-
Galitos, Barreirense e Basket Santo André vencem na jornada da Proliga
-
Banco central chinês anuncia novo apoio após forte queda das bolsas
-
Justiça brasileira impede Meta de usar conteúdos jornalísticos no treino de IA
-
Nikkei perde 1,42% com pressão sobre empresas ligadas à inteligência artificial
-
PSI abre em alta com EDP Renováveis e EDP entre os destaques
-
Índia busca triplicar estoques de carvão para evitar apagões no verão
-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
-
Vitória democrata amplia escrutínio sobre centros de dados para inteligência artificial
-
Abdul El-Sayed torna-se primeiro muçulmano eleito para o Senado dos EUA
-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
Um dos cinco europeus sancionados pelos EUA contra-ataca nos tribunais
O britânico Imran Ahmed, um dos cinco europeus comprometidos com a regulação estrita de empresas de tecnologia sancionados pelos Estados Unidos, entrou com um processo contra o governo Trump e evitou, até o momento, ser deportado.
Os Estados Unidos sancionaram e impuseram na última terça-feira (23) uma proibição de entrada no país a Ahmed e outros três representantes de ONGs que combatem a desinformação e o discurso de ódio na internet, além de um ex-comissário europeu.
O presidente Donald Trump conduz uma ofensiva contra as normas da União Europeia sobre tecnologia que impõem regulações às plataformas, como a notificação de conteúdo problemático, que Washington considera uma violação da liberdade de expressão.
Segundo a denúncia de Ahmed, apresentada ontem em um tribunal de Nova York, ele enfrentava uma "perspectiva iminente de prisão inconstitucional, detenção punitiva e deportação", medida bloqueada temporariamente hoje por um juiz. Uma audiência preliminar foi marcada para a próxima segunda-feira, segundo uma decisão judicial revisada pela AFP.
"O governo federal deixou claro que Ahmed está sujeito a sanções" pelo trabalho da ONG que fundou e dirige, que estuda as políticas de moderação das principais plataformas de redes sociais e denunciou reiteradamente as práticas do X, antigo Twitter, que pertence ao empresário Elon Musk, aliado de Trump.
Os demais sancionados são Clare Melford, diretora do grupo Global Disinformation Index, do Reino Unido; Anna-Lena von Hodenberg e Josephine Ballon, da ONG alemã HateAid; e o francês Thierry Breton, ex-comissário europeu para assuntos digitais.
O governo americano acusa a ONG de Ahmed de ter "incitado as plataformas a eliminar de suas listas 12 antivacinas americanos", entre eles o secretário de Saúde e Serviços Humanos, Robert F. Kennedy Jr., detalhou no X a subsecretária de Estado para Diplomacia Pública, Sarah Rogers.
Imran Ahmed, um britânico de 47 anos e origem afegã, possui o Green Card e reside legalmente nos Estados Unidos desde 2021, segundo o processo. Sua mulher e sua filha são cidadãs americanas.
O Departamento de Estado não respondeu ao contato feito pela AFP.
J.Fankhauser--BTB