-
Canadá goleia Catar (6-0) e fica a um passo dos 16-avos de final da Copa de 2026
-
Ancelotti garante que Seleção Brasileira "é resiliente e vai melhorar"
-
Messi participa de treino da Argentina em Kansas City
-
Hakimi, entre a Copa do Mundo e a justiça francesa
-
Por que Dembélé rende menos pela seleção francesa?
-
Líder supremo do Irã aprova acordo enquanto EUA suspende bloqueio naval
-
Urnas fechadas em eleição legislativa decisiva para premiê do Reino Unido
-
Fifa muda posicionamento de fotógrafos na Copa após reclamação de Tuchel, diz mídia
-
Suíça goleia Bósnia (4-1) e encaminha vaga na próxima fase da Copa do Mundo
-
PF faz busca na casa do senador petista Jaques Wagner, suspeito de vínculos com Banco Master
-
Zagueiro holandês Van Hecke deixa Brighton e assina com Tottenham
-
Liverpool anuncia contratação do atacante da seleção espanhola Víctor Muñoz
-
Chivu renova como técnico da Inter de Milão até 2028.
-
Obama inaugura museu em Chicago com outros três ex-presidentes
-
Netanyahu pede que se preserve a 'relação vital' entre Israel e EUA
-
Marfinense Elye Wahi tem visto canadense aceito e poderá jogar contra Alemanha
-
Guerra no Irã deixa a república islâmica intacta e uma oposição dividida
-
Número 2 do mundo, Elena Rybakina cai na estreia no WTA 500 de Berlim
-
Zverev confirma favoritismo contra Hanfmann e via às quartas do ATP 500 de Halle
-
EUA suspende bloqueio naval contra o Irã
-
República Tcheca e África do Sul empatam (1-1) pelo Grupo A da Copa
-
Marfinense Elye Wahi teve visto canadense aceito e poderá jogar contra Alemanha
-
Pai de Messi enfrenta problema de saúde e família pede privacidade
-
Cuba diz que quer avançar rumo a reformas de liberalização econômica
-
Boston se rende ao 'Exército de Tartan", a torcida da Escócia que faz festa na Copa do Mundo
-
EUA de Balogun busca nova vitória contra a Austrália na Copa do Mundo
-
Suprema Corte dos EUA autoriza posse de armas por consumidores de maconha
-
Kast ajusta suas promessas após um turbulento início de governo no Chile
-
Paris concede cidadania honorária a civis e jornalistas palestinos
-
Bellingham silencia críticas na Inglaterra de Kane
-
Vinícius Júnior, a arma de Ancelotti na busca pelo hexa
-
RDC tem mais de 200 mortos por ebola quase um mês após início da epidemia
-
Trump rebate críticas a acordo com o Irã
-
PF investiga Jaques Wagner, aliado de Lula, por suspeitas ligadas ao Banco Master
-
Programas sociais, déficit e guerrilha: Colômbia diante de rumos opostos nas eleições presidenciais
-
Contra Haiti, Ancelotti busca manter sua frágil lua de mel com a Seleção
-
Neymar está fora do jogo da Seleção contra o Haiti
-
Restrições drásticas ao transporte público entram em vigor em Cuba
-
Cristiano Ronaldo, uma estrela ofuscada pelo brilho de Messi
-
Julgamento de escândalo de corrupção na Venezuela avança sob denúncias de abusos
-
Marfinense Elye Wahi tem visto negado no Canadá e não poderá jogar contra Alemanha
-
Cristiano, Lamine... Não há tempo para lamentações na Copa do Mundo
-
Eleição no norte da Inglaterra pode ser decisiva para o futuro de Starmer
-
Secretário de Defesa anuncia reavaliação da presença militar dos Estados Unidos na Europa
-
Copa do Mundo lança um raio de luz em meio à escuridão em Gaza
-
EUA e Irã começarão a negociar aplicação do acordo na sexta-feira
-
Real Madrid contrata zagueiro francês Ibrahima Konaté
-
Ucrânia incendeia refinaria em maior ataque contra Moscou em dois anos
-
Secretário de defesa americano anuncia reavaliação da presença militar na Europa
-
Partido Comunista de Cuba aprova reformas para maior economia de mercado
Google apresenta AlphaGenome, um novo passo na compreensão do genoma humano
O AlphaGenome, ferramenta de Inteligência Artificial (IA) do Google divulgada na quarta-feira (28), dá mais um passo na compreensão do genoma humano ao analisar como determinadas partes do DNA regulam a atividade dos genes na célula.
A decodificação do conjunto do genoma humano em 2003 "nos deu o livro da vida, mas lê-lo continua sendo um desafio", destacou Pushmeet Kohli, vice-presidente de pesquisas da Google DeepMind, na apresentação do AlphaGenome na revista Nature.
"Temos o texto" — a sucessão de 3 bilhões de pares de nucleotídeos A, T, C e G que compõem o DNA —, mas "compreender a gramática e a forma como ela governa a vida constitui a próxima grande fronteira da pesquisa", ressaltou à imprensa.
Apenas 2% das sequências de DNA "codificam" diretamente proteínas, indispensáveis ao funcionamento dos organismos vivos. Os 98% restantes desempenham o papel de "maestro": coordenam, protegem e regulam a expressão da informação genética em cada uma de nossas células.
Estas sequências, chamadas "não codificantes", contêm numerosas variantes associadas a doenças.
É justamento isto que o AlphaGenome estuda, complementando outros modelos desenvolvidos pelo laboratório de IA do Google: AlphaMissense (análise das sequências codificantes do DNA), AlphaProteo (design de proteínas) e AlphaFold (predição da estrutura de proteínas, que recebeu o Prêmio Nobel de Química em 2024).
O modelo de aprendizagem profunda (em que uma rede neural aprende a reconhecer automaticamente padrões complexos) foi treinado com dados procedentes de grandes consórcios públicos, que mediram experimentalmente essas propriedades em centenas de tipos de células e tecidos em humanos e ratos.
Ele é capaz de analisar uma longa sequência de DNA e "prever" a influência de cada par de nucleotídeos em diferentes processos biológicos da célula.
- Eficaz, mas não perfeito -
Já existiam outros modelos, mas precisavam adotar um compromisso entre o comprimento das sequências analisadas e a precisão da resolução.
Uma sequência longa, de até um milhão de pares de nucleotídeos, é "necessária para compreender o ambiente regulatório completo de um único gene", explica Žiga Avsec, um dos coautores do projeto.
A precisão da resolução permite estudar o efeito de variantes genéticas comparando as previsões de sequências mutadas com as de sequências não mutadas.
Outro avanço é que o AlphaGenome modela simultaneamente a influência da sequência em 11 processos biológicos, enquanto até agora os cientistas precisavam utilizar vários modelos.
Esta ferramenta "pode acelerar a nossa compreensão do genoma ao ajudar a cartografar a localização dos elementos funcionais e a determinar seus papéis a nível molecular", estima Natasha Latysheva, também coautora.
"Esperamos que os pesquisadores o enriqueçam com mais dados e modalidades", assinala Kohli sobre o modelo, que já foi testado por 3.000 cientistas de 160 países e que agora está disponível em código aberto para pesquisa não comercial.
"Identificar com precisão as diferenças em nos nossos genomas que nos tornam mais ou menos suscetíveis a desenvolver milhares de doenças é um passo crucial rumo a melhores tratamentos", observa Ben Lehner, responsável pela genômica generativa e sintética no Wellcome Sanger Institute, em Cambridge.
O pesquisador, que não participou no projeto mas testou o modelo, considera-o "muito eficaz", embora ainda "longe de ser perfeito".
"Os modelos de IA são tão bons quanto os dados usados para treiná-los", e a maioria dos conjuntos de dados existentes "são muito pequenos e não estão suficientemente padronizados", explica ao britânico Science Media Center (SMC).
O AlphaGenome não é uma "solução milagrosa para todas as questões biológicas", já que a expressão dos genes "é influenciada por fatores ambientais complexos, mas constitui uma ferramenta fundamental", concorda Robert Goldstone, responsável pela genômica no Francis Crick Institute, citado no mesmo texto.
Segundo ele, esta nova ferramenta permitirá aos cientistas "estudar e simular de maneira programática as bases genéticas das doenças complexas".
R.Adler--BTB