-
Outrora próspera, indústria têxtil de Bangladesh sofre com demissões em massa
-
IA da Anthropic cria identidades falsas em teste no Reino Unido
-
Cinco fatos sobre os eclipses solares
-
Netanyahu diz que Israel discorda do plano dos EUA para Gaza
-
Papa viajará ao Uruguai, Argentina e Peru em novembro
-
Bombardeios russos contra Kiev e arredores deixam ao menos 17 mortos
-
ヌーシャ・オーベル:彼女はポツダムの抱える問題に対処できるのか?
-
नूशा ऑबेल: क्या वह पॉट्सडैम की समस्याओं से निपटने के लिए तैयार हैं?
-
努莎·奧貝爾:她能否應對波茨坦面臨的問題?
-
누샤 오벨: 그녀가 포츠담의 문제들을 해결할 수 있을까?
-
Noosha Aubel: Será que está à altura dos problemas de Potsdam?
-
Нооша Аубель: Чи зможе вона впоратися з проблемами Потсдама?
-
Trump afirma que Ormuz abrirá 'em breve' e Irã será 'duramente atingido'
-
Em pico de tensão bilateral, Brasil pede que Argentina retire seu embaixador
-
Buenos Aires diz que Brasil pediu saída do embaixador argentino
-
Homem armado foi preso em campo de golfe de Trump
-
Justiça autoriza novo inquérito envolvendo filho de Lula
-
EUA revoga visto de embaixadora do Brasil por disputa diplomática
-
Mais de mil pessoas são evacuadas na Guatemala após erupção vulcânica
-
Termina protesto que deixou mais de 150 navios parados em portos argentinos
-
EUA diz que espera acordo sobre Ormuz "muito em breve" e faz petróleo cair
-
Comando Sul dos EUA anuncia força militar com aliados da região
-
Alcaraz desiste do Masters 1000 de Cincinnati devido a lesão no punho
-
Novo comissário quer levar a MLS ao 'próximo nível'
-
Protesto de práticos deixa mais de 150 navios parados em portos argentinos
-
Cidades-sede da Copa do Mundo cobram milhões de dólares que a Fifa teria prometido
-
EUA revoga visto de embaixadora do Brasil por disputa diplomática com governo Lula
-
Receita da SpaceX aumenta 92% em primeiro balanço desde abertura de capital
-
Mohamed Salah perto de assinar com o Trabzonspor, da Turquia
-
Sobe para 77 número de migrantes mortos tentando chegar a Ceuta
-
Foguete da SpaceX deve colidir com a Lua
-
Presidente da federação jordaniana acusa Infantino de 'chantagem'
-
EUA revoga visto de embaixadora do Brasil
-
Cepal pede que América Latina e Caribe transformem recursos naturais em poder de negociação
-
Maradona comia pouco e ficava prostrado na cama, revela cuidador em julgamento
-
Vozinha é apresentado no Colo Colo: 'Sempre acreditei que era jogador de time grande'
-
Svitolina e Swiatek avançam à 3ª rodada do WTA 1000 de Toronto
-
EUA espera acordo "muito em breve" sobre Estreito de Ormuz
-
Polícia do DF investiga plano de atentados contra Poderes durante as eleições
-
Arsenal intensifica negociações com Newcastle para contratar Bruno Guimarães
-
Nepal faz vigília em homenagem a alpinistas mortos em avalanche no Paquistão
-
Barcelona contrata atacante brasileira Kerolin em tranferência recorde
-
Mais de 170 migrantes são resgatados ao tentar cruzar o Canal da Mancha
-
Iraque exportou 30 milhões de barris de petróleo através de Ormuz em um mês
-
Nicolas, lateral do São Paulo, é detido após atropelar e matar idoso
-
Ex-guerrilheiros colombianos temem por seu futuro ante chegada ao poder de De la Espriella
-
Em Cuba, "dar um jeito" na crise dia após dia tem um custo
-
Rúben Amorim promete dar continuidade ao legado de Baresi no Milan
-
'Nenhuma decisão', diz Xabi Alonso sobre retorno de Mudryk após suspensão
-
Erupção de vulcão na Guatemala deixa centenas de deslocados
Trump anuncia que autorizará venda à China de semicondutores de IA da Nvidia
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou nesta segunda-feira (8) que havia chegado a um acordo com seu par chinês, Xi Jinping, para permitir que a gigante americana Nvidia exporte semicondutores avançados de inteligência artificial para a China.
O anúncio marca uma mudança significativa na política americana de exportação de chips de IA avançada, que o governo do antecessor de Trump, Joe Biden, tinha restringido consideravelmente por motivos de segurança nacional relacionados com as aplicações militares chinesas.
Em uma publicação em sua plataforma Truth Social, Trump afirmou ter comunicado a Xi que Washington autorizaria a Nvidia a enviar suas unidades de processamento gráfico (GPU) H200 a "clientes aprovados na China e em outros países, sob condições que permitam uma sólida segurança nacional".
"O presidente Xi respondeu positivamente! Serão pagos aos Estados Unidos 25%", escreveu Trump, sem proporcionar mais detalhes sobre o funcionamento do mecanismo de pagamento.
Trump criticou o enfoque de Biden. "Obrigava nossas grandes empresas a gastarem bilhões de dólares na produção de produtos 'degradados' que ninguém queria, uma ideia terrível que brecou a inovação e prejudicou o trabalhador americano", indicou.
Nessa declaração, o republicano se referia ao requisito imposto pelo governo Biden às empresas de microprocessadores de criar versões modificadas e menos potentes especificamente para o mercado chinês. Esses chips tinham capacidades reduzidas -- por exemplo, velocidades de processamento mais baixas -- para cumprir com as regras de controle de exportações.
Trump afirmou que sua decisão busca "apoiar o emprego americano, fortalecer a indústria manufatureira americana e beneficiar os contribuintes americanos".
O presidente enfatizou que os chips mais avançados da Nvidia -- a série Blackwell e os próximos processadores Rubin -- não estão incluídos no acordo e continuam sendo disponíveis apenas para clientes americanos.
Sob as restrições da era Biden, a exportação à China dos GPU H200 e de outros chips avançados similares foi bloqueada. Lançados inicialmente no segundo trimestre de 2024, os H200 estão cerca 18 meses atrasados em relação aos produtos de vanguarda da companhia.
As unidades de processamento gráfico (GPU) são utilizadas para treinar os modelos de IA que constituem a base da revolução da IA generativa iniciada com o lançamento de ChatGPT em 2022.
O Departamento de Comércio dos Estados Unidos está preparando os últimos detalhes de implementação, e Trump afirmou que "o mesmo enfoque será aplicado a AMD, Intel e outras grandes empresas americanas".
O anúncio acontece em meio às tensões comerciais entre Washington e Pequim, que competem pelo domínio da tecnologia de inteligência artificial.
O diretor-executivo da Nvidia, Jensen Huang, pressionou intensamente a Casa Branca para que revertesse a política da era Biden, apesar da oposição considerável em Washington a fornecer às empresas chinesas o acesso a semicondutores.
Y.Bouchard--BTB