência artificial
-
PSI abre em alta com EDP Renováveis e EDP entre os destaques
-
Índia busca triplicar estoques de carvão para evitar apagões no verão
-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
-
Vitória democrata amplia escrutínio sobre centros de dados para inteligência artificial
-
Abdul El-Sayed torna-se primeiro muçulmano eleito para o Senado dos EUA
-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
Médica e ativista contra a aids Gao Yaojie morre aos 95 anos
A médica e dissidente chinesa Gao Yaojie, reconhecida pelo seu papel como ativista contra a epidemia de aids na China, morreu nos Estados Unidos aos 95 anos.
A ginecologista, que se mudou para Nova York em 2009, morreu em sua casa no último domingo (10), informou à AFP Andrew Nathan, cientista político da Universidade de Columbia, que cuida dos interesses da médica nos Estados Unidos.
Gao ficou conhecida por denunciar a origem e as condições da epidemia de aids enfrentada por trabalhadores rurais da província chinesa de Henan na década de 1990, um movimento que as autoridades tentaram esconder.
Embora sua saúde estivesse "frágil há vários anos, e passasse a maior parte do tempo na cama", a médica estava em condição estável, o que tornou sua morte "repentina e inesperada", acrescentou Nathan.
A chinesa foi uma das primeiras a reconhecer que a misteriosa doença estava matando agricultores em meados da década de 1990 na região central de Henan, e percebeu que muitos deles tinham contraído a aids ou o vírus HIV ao venderem o seu sangue em programas governamentais sob condições sanitárias inadequadas.
As autoridades estimam que ao menos um milhão de trabalhadores rurais contraíram o vírus em Henan desta forma.
Gao foi reconhecida internacionalmente, mas durante anos teve o passaporte negado e permaneceu sob vigilância das autoridades.
A China finalmente admitiu a crise em 2001 e em 2004 homenageou-a pelo seu trabalho. Mas em 2007, a ativista foi colocada em prisão domiciliar para impedir que viajasse aos Estados Unidos para receber um prêmio da então senadora americana Hillary Clinton.
Após a intervenção da senadora e do então presidente chinês, Hu Jintao, as autoridades cederam.
Ela é "simplesmente uma das pessoas mais corajosas que conheço", disse Clinton em 2019, quando publicou a foto de uma visita a Gao em Nova York.
M.Odermatt--BTB