-
Djokovic é eliminado por Draper nas oitavas de Indian Wells
-
Kast ordena construção de 'barreiras físicas' na fronteira do Chile para conter imigração
-
Ataque deixa sete mortos em Beirute (Ministério da Saúde libanês)
-
Inter Miami empata com Nashville na Concachampions e Messi segue com 899 gols
-
Presidente da Venezuela nomeia nova ministra do Petróleo
-
EUA anuncia investigações comerciais que podem abrir caminho para novas tarifas
-
Curry vai desfalcar Warriors por pelo menos 10 dias devido a lesão no joelho
-
Invicto em 2026, Alcaraz vence Ruud e avança às quartas de Indian Wells
-
Goleiro do Tottenham agradece apoio após "pesadelo" na Liga dos Campeões
-
Bodo/Glimt atropela Sporting (3-0) e fica perto das quartas da Champions
-
PSG domina Chelsea (5-2) e se aproxima das quartas da Champions
-
Real Madrid vence City (3-0) com hat-trick de Valverde na ida das oitavas da Champions
-
Sheinbaum sofre primeira grande derrota legislativa no México
-
Assessor de Khamenei chama Trump de 'Satanás em pessoa' e promete destruir Israel
-
Bayer Leverkusen e Arsenal empatam (1-1) na ida das oitavas da Champions
-
Swiatek atropela Muchova e avança às quartas de final em Indian Wells
-
Funeral de autoridades mortas na guerra reúne multidão em Teerã
-
Irã alerta que guerra poderá ser longa e 'destruir' a economia mundial
-
Retido em Doha, presidente do PSG não estará no Parque dos Príncipes em jogo da Champions
-
Erro de coordenadas provocou ataque dos EUA a escola no Irã, segundo o NYT
-
Mais de 40 presos morreram em presídios de Cuba entre 2025 e 2026, denunciam ONGs
-
Torcedor do Barcelona vai ao St. James' Park errado e assiste a jogo da 3ª divisão inglesa
-
Premier britânico foi avisado do 'risco' dos vínculos do ex-embaixador nos EUA com Epstein
-
Bayern perde por lesão Musiala, Davies e Urbig após goleada na Champions
-
Rapper irlandês obtém vitória judicial contra o governo britânico
-
'Onde ele está?': O misterioso paradeiro do novo líder supremo iraniano Mojtaba Khamenei
-
Para órgão da ONU, 'discurso de ódio racista' de Trump incentiva violações dos direitos humanos
-
Inflação nos EUA se mantém estável em fevereiro
-
Irã ataca navios no Estreito de Ormuz, foco de preocupação mundial
-
Incêndio em ônibus na Suíça foi provocado por um homem 'perturbado', diz promotor
-
Ataques com drones russos e ucranianos matam ao menos quatro na Ucrânia
-
Barbra Streisand receberá Palma de Ouro honorária em Cannes
-
Países da AIE liberam 400 milhões de barris de petróleo de suas reservas estratégicas
-
Órgão da ONU denuncia o 'discurso de ódio racista' de Trump
-
Inflação nos EUA se mantém estável em fevereiro, a 2,4% interanual
-
Van colide contra barreira de segurança perto da Casa Branca e motorista é preso
-
Trump foi 'positivo' para o setor financeiro nos EUA, diz CEO do Nubank
-
A marca Bolsonaro impulsiona a ascensão de Flávio a poucos meses das eleições
-
A estratégia do Irã para enfraquecer os EUA: uma guerra prolongada e assimétrica
-
Kast, o presidente de extrema direita com um plano 'de emergência' para o Chile
-
Kast toma posse no Chile em guinada mais radical à direita desde Pinochet
-
Quatro navios atacados na região do Estreito de Ormuz, foco de preocupação mundial
-
Trump reiterou que seleção do Irã é 'bem-vinda' na Copa do Mundo, diz Infantino
-
Estilista Katie Perry vence disputa de marca contra a cantora Katy Perry
-
Sucesso do jogo 'Pokémon Pokopia' provoca disparada das ações da Nintendo
-
Mais de 40 detidos em protestos históricos em Cuba morreram na prisão, denunciam ONGs
-
Sinner vence João Fonseca em dois tie-breaks e avança às quartas de Indian Wells
-
Botafogo perde em casa para o Barcelona-EQU (1-0) e é eliminado da Libertadores
-
Harvey Weinstein diz que prisão é um 'inferno'
-
Brasil pede explicações ao TikTok por videos que incitam violência contra as mulheres
Trump foi 'positivo' para o setor financeiro nos EUA, diz CEO do Nubank
O Nubank, um dos maiores bancos digitais do mundo, está a um passo de entrar no desafiador mercado financeiro dos Estados Unidos, onde Donald Trump criou um ambiente "positivo" para o setor, disse à AFP seu CEO, David Vélez.
Sob a promessa de libertar seus usuários da burocracia bancária, a empresa, com 131 milhões de clientes no Brasil, México e Colômbia, tornou-se nos últimos anos uma das mais valiosas da região.
Em 2025, registrou receita recorde: faturou 16,3 bilhões de dólares (R$ 84,13 bilhões), 45% a mais que no ano anterior.
Fundada pelo empresário colombiano Vélez e dois sócios, a companhia nasceu em 2013 em São Paulo com a proposta de eliminar completamente o atendimento presencial.
Mais de uma década depois, seis em cada dez brasileiros adultos são seus clientes.
O Nubank obteve em janeiro uma aprovação condicional para operar como banco nos Estados Unidos, o maior mercado financeiro do mundo, e agora aguarda a licença definitiva.
Vélez, de 44 anos, cuja família deixou a Colômbia por causa da violência do tráfico de drogas quando ele era criança, afirma que a empresa tem ambições "globais" de longo prazo, com a inteligência artificial como pilar.
O Nubank aposta em uma imagem moderna: durante um período contou com a cantora Anitta como sócia e embaixadora e agora acaba de firmar um acordo com o Inter Miami de Lionel Messi para dar nome ao seu estádio.
Confira, a seguir, trechos da entrevista on-line editados para melhor compreensão.
PERGUNTA: Os Estados Unidos têm sido um mercado hostil para fintechs estrangeiras. Por que o Nubank funcionaria?
RESPOSTA: "Por muito tempo os Estados Unidos ficaram fechados a conceder novas licenças bancárias. Isso mudou com a administração Trump. E representa metade do mercado financeiro global: podemos atender muitos consumidores que hoje são mal atendidos financeiramente. Nossa vantagem de custo operacional, por sermos 100% digitais, nos oferece uma oportunidade interessante".
P: Como vê o mercado financeiro sob o governo de Trump?
R: "Nessa área foi positivo. Na administração passada havia grande incerteza sobre todos os novos modelos de negócio, por exemplo criptomoedas. E o regulador foi muito fechado à criação de novos bancos. Isso beneficiou muito os grandes bancos. Esta administração começou a promover mais concorrência e a reduzir as barreiras de entrada".
P: Os bancos tradicionais vão desaparecer?
R: "O modelo de banco digital é o modelo vencedor para digitalizar 90% da população mundial. Nosso custo para atender um cliente é 4% ou 5% do custo de um banco tradicional. No futuro haverá bancos tradicionais que terão se transformado e continuarão existindo, e outros que não".
P: O atendimento bancário presencial desaparecerá?
R: "Sempre haverá um espaço, mas muito mais reduzido. Entre 90% e 95% dos serviços financeiros globais podem ser digitalizados".
- "Clientes de 90 anos" -
P: A digitalização pode excluir os mais velhos?
R: "Eles também acabam se digitalizando. Temos clientes de 90 anos. Eles não nos dão uma métrica de qualidade tão alta quanto os de 25, mas conseguem utilizar muito bem o produto. A IA permite uma personalização muito mais específica".
P: Que problemas a IA apresenta no setor financeiro?
R: "O maior desafio é o controle de dados e o respeito aos dados do usuário. O que a IA executa deve se basear na regulamentação já existente. Por exemplo, se um algoritmo está dando ao cliente um conselho financeiro, deve cumprir a mesma regulamentação que já obriga um humano a dar o conselho correto".
P: A IA substituirá o trabalho humano no setor?
R: "Não completamente. É possível melhorar a eficiência com automação em muitos processos. Mas também há áreas-chave, como os modelos de crédito, que precisam de verificação e decisões humanas. Muitos desses modelos de IA ainda têm problemas de alucinações, que podem representar um risco gigantesco para qualquer banco".
P: Como vê o mercado financeiro no Brasil sob o governo de Luiz Inácio Lula da Silva?
R: "Uma coisa que o Brasil fez muito bem é que a regulação financeira foi surpreendentemente consistente em todas as administrações, de Lula e Dilma (Rousseff) a (Michel) Temer e (Jair) Bolsonaro. Os agentes competentes na indústria financeira ganharam dinheiro no Brasil".
C.Meier--BTB