-
Galitos, Barreirense e Basket Santo André vencem na jornada da Proliga
-
Banco central chinês anuncia novo apoio após forte queda das bolsas
-
Justiça brasileira impede Meta de usar conteúdos jornalísticos no treino de IA
-
Nikkei perde 1,42% com pressão sobre empresas ligadas à inteligência artificial
-
PSI abre em alta com EDP Renováveis e EDP entre os destaques
-
Índia busca triplicar estoques de carvão para evitar apagões no verão
-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
-
Vitória democrata amplia escrutínio sobre centros de dados para inteligência artificial
-
Abdul El-Sayed torna-se primeiro muçulmano eleito para o Senado dos EUA
-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
Vaticano apresenta apelo por redução da dívida dos países em desenvolvimento
Um relatório de economistas publicado nesta sexta-feira (20) pelo Vaticano apresenta um apelo para "enfrentar as crises da dívida", para dar aos países em desenvolvimento mais margem para seus "investimentos essenciais".
Solicitado em fevereiro pelo papa Francisco no âmbito do Jubileu 2025, o "Ano Santo" da Igreja Católica, o relatório foi elaborado por quase 30 especialistas sob a direção do vencedor do prêmio Nobel de Economia Joseph Stiglitz.
"No conjunto do mundo em desenvolvimento, a carga média dos juros quase dobrou na última década", afirmam os autores do relatório em um comunicado.
"Cinquenta e quatro países em desenvolvimento gastam atualmente 10% ou mais de suas receitas fiscais apenas com o pagamento de juros".
Para os autores, "esta situação desvia recursos de investimentos essenciais em saúde, educação, infraestruturas e resiliência climática, privando milhões de pessoas de cuidados vitais, nutrição e empregos".
Para remediar a situação, o relatório pede aos credores e governos devedores que "aceitem reestruturações da dívida que ofereçam um alívio suficiente e rápido".
Também aconselha as "instituições multilaterais, incluindo o Fundo Monetário Internacional (FMI), que modifiquem suas práticas para acabar com os resgates de credores privados".
Segundo Joseph Stiglitz, citado no comunicado, "os especialistas estão cada vez mais de acordo que o sistema atual de endividamento está a serviço dos mercados financeiros e não das populações. Esta situação apresenta o risco de condenar nações inteiras a uma década perdida, ou inclusive algo pior".
Durante seus 12 anos de pontificado, o papa Francisco fez apelos reiterados pelo cancelamento da dívida dos países em desenvolvimento.
Seu sucessor, Leão XIV, que escolheu seu nome em referência ao pai da doutrina social da Igreja, Leão XIII, denunciou durante sua missa de inauguração o "paradigma econômico que explora os recursos da Terra e marginaliza os mais pobres".
As conclusões do relatório serão discutidas na quarta conferência internacional sobre financiamento para o desenvolvimento, que acontecerá em Sevilha no início de julho, na Assembleia Geral das Nações Unidas em setembro e na reunião de cúpula do G20 em Johannesburgo em novembro.
O.Krause--BTB