-
Kimi Antonelli faz a pole position do GP dos EUA, onde pode ser campeão de F1
-
Arquidiocese de Nova York concorda em pagar mais de US$ 800 milhões em indenizações a vítimas de abusos sexuais
-
Lula e Bolsonaro reúnem multidões antes de duelo final nas urnas
-
Paris FC perde para Lens e deixa escapar oportunidade de assumir liderança do Francês
-
Atlético de Madrid vence Deportivo com gol de Julián Álvarez
-
Confrontos entre manifestantes e polícia na Albânia durante novo protesto contra corrupção
-
Ronaldinho jogará pelo Ravenna na Serie C italiana no dia 15 de novembro
-
Israel desloca milhares de palestinos de Hebron após ataque mortal
-
Milhares de pessoas protestam na Itália sob forte dispositivo de segurança
-
Borussia Dortmund vence Eintracht Frankfurt e assume liderança do Alemão
-
Novos protestos sociais se espalham pela França em meio a tensões e fortes medidas de segurança
-
Kvaratskhelia voltará de lesão 'mais forte', prevê Luis Enrique
-
Houthis atacam Áden e acusam Arábia Saudita de causar 16 mortes no Iêmen
-
Infantino afirma que conta com amplo apoio para presidir a Fifa
-
City sofre 1ª derrota no Inglês e é alcançado pelo Arsenal na liderança
-
Lula e Flávio Bolsonaro encerram campanha com atos multitudinários
-
Milhares de pessoas protestam em Madri em defesa das aposentadorias
-
Sobe para nove o número de mortos em ataque armado em igreja na Jordânia
-
Lula e Flávio Bolsonaro vão às ruas em encerramento de campanha
-
França vive novo dia de protestos com forte contingente policial
-
Incêndio atinge antiga residência de montanha de Hitler; um suspeito é detido
-
Lula e Flávio Bolsonaro baixam o tom no último debate, a fim de conquistar indecisos
Arévalo critica elite 'político criminosa' e evoca código trabalhista de 1947 na Guatemala
O presidente da Guatemala, Bernardo Arévalo, criticou, nesta quarta-feira (1º), aqueles que "enriquecem às custas do povo" em um ato por ocasião do Dia Internacional dos Trabalhadores, no qual evocou o código trabalhista decretado em 1947 por seu pai, o ex-presidente Juan José Arévalo.
A Guatemala viveu uma "deterioração institucional sem precedentes" e um "desastre de corrupção e impunidade" por essa "elite político criminosa corrupta" que se agarra a seus privilégios, disse Arévalo, cujo antecessor, o presidente direitista Alejandro Giammattei, nunca participou de um ato de 1º de maio.
"Continuamos enfrentando a mesquinharia daqueles que querem que tudo permaneça igual, daqueles que enriquecem às custas do povo", declarou o presidente social-democrata em um discurso para centenas de trabalhadores.
"Como estamos entre amigos, vou lhes fazer uma confidência: estes primeiros três meses de governo têm sido complicados e de muito aprendizado", acrescentou, em alusão ao conflito que mantém com a questionada procuradora-geral, Consuelo Porras.
Sancionada pelos Estados Unidos e pela União Europeia, que a consideram "corrupta" e "antidemocrática", Porras empreendeu no ano passado uma cruzada judicial contra Arévalo e seu partido, colocando em dúvida a transição no poder em janeiro.
Arévalo, que denunciou na ocasião uma "tentativa de golpe de Estado", uma vez no governo empreendeu ações legais para tentar destituir Porras, pois carece de faculdades para removê-la.
Arévalo lembrou que o primeiro Código de Trabalho da Guatemala foi decretado em 1947 por seu pai, que governou de 1945 a 1951. Foi o líder de uma "primavera democrática" que terminou abruptamente com a derrocada, em 1954, de seu sucessor, Jacobo Árbenz, em um golpe militar orquestrado pelos Estados Unidos.
O Código de 1947 "mantém vigência no século XXI", afirmou Arévalo, ressaltando que "não há democracia sem justiça social e não há justiça social sem democracia".
W.Lapointe--BTB