-
Ataques entre Rússia e Ucrânia deixam oito mortos
-
Bombeiros lutam para conter incêndio ao noroeste de Atenas
-
Guatemala declara alerta de 'perigo' após erupção de vulcão
-
Mais de 65 mil pessoas fogem dos incêndios que devastam cidade no noroeste dos EUA
-
Petro diz temer 'guerra civil' na Colômbia após suposta fraude eleitoral
-
Trump afirma que EUA e Irã negociam e alerta para 'última oportunidade'
-
Incêndio na França revela obuses da Segunda Guerra Mundial
-
Mau tempo em cuba dificulta reconexão elétrica após apagão
-
Conselho de Paz tranquiliza Israel após objeções a retirada de Gaza
-
Tarifas de Trump voltam à mira da Justiça nos EUA
-
Crise em Ceuta abre nova frente para premier da Espanha
-
Ex-presidente hondurenho indultado pelos EUA vai se defender em liberdade
-
MLS escolhe Larry Berg como comissário para suceder Don Garber
-
Vladimir Petkovic deixa cargo de técnico da Argélia
-
Vinte e cinco estados democratas processam governo Trump por 'tarifaço'
-
737 MAX 7 da Boeing obtém certificação após vários anos de atrasos
-
Trump diz que EUA e Irã estão negociando e alerta para 'última oportunidade'
-
Real Madrid acerta transferência do atacante Gonzalo García para o Fulham
-
Zelensky demite embaixadora ucraniana nos Estados Unidos
-
Fritz vence Jódar na final em Washington e conquista seu 11º título
-
Trump acusa petroleiras de ganhar 'dinheiro demais' graças à guerra com Irã
-
Eala vence Pegula na final em Washington e conquista seu 1º título WTA
-
Taxa de homicídios recuou no México em 2025
-
Cuba restaura eletricidade após apagão nacional, mas cortes persistem
-
Irmãs Williams recebem convites para disputar duplas do WTA 1000 de Cincinnati
-
Incêndio perto de Bordeaux revela projéteis da Segunda Guerra Mundial
-
Eala vence Pegule na final em Washington e conquista seu 1º título WTA
-
Casa Branca terá reunião sobre regulação da IA na terça-feira
-
Trump diz que Irã deve escolher entre 'acordo' ou 'rendição total'
-
Flick admite que Barça precisa de reforços no ataque
-
Chelsea contrata meia Jordan Henderson, do Brentford e da seleção inglesa
-
Atividade industrial cresce em ritmo acelerado em julho nos EUA
-
Seleção dos EUA renova com técnico Mauricio Pochettino até a Copa de 2030
-
Edin Dzeko renova com Schalke 04 por mais um ano
-
Cuba começa a restabelecer eletricidade após novo apagão nacional
-
Inglaterra e Gales tiveram julho mais seco desde que começaram os registros
-
Espanha defende sua soberania sobre Ceuta após crise migratória
-
Amazon ultrapassa pela primeira vez os US$ 3 trilhões em valor de mercado
-
Ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro será candidata ao Senado
-
Condições de trabalho na América Latina melhoraram pouco em três décadas, diz BID
-
Chefe da UE pede resposta comum para 'reforçar fronteiras' após crise em Ceuta
-
'Ted Lasso' retorna aos gramados com equipe feminina
-
Ataque russo queima oito milhões de livros na Ucrânia, denuncia editora
-
Aung San Suu Kyi, Nobel da Paz presa em Mianmar, reúne-se com delegado da Cruz Vermelha
-
Como formar 'cirurgiões do futuro' no uso de robôs
-
Irã nega negociações com EUA após anúncio de Trump sobre novas conversações
EUA entrega medicamento contra o HIV a dois países africanos
Os Estados Unidos anunciaram, nesta terça-feira (18), a entrega de um novo tratamento contra o HIV a dois países africanos, meses depois de o presidente Donald Trump ter cortado as ajudas internacionais.
Washington planeja ampliar a distribuição do medicamento lenacapavir em colaboração com o Fundo Global de Combate à Aids, Tuberculose e Malária e a farmacêutica americana Gilead Sciences.
Cerca de mil doses foram enviadas para Essuatíni e Zâmbia e começarão a ser distribuídas esta semana, disse o diretor-executivo do Global Fund, Peter Sands.
Os Estados Unidos planejam financiar dois milhões de doses para países africanos de baixa e média renda até 2028, disse o coordenador de ajuda internacional do Departamento de Estado, Jeremy Lewin.
Essa meta pode ser alcançada antes, em meados de 2027.
O lenacapavir, comercializado sob a marca Yeztugo, é um novo tratamento injetável contra o HIV que requer apenas duas aplicações por ano, o que representa uma grande melhora em relação a outros tratamentos com comprimidos diários, segundo especialistas.
O medicamento, fabricado pela Gilead Sciences, poderia reduzir significativamente o número de infecções por HIV, especialmente em mulheres grávidas e lactantes.
Desde que voltou ao poder em 20 de janeiro, Trump cortou mais de 80% das ajudas internacionais, com o argumento de que são um desperdício e não beneficiam os interesses dos Estados Unidos.
Sua administração afirmou que destinará a assistência a países individualmente.
Desde 2010, os esforços globais conseguiram reduzir as infecções por HIV em 40%, mas dados da UNAIDS projetam que houve 1,3 milhão de novos casos em 2024.
O diretor-executivo da Gilead Sciences, Daniel O'Day, disse que a intenção é obter autorização para distribuir o medicamento em Botsuana, Quênia, Malaui, Ruanda, Namíbia, Tanzânia e Zimbábue.
"É um momento realmente importante na história do HIV" porque "é a primeira vez na história que um tratamento administrado na África ocorre no mesmo ano em que é aprovado nos Estados Unidos", disse o executivo.
Uma pesquisa publicada na segunda-feira por especialistas de Brasil, Espanha e Moçambique estima que os cortes nas ajudas dos Estados Unidos e dos países europeus podem causar, até 2030, cerca de 22,6 milhões de mortes de causas evitáveis.
O.Krause--BTB