-
Termina erupção do Vulcão de Fogo, que forçou evacuação maciça na Guatemala
-
Presidente do Irã diz que comunicação com líder supremo é "muito difícil neste momento"
-
João Fonseca vence Tsitsipas e vai enfrentar Ruud na 3ª rodada em Montreal
-
Rybakina vence Kasatkina e avança à 3ª rodada do WTA 1000 de Toronto
-
Jornalista da AFP que perdeu uma perna em ataque israelense será homenageada pelo CPJ
-
Eclipse total dá aos cientistas chance de investigar mistérios do Sol
-
Rebeldes houthis do Iêmen afirmam ter atacado dois petroleiros sauditas
-
Homem armado detido em campo de golfe de Trump na Califórnia é alvo de acusações
-
Luis Figo pede renúncia de Infantino, a quem chama de 'desonesto'
-
Crises diplomáticas do Brasil com EUA e Argentina se agravam
-
Goleiro uruguaio Rochet passa por cirurgia e desfalca Inter
-
Flávio Bolsonaro escolhe deputado conservador Alfredo Gaspar como candidato a vice
-
EUA anuncia novas acusações e recompensas contra chefes do cartel mexicano CJNG
-
Argentina renova acordo de swap cambial com a China por cinco anos
-
Sheinbaum pede que México seja incluído na visita do papa à América Latina
-
João Fonseca vence Tsitsipas e avança à 3ª rodada do Masters 1000 de Montreal
-
Noosha Aubel: Czy poradzi sobie z problemami Poczdamu?
-
Noosha Aubel: Klarar hon av Potsdams problem?
-
Noosha Aubel: Είναι σε θέση να αντιμετωπίσει τα προβλήματα του Πότσδαμ;
-
نوشا أوبيل: هل هي على مستوى التحديات التي تواجهها بوتسدام؟
-
Noosha Aubel: Zvládne problémy Postupimi?
-
Inter e Milan empatam (1-1) em amistoso na Austrália
-
Neymar se envolve em confusão na vitória do Santos sobre o Remo pela Copa do Brasil
-
Irã diz ter alcançado acordo com Omã sobre nova rota de navegação em Ormuz
-
Seis membros da mesma família são assassinados em Honduras por supostos vínculos com tráfico
-
Atacante ucraniano Mudryk volta a jogar pelo Chelsea após 21 meses de suspensão
-
Bayer Leverkusen contrata lateral Miguel Gutiérrez após saída de Grimaldo
-
Filhote de hipopótamo da colônia de Escobar é resgatado na Colômbia
-
Relações com Argentina seguirão 'rebaixadas' enquanto 'persistirem os ataques' de Milei, diz fonte do Itamaraty
-
Ataque de mulher com objeto pontiagudo deixa quatro feridos em Londres
-
Vulcão na Guatemala reduz atividade eruptiva, mas risco continua
-
Arsenal pagará cerca de R$ 518 milhões por Bruno Guimarães
-
Candidato progressista Abdul El-Sayed vence primárias democratas no Michigan
-
SpaceX despenca em Wall Street após publicação de seus resultados
-
Venda de acesso preferencial a Truth Social por Trump levanta suspeitas
-
Outrora próspera, indústria têxtil de Bangladesh sofre com demissões em massa
-
IA da Anthropic cria identidades falsas em teste no Reino Unido
-
Cinco fatos sobre os eclipses solares
-
Netanyahu diz que Israel discorda do plano dos EUA para Gaza
-
Papa viajará ao Uruguai, Argentina e Peru em novembro
-
Bombardeios russos contra Kiev e arredores deixam ao menos 17 mortos
-
努莎·奧貝爾:她能否應對波茨坦面臨的問題?
-
नूशा ऑबेल: क्या वह पॉट्सडैम की समस्याओं से निपटने के लिए तैयार हैं?
-
ヌーシャ・オーベル:彼女はポツダムの抱える問題に対処できるのか?
-
누샤 오벨: 그녀가 포츠담의 문제들을 해결할 수 있을까?
-
Noosha Aubel: Será que está à altura dos problemas de Potsdam?
-
Нооша Аубель: Чи зможе вона впоратися з проблемами Потсдама?
-
Trump afirma que Ormuz abrirá 'em breve' e Irã será 'duramente atingido'
-
Em pico de tensão bilateral, Brasil pede que Argentina retire seu embaixador
-
Buenos Aires diz que Brasil pediu saída do embaixador argentino
Visita imersiva com IA recria vida de Anne Frank em Amsterdã
Com a ajuda da inteligência artificial e de um smartphone, uma nova experiência imersiva segue os passos de Anne Frank na Amsterdã dos anos 1940, uma reconstrução interativa da vida da menina judia holandesa sob a ocupação nazista.
Em 1941, a jovem Anne e sua irmã Margot precisavam caminhar todos os dias 2,5 quilômetros para ir à escola porque as leis antissemitas lhes proibiam de usar o transporte público ou uma bicicleta. Uma experiência que agora pode ser revivida virtualmente.
"Criamos este produto para aproximar Anne Frank de um número maior de pessoas", explica à AFP Moti Erdeapel, diretor da CityFans, a empresa responsável pelo projeto, que combina turismo e tecnologia.
"A Casa de Anne Frank, o museu, é muito pequena e sua capacidade é limitada. Muitas pessoas vêm aqui e ficam decepcionadas porque não conseguem descobrir Anne Frank", destaca.
Mais de um milhão de turistas visitam a cada ano a pequena casa e o anexo, onde a jovem judia e sua família se esconderam dos nazistas durante dois anos.
Para conhecer o local onde a jovem escreveu seu famoso diário, os visitantes devem reservar com um mês e meio de antecedência.
Mas com a visita virtual basta um celular, fones de ouvido e um código que dá acesso a um percurso de 7 quilômetros em 12 etapas.
Uma narração em áudio acompanha o visitante, assim como animações geradas por inteligência artificial a partir de dados dos arquivos do Instituto Anne Frank, da cidade de Amsterdã e do Museu do Holocausto.
"Procuramos desenterrar histórias que a maioria das pessoas não conhece, mas que são incríveis, de pessoas que realmente arriscaram suas vidas para salvar crianças do nazismo", explica Erdeapel.
Uma das etapas da visita é a casa de Miep Gies, uma holandesa católica que ajudou os Frank a se esconderem. As feições de seu rosto ganham vida a partir de fotos de arquivo.
No moderno bairro de De Pijp, a visita revela o local onde ficava a popular sorveteria Koco, agora um café.
Essa sorveteria era propriedade de refugiados judeus alemães, impulsionadores de um movimento de resistência que provocou a única manifestação contra o tratamento dado aos judeus em Amsterdã, reprimida com violência.
"Essa história toca meu coração porque é importante não apenas para Amsterdã, mas também para mim pessoalmente", diz Erdeapel, de origem judaica polonesa e húngara.
"Meus avós sobreviveram ao Holocausto, assim como diversos membros da minha família, e eu cresci ouvindo histórias sobre o Holocausto e sobre as pessoas que não sobreviveram", acrescenta este habitante de Amsterdã de 45 anos.
Embora reconheça a importância dos museus, Erdeapel vê nesta visita guiada uma oportunidade de contar a história de Anne Frank a uma nova geração acostumada à tecnologia.
"É muito importante que façamos boas pesquisas, que trabalhemos na narrativa e que haja um aspecto humano na criação", insiste.
Cerca de 107.000 judeus holandeses e refugiados foram deportados durante a Segunda Guerra Mundial.
Desses, 102.000, incluindo Anne Frank, foram assassinados, ou seja, cerca de 75% da população judaica de antes da guerra.
H.Seidel--BTB