-
Jogadores pré-convocados do Brasileirão têm última chance para impressionar Ancelotti
-
Adversário do Brasil na Copa, Haiti divulga lista de 26 convocados
-
Nova York busca medidas para tirar cocô de cachorro de suas ruas e parques
-
Canadá avança na construção de novo oleoduto para reduzir dependência dos EUA
-
Goleiro mexicano Ochoa não dá como certa sua presença na Copa do Mundo
-
Juiz anula julgamento no caso Weinstein após júri falhar em alcançar veredicto
-
Presidente do Chile quer que órgãos públicos forneçam dados confidenciais de migrantes irregulares
-
Epidemia de ebola na República Democrática do Congo deixa quatro mortos
-
Cachorro 'mais velho do mundo' morre aos 30 anos
-
John Textor e seu projeto para o Botafogo caem em desgraça
-
EUA cancela envio de 4.000 soldados para a Polônia
-
Primeiro panda-gigante nascido na Indonésia será apresentado ao público
-
Cannes concede Palma de Ouro honorária a John Travolta
-
Neymar, James Rodríguez, Darwin Núñez... as estrelas em apuros antes da Copa
-
'El Deshielo', o empenho da cineasta Manuela Martelli em contar a história do Chile
-
Zelensky promete responder bombardeios russos, que deixaram 24 mortos
-
Casamento coletivo em Gaza em ruínas, uma festa para 'continuar vivendo'
-
São Paulo anuncia Dorival Júnior como novo técnico
-
Irã fará concentração na Turquia para se preparar para Copa do Mundo
-
Costa do Marfim anuncia lista de convocados para a Copa do Mundo
-
Manuel Neuer renova com o Bayern de Munique até junho de 2027
-
Presidente chinês visitará EUA no 2º semestre após convite de Trump
-
Semana de Moda de Milão desaconselha uso de peles
-
OMS alerta sobre popularidade das bolsas de nicotina, ou 'snus'
-
Guerrilheiro mais procurado da Colômbia anuncia trégua por eleições presidenciais
-
Bélgica anuncia lista de convocados para a Copa do Mundo
-
Cineasta iraniano Farhadi condena guerra no Oriente Médio e massacres de manifestantes
-
Trump celebra acordos comerciais 'fantásticos' com Xi sem revelar detalhes
-
O que os cientistas argentinos sabem sobre a cepa Andes do hantavírus
-
Quem pode suceder Starmer no Partido Trabalhista britânico?
-
México se resigna a viver com medo do narcotráfico
-
Outro tiroteio em escola nos EUA? Drones podem enfrentar o atirador
-
Grupo estatal chinês adquire direitos de exibição da Copa do Mundo
-
LVMH vende a marca Marc Jacobs para o grupo WHP Global
-
Rubio nega inspiração em Maduro para roupa que viralizou
-
Líder de extrema direita pede novas eleições no Peru depois de ficar fora do 2º turno
-
Trump anuncia acordos comerciais 'fantásticos' durante visita à China
-
Diretor da CIA viaja a Havana para reunião excepcional com autoridades cubanas
-
Julgamento de Elon Musk contra OpenAI em argumentos finais
-
Trump buscará concluir sua cúpula com Xi com resultados tangíveis em comércio
-
Com vaias a Mbappé, Real Madrid vence o rebaixado Oviedo no Campeonato Espanhol
-
Calculadora na mão e paciência: Arsenal e City batalham pelo título na penúltima rodada do Inglês
-
Tiger Woods retorna à Flórida após passar por tratamento no exterior
-
Príncipe Harry e Meghan Markle produzirão filme sobre Afeganistão para Netflix
-
Cuba se recupera aos poucos de apagão maciço, mas situação segue crítica
-
Messi, o menino que encerrou a carreira do treinador que viu 'o melhor jogador do mundo'
-
Mercado do petróleo se mantém estável, de olho em reunião entre Trump e Xi
-
Presidente palestino anuncia que está preparado para realizar eleições
-
França anuncia lista de convocados para a Copa do Mundo de 2026
-
Na OEA, Noboa se diz disposto a 'trabalhar com países que querem paz'
Chefe da Organização Marítima Internacional, 'otimista' sobre o conflito no Mar Vermelho
O secretário-geral da Organização Marítima Internacional (OMI), o panamenho Arsenio Domínguez, disse à AFP que a sua organização trabalha "incansavelmente" para acabar com o conflito do Mar Vermelho e mostrou-se "otimista" quanto à sua resolução.
"Nosso trabalho é continuar conversando com todas as partes, apoiando os processos dentro da organização e buscando qualquer contribuição que possamos dar dentro das Nações Unidas", disse Domínguez, de 53 anos, em entrevista na sede da organização, em Londres.
O panamenho, no cargo nesta organização das Nações Unidas desde 1º de janeiro, acrescentou que a OMI "não descansa para continuar coordenando qualquer ação que leve à solução desta questão".
Desde meados de novembro, os rebeldes huthis do Iêmen, apoiados pelo Irã, lançaram dezenas de ataques a navios de carga no Mar Vermelho em "solidariedade" com os palestinos afetados pela guerra entre Israel e o Hamas.
No início, alegaram ter como alvo apenas navios ligados a Israel, mas expandiram o espectro para navios dos Estados Unidos e do Reino Unido depois que estes países bombardearam suas posições no Iêmen em retaliação aos seus ataques no Mar Vermelho.
"Sempre fui um otimista e continuarei assim. Sou uma pessoa positiva que procura encontrar uma solução para os desafios que enfrentamos. E na questão do Mar Vermelho, dentro do que é a OMI, o foco é continuar fornecendo medidas práticas e operacionais para que os navios possam continuar operando", insistiu.
- Papel da OMI -
O papel que a OMI deve desempenhar, na opinião de Domínguez, em uma rota que cobre 15% do transporte global de mercadorias, é "garantir que as partes continuem a dialogar para que a situação (de conflito) não se agrave mais do que o que aconteceu e voltemos a um ambiente marinho livre de situações perigosas".
Embora para o líder panamenho "atualmente seja difícil dizer em poucas palavras qual é a solução".
"Em muitas conversas, a nível das Nações Unidas, com todas as partes, estamos ouvindo, estamos vendo, nos envolvendo, conhecendo as raízes do problema, as diferentes opiniões, os pontos onde temos convergência no sentido de procurar uma solução adequada", explicou.
Algumas companhias marítimas, devido ao problema dos ataques huthis, optaram por contornar o continente africano em vez de utilizar o Canal de Suez, embora Arsenio Domínguez reconheça que "não é a solução ideal", devido ao aumento dos custos, que por sua vez afeta a elevação do preço dos produtos.
"Mais de 60% da tonelagem anual que passava pelo Canal de Suez passa agora pelo sul da África, por isso os seguros aumentaram, o combustível é usado em maiores quantidades. Há custos adicionais e um impacto humano, nos tripulantes, porque são dez dias adicionais de navegação", afirmou o secretário-geral.
- Navio sequestrado -
Um dos problemas a serem resolvidos é a liberação do Galaxy Leader, navio da empresa Ray Shipping, parcialmente de propriedade do empresário israelense Abraham Ungar.
A embarcação e os seus 25 tripulantes, de nacionalidade filipina, búlgara, ucraniana, romena e mexicana, estão nas mãos dos huthis desde novembro de 2023.
Na opinião de Domínguez, as negociações para a libertação do navio, que estão sendo realizadas, "são muito sensíveis e diplomáticas, por isso é importante permitir que continuem avançando", e acrescentou que "se me pedirem alguma intervenção, que seja adequada e eu possa fazer, estou disposto".
A OMI, segundo definição da própria organização, é uma instituição das Nações Unidas encarregada de garantir a segurança do transporte marítimo e prevenir a poluição dos mares.
"Há mais de dez anos que trabalhamos para melhorar a eficiência energética dos navios e no ano passado conseguimos a adoção unânime da estratégia para a descarbonização da indústria marítima por volta de 2050", disse o décimo secretário-geral da OMI e o primeiro de língua hispânica.
A.Gasser--BTB