-
Ataque russo com mísseis e drones deixa dois mortos em Kiev
-
EUA vence Bósnia (2-0) com um a menos e vai enfrentar Bélgica nas oitavas da Copa
-
Adversário apela à CIDH contra vitória de Keiko no Peru
-
Ataque russo com mísseis e drones deixa um morto e vários feridos em Kiev
-
Celtics negociam Jaylen Brown com seus rivais Sixers
-
Tottenham está perto de contratar Tonali e Mateus Fernandes
-
Ator Danny Glover revela diagnóstico de Alzheimer
-
"Gus", o tiranossauro mais completo do mundo, é apresentado em NY antes de leilão
-
Bélgica vence Senegal de virada na prorrogação (3-2) e vai às oitavas da Copa
-
Para Portugal, Copa do Mundo começa contra a Croácia, diz Martínez
-
Esperança de encontrar sobreviventes se esvai na Venezuela
-
Nos 16-avos, Argélia encara Suíça, seleção já comandada por seu atual técnico
-
Lautaro ou Julián Álvarez? O dilema da Argentina para acompanhar Messi no ataque
-
Cristiano Ronaldo ou Modric: a Copa se despede de uma lenda
-
Vítor Pereira, ex-Corinthians e Flamengo, é demitido do Nottingham Forest
-
Djokovic bate Tsitsipas e vai à terceira rodada de Wimbledon
-
Casal que escalou Empire State Building para pedido de casamento é detido
-
Cavani rescinde com Boca Juniors, diz imprensa argentina
-
Seleção da RD de Congo mostrou a 'resiliência' de seu país contra a Inglaterra, diz treinador
-
Esperança de encontrar sobreviventes de terremotos se apaga na Venezuela
-
Vaticano expressa 'profunda dor' por ordenação não autorizada de bispos
-
Kane ressalta 'paciência' da Inglaterra na vitória sobre RD Congo
-
Irã afirma que usará fundos congelados no Catar para comprar bens essenciais
-
Espanha desfalcada enfrenta Áustria por vaga nas oitavas da Copa
-
Brasil e França aumentam cooperação em segurança transfronteiriça
-
Com 2 de Kane, Inglaterra vence RD Congo (2-1) de virada e vai às oitavas da Copa
-
Trump diz ter ganhado mais de US$ 1 bi com criptomoedas
-
Constelações de satélites podem ameaçar a astronomia, alerta estudo
-
Inglaterra vence RD Congo (2-1) e vai enfrentar o México nas oitavas da Copa
-
Bayern de Munique acerta contratação do marroquino Saibari até 2031
-
努莎·奧貝爾:為市民實施時速10公里限速,波茨坦的「坑洞政策」——是漠不關心還是無能為力?
-
Esperança de sobreviventes se apaga na Venezuela, que decreta sete dias de luto por terremotos
-
WTA Finals sai de Riade e será disputado em Indian Wells nesta temporada
-
Marco Palestra, grande promessa do futebol italiano, assina com o Chelsea
-
Seleção iraniana é recebida com festa no retorno a Teerã
-
João Fonseca avança à 3ª rodada e iguala sua melhor campanha em Wimbledon
-
'Inteligentes' e 'muito racionais'?: os dirigentes do Irã pós-Ali Khamenei
-
Prédios marcados com 'D' simbolizam mortes após terremotos letais na Venezuela
-
Noosha Aubel: Limite de velocidade de 10 para os cidadãos, a política de buracos nas estradas de Potsdam: desinteresse ou incompetência?
-
Maduro é processado nos EUA por execuções sumárias na Venezuela
-
Bruno Guimarães, motor e metrônomo do Brasil de Ancelotti
-
Trump diz estar 'emocionado' com seu primeiro voo no Air Force One oferecido pelo Catar
-
Presidente do Barcelona confirma proposta ao Atlético de Madrid por Julián Álvarez
-
Sinner avança à 3ª rodada de Wimbledon duelo disputado contra português Nuno Borges
-
Embaixador dos EUA na Otan alerta que alguns países estão 'para trás' em matéria de gastos
-
Representantes dos EUA e do Irã mantêm diálogos indiretos em Doha
-
Sabalenka vence e segue firme em Wimbledon
-
Mkhitaryan renova com a Inter de Milão por mais uma temporada
-
À espera de reformas, setor privado já transformou Cuba
-
Liverpool anuncia contratação de jovem francês Jérémy Jacquet
Guerra em Gaza sufoca artistas palestinos em Israel e Jerusalém Oriental
O comediante Ayman Nahas diz que tem se mantido "discreto" desde 7 de outubro, com medo de represálias contra artistas árabes em Israel em meio à guerra na Faixa de Gaza.
Nahas é um dos muitos artistas árabes em Israel ou em Jerusalém Oriental que dizem enfrentar hostilidade e assédio crescentes e temem ser detidos ou ter o seu financiamento cortado.
"Você nunca sabe qual é o seu lugar e esse não é o clima certo para performar", disse Nahas, que também é diretor artístico do teatro de língua árabe Sard, na cidade de Haifa, no norte de Israel.
Seu teatro depende de subsídios do governo, "assim como 99% dos espaços culturais" em Israel.
Mas teme que os seus fundos sejam cortados, como aconteceu em 2015 com o Al Midan, outro teatro na cidade árabe-judaica de Haifa, depois de encenar uma peça inspirada em um prisioneiro detido por Israel por um ataque a soldados.
Um ator de 25 anos, que pediu para usar o pseudônimo Elías para evitar represálias, disse à AFP que por um tempo trocou a atuação para ser instrutor de natação de Tel Aviv.
Elías acaba de conseguir um papel em uma peça em Berlim. "Tenho que me exilar para poder praticar a minha arte", lamentou.
"Não uso mais a minha pulseira 'Palestina Livre' e tenho cuidado com o que publico nas redes sociais. Tenho amigos que foram visitados pela polícia", explicou
Outros atores árabes dizem que não encontraram trabalho em Israel desde o início da guerra.
- Ameaças -
A ONG Mossawa documentou um aumento nas violações dos direitos humanos contra a minoria árabe em Israel desde outubro, incluindo detenções, discriminação no trabalho e assédio nas escolas, além de limitações ao direito de protestar.
A cantora Dalal Abu Amneh, que também é neurocientista, foi detida por 48 horas por uma publicação nas redes sociais após o ataque do Hamas em 7 de outubro, na qual ela dizia que "o único vencedor é Deus".
Abu Amneh afirmou que foi posteriormente perseguida na sua cidade natal predominantemente judaica, Afula, no norte de Israel. Seu advogado afirmou que ela recebeu centenas de "ameaças de morte".
Cerca de 20% dos 9,5 milhões de habitantes de Israel são árabes e muitos identificam-se como palestinos.
Eles dizem que são frequentemente alvos de discriminação por parte da maioria judaica e suas queixas aumentaram nos quase nove meses de guerra entre Israel e o grupo miliciano Hamas em Gaza.
Os ataques de 7 de outubro no sul de Israel deixaram 1.195 mortos, a maioria civis, segundo um relatório da AFP baseado em números israelenses. Entre os mortos estavam mais de 300 soldados.
A retaliação israelense matou pelo menos 38.584 pessoas em Gaza, a maioria mulheres, adolescentes e crianças, segundo o Ministério da Saúde do território governado pelo Hamas.
L.Janezki--BTB