-
Galitos, Barreirense e Basket Santo André vencem na jornada da Proliga
-
Banco central chinês anuncia novo apoio após forte queda das bolsas
-
Justiça brasileira impede Meta de usar conteúdos jornalísticos no treino de IA
-
Nikkei perde 1,42% com pressão sobre empresas ligadas à inteligência artificial
-
PSI abre em alta com EDP Renováveis e EDP entre os destaques
-
Índia busca triplicar estoques de carvão para evitar apagões no verão
-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
-
Vitória democrata amplia escrutínio sobre centros de dados para inteligência artificial
-
Abdul El-Sayed torna-se primeiro muçulmano eleito para o Senado dos EUA
-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
Crescimento e descarbonização: os desafios da aviação após a covid-19
As companhias aéreas de todo o mundo, que se reunirão em Istambul a partir deste fim de semana, estão retornando ao nível de atividade pré-pandemia, mas enfrentam um aumento dos custos, tensões geopolíticas e a difícil tarefa de descarbonizar o setor diante da crise climática.
Quase 300 companhias aéreas se reunirão às margens do Bósforo de domingo a terça-feira para a reunião geral anual da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata).
O setor está otimista depois de ter sofrido o cataclismo da covid-19, que reduziu sua clientela em mais de 60% em 2020.
Não está longe de atingir os 4,5 bilhões de passageiros de 2019. Em termos de receita por passageiro-quilômetro (RPK), uma das referências do setor, as companhias aéreas ultrapassaram em abril os níveis de quatro anos atrás em rotas nacionais pela primeira vez
Incluindo as rotas internacionais, recuperaram em média mais de 90% dos níveis pré-crise. E isso apesar de um aumento nos preços das passagens.
Em meados de abril, a venda de passagens nos mercados nacionais era 20% superior ao registrado no mesmo mês em 2019, segundo a Iata, que atribuiu este dinamismo ao fim da política de "covid zero" na China.
Algumas companhias aéreas faliram durante a crise, mas outras, apoiadas pelos governos e depois de reestruturadas, agora são mais lucrativas.
Na Europa, a maioria das grandes empresas voltou a ter balanços positivos em 2022, o que permitiu começar a reduzir suas dívidas e até mesmo a considerar fusões com rivais menores.
O crescimento do setor será ainda maior no Oriente. Inaugurado antes da crise, o novo mega-aeroporto de Istambul compete nas rotas asiáticas com os principais aeroportos europeus, como Londres-Heathrow, Frankfurt e Paris-Charles-de-Gaulle, mas também com os do Golfo.
As empresas destes países, que ao contrário das capitais europeias, não romperam com Moscou após a invasão da Ucrânia em 2022, podem ainda não apenas atuar na Rússia, mas sobrevoar o país, economizando tempo e dinheiro.
A aviação também deve tomar medidas diante da crise climática.
Atualmente, o setor é responsável por cerca de 3% das emissões globais de CO2, mas junto com os Estados se comprometeu a zerar as emissões líquidas até 2050. Para atingir esse objetivo, eles dependem sobretudo de combustíveis que não sejam de origem fóssil.
Além do combustível, o aumento dos custos também se deve à grave escassez pós-crise, seja de pilotos nos Estados Unidos ou de matérias-primas em todo o mundo.
M.Ouellet--BTB