-
Governo alemão recua e descarta boicote à Copa do Mundo de 2026
-
Principal cartel colombiano suspende negociações de paz após acordo entre Trump e Petro
-
Vítimas da tragédia em Mariana esperam justiça por um 'crime muito grande'
-
Aliança China-Rússia é um 'fator de estabilidade', disse Putin a Xi
-
Ucrânia, Rússia e EUA se reúnem em Abu Dhabi para negociar a paz
-
Fenerbahçe acerta contratação de Kanté após intervenção do presidente da Turquia
-
Novo Start, o fim de um tratado nuclear de outra época
-
Arábia Saudita emitirá passaportes para camelos
-
Ex-príncipe Andrew deixa Windsor, mas segue no olho do furacão
-
Ataques israelenses em Gaza deixam ao menos 21 mortos
-
Colômbia e EUA convidarão Venezuela a se juntar à sua nova ofensiva antidrogas
-
Negociadores da Ucrânia, Rússia e EUA se reúnem em Abu Dhabi para negociar a paz
-
Acusado de estupro, filho da princesa de Noruega reconhece uma vida de excessos
-
CK Hutchison aciona arbitragem contra Panamá após anulação de sua concessão no canal
-
Milei ante o dilema de negociar com a China e agradar a Trump
-
Ciência lança luz sobre os grafites de Pompeia
-
Takaichi, a primeira-ministra japonesa que cativa a Geração Z
-
ONGs lutam para contabilizar os mortos da repressão no Irã
-
Governos latinos violam direitos humanos sob a proteção das políticas de Trump: HRW
-
Governo italiano garante que ICE não terá nenhum papel 'operacional' nos Jogos de Milão-Cortina
-
Negociadores de Ucrânia, Rússia e EUA se reúnem em Abu Dhabi para negociar a paz
-
Papa faz alerta contra 'nova corrida armamentista' com expiração de tratado nuclear EUA-Rússia
-
Diretor da HRW pede aliança de 'potências médias' diante de EUA, Rússia e China
-
Trump diz que é momento de virar a página do escândalo de Epstein
-
Nada mudou em Minneapolis desde a morte de Renee Good, lamentam seus irmãos
-
Noam Chomsky expressou solidariedade a Epstein em 2019
-
Vrabel-Maye, a dupla salvadora dos Patriots apadrinhada por Tom Brady
-
Trump e Petro concordam em virar a página e explorar 'caminhos em comum'
-
EUA derruba drone iraniano que se aproximou de seu porta-aviões
-
N'Golo Kanté deixa Arábia Saudita para jogar no Fenerbahçe
-
Leonard é selecionado para o All-Star Game; LeBron e Curry jogarão juntos
-
EUA põe fim à paralisação parcial do governo federal
-
Guardiola manifesta solidariedade às vítimas de conflitos em todo o mundo
-
Chavismo exige libertação de Maduro, um mês após sua captura pelos EUA
-
Chefe de segurança da NFL garante que não haverá agentes do ICE no Super Bowl
-
Acidente de ônibus com romeiros deixa 16 mortos em Alagoas
-
Filho do ex-ditador Muammar Kadafi é assassinado na Líbia
-
Leverkusen vence St Pauli (3-0) e avança às semifinais da Copa da Alemanha
-
Arsenal elimina Chelsea e vai à final da Copa da Liga Inglesa
-
Olympique de Marselha vence Rennes (3-0), alivia crise e vai às quartas da Copa da França
-
Milan vence Bologna (3-0) e diminui distância em relação à líder Inter na Serie A
-
Barcelona vence Albacete e avança à semifinal da Copa do Rei
-
Bill e Hillary Clinton vão depor no fim do mês sobre laços com Epstein
-
EUA diz ter derrubado drone iraniano que se aproximou de seu porta-aviões
-
Espanha quer proibir acesso de menores de 16 anos às redes sociais
-
Congresso dos EUA põe fim ao fechamento do governo
-
Do Super Bowl ao trabalho no escritório: a vida atípica dos árbitros da NFL
-
MP da França dificulta candidatura de Marine Le Pen nas eleições de 2027
-
Diretor da Williams diz que pensar em título em 2026 ou 2027 'não é realista'
-
Cuba registra recorde de temperatura mínima de 0º C
O que o futuro reserva para o ex-príncipe Andrew?
Depois da decisão do rei Charles III de retirar os títulos de seu irmão, o ex-príncipe Andrew e a família real britânica seguem enfrentando as repercussões do escândalo provocado por seus vínculos com o criminoso sexual americano Jeffrey Epstein.
Onde Andrew vai morar e com que recursos?
Ao anunciar, na noite de quinta-feira, que o rei Charles III decidiu retirar os títulos de Andrew, de 65 anos, o Palácio de Buckingham informou que o filho caçula de Elizabeth II também terá que deixar a mansão de 30 cômodos onde mora, em Windsor.
Ele vai se mudar para Sandringham, uma vasta propriedade privada do monarca com várias residências, embora se desconheça em qual delas ele vai morar.
Para evitar polêmicas, o Palácio informou que Andrew viverá às custas do rei.
Segundo o jornal The Guardian, ele poderia receber uma compensação econômica de seis dígitos por deixar o Royal Lodge, conforme o contrato de arrendamento assinado em 2003 com o Crown Estate, que gerencia os bens da Coroa britânica. Além disso, receberá uma alocação anual do rei para cobrir suas despesas cotidianas.
Como ex-oficial da Marinha, Andrew recebe uma pensão anual de 20.000 libras (o equivalente a R$ 141 mil, na cotação atual) e possui um importante patrimônio pessoal. Mas no ano passado, Charles retirou dele a alocação anual de um milhão de libras (R$ 7 milhões) que costumava repassar ao irmão.
Sua mudança não ocorreria antes do Natal, segundo a imprensa britânica, por razões logísticas e também para evitar sua presença durante as Festas em Sandringham, onde a família real costuma se reunir.
Ele corre o risco de ser processado?
Andrew sempre negou as acusações de Virginia Giuffre, uma das supostas vítimas de Epstein, que disse ter mantido relações sexuais com o ex-príncipe - duas vezes quando tinha 17 anos -, enquanto estava sob controle do americano.
Em 2022, Andrew fechou um acordo financeiro extrajudicial com Giuffre para encerrar um processo nos Estados Unidos.
Virginia Giuffre se suicidou em abril passado.
Uma comissão do Congresso americano continua investigando o caso e vários de seus integrantes pediram que Andrew testemunhe.
O irmão de Virginia Giuffre, Sky Roberts, opinou que Andrew "deveria estar na prisão".
No Reino Unido, a polícia, que encerrou uma investigação prévia em 2021, agora examina uma denúncia jornalística, segundo a qual Andrew teria pedido a um agente de sua escolta para obter informação sobre Giuffre para desacreditá-la.
Ele seguirá na linha de sucessão ao trono?
Apesar de ter perdido seus títulos, Andrew segue sendo o oitavo na linha de sucessão ao trono britânico.
Nos últimos dias, surgiram apelos para impedir que Andrew possa herdar o trono, embora a probabilidade seja muito pequena.
Para tal, seriam necessárias uma decisão do Parlamento e a aprovação de todos os países da Commonwealth (Comunidade Britânica).
O porta-voz do primeiro-ministro, Keir Starmer, esclareceu, na sexta-feira, que o governo "não tem planos de modificar a lei" a respeito.
Rumo a um controle maior da família real?
Criticada por sua lentidão em agir contra Andrew, a família real sai enfraquecida do escândalo, que reacende o debate sobre o controle parlamentar da Coroa.
A deputada Rachael Maskell apresentou um projeto de lei para facilitar a retirada de títulos de nobreza daqueles que os tiverem.
A Comissão de Contas Públicas do Parlamento pediu informação ao Crown Estate e ao Tesouro sobre o contrato de arrendamento concedido ao ex-príncipe, que lhe permitia não pagar aluguel após um pagamento inicial substancial.
Este caso "é uma oportunidade para que a família real seja mais transparente em seu funcionamento, especialmente no que se refere às suas finanças", considerou o historiador e biógrafo do ex-príncipe Andrew Lownie. Para ele, "ao tentar transferir toda a culpa para Andrew, tentam evitar um exame mais profundo do resto da família".
C.Kovalenko--BTB