-
Gauff vence Muchova e avança pela 1ª vez à final do WTA 1000 de Miami
-
Cerimônia do Oscar vai deixar Hollywood a partir de 2029
-
Espanha vai enfrentar Peru em Puebla, em seu último amistoso antes da Copa do Mundo
-
Cerimônia do Oscar vai deixar Hollywood
-
Milhares de estudantes no Chile protestam contra Kast por cortes na educação
-
Um sorridente Nicolás Maduro comparece novamente perante a justiça em Nova York
-
Turquia vence Romênia (1-0) e avança na repescagem europeia para Copa do Mundo
-
Sinner bate Tiafoe e vai à semifinal do Masters 1000 de Miami
-
Aparência, genes, hormônios: quando o esporte analisa os sinais de feminilidade
-
'Confiamos no sistema judicial dos EUA', diz filho de Maduro à AFP
-
'Hijo mayor', ou como honrar a memória da migração sul-coreana na Argentina
-
Parlamento Europeu aprova criação de 'centros de retorno' para migrantes
-
Em Cuba afetada pela crise, médicos tomam decisões 'dificílimas' em hospital infantil
-
Aos 41 anos, Hamilton afirma estar em melhor forma do que seus rivais
-
Verstappen expulsa jornalista de entrevista coletiva em Suzuka
-
Sporting Cristal, do Peru, anuncia saída do técnico brasileiro Paulo Autuori
-
COI reintroduz testes genéticos de feminilidade após 30 anos
-
Eurodeputados aprovam acordo comercial com os EUA, com condições
-
Petróleo da Venezuela seduz o setor, mas incerteza freia o entusiasmo
-
Maduro volta a se apresentar à justiça em Nova York
-
Parlamento Europeu dá mais um passo para proibir 'deepfakes' sexuais gerados por IA
-
Ativistas conectam iranianos à internet via Starlink
-
Série do filho de Pablo Escobar traz mensagem de que 'é possível mudar'
-
Chileno Zepeda é condenado à prisão perpétua por assassinato de ex-namorada japonesa na França
-
Futebol feminino ganha espaço na Somália
-
Como a China desafia os EUA na corrida espacial?
-
Maduro retorna a tribunal em Nova York após sua espetacular captura na Venezuela
-
Rosalía suspende show na Itália por intoxicação alimentar
-
Coreia do Norte e Belarus assinam tratado de 'amizade e cooperação'
-
Congresso de Honduras destitui procurador-geral
-
Israel ataca Irã após Trump insistir que Teerã deseja um acordo
-
Irã afirma que não pretende negociar mas EUA insiste no contrário
-
Sabalenka e Rybakina vão duelar novamente, desta vez nas semis do WTA 1000 de Miami
-
ONU propõe plano de ajuda a Cuba que inclui fornecimento de combustível
-
Técnico do Suriname se diz preocupado com calor de Monterrey antes da repescagem contra a Bolívia
-
Fifa colocará à venda últimos ingressos para a Copa do Mundo em 1º de abril
-
Deschamps mantém silêncio sobre nome do futuro técnico da seleção francesa
-
Lehecka vence promessa espanhola Landaluce e vai às semifinais do Masters de Miami
-
Itália e Gattuso querem espantar de vez os fantasmas de 2018 e 2022
-
Vice-presidente da Fifa minimiza temores políticos e de segurança antes da Copa do Mundo
-
Quatro sonhos e 12 pesadelos: começa a repescagem europeia para a Copa de 2026
-
Trump 'desencadeará o inferno' se Irã não aceitar negociar um fim para a guerra
-
Mbappé nega que médicos do Real Madrid tenham examinado seu joelho errado
-
Suspeita de atirar contra mansão de Rihanna se declara inocente
-
EUA vai consumir combustível com mais etanol diante de possível escassez
-
Rybakina vence Pegula mais uma vez e vai à semifinal do WTA 1000 de Miami
-
Técnico da Colômbia diz que James "parece muito bem", apesar da falta de ritmo de jogo
-
Domínio da Mercedes ameaça série de vitórias de Verstappen em Suzuka
-
Júri dos EUA responsabiliza Meta e YouTube em julgamento sobre dependência em redes sociais
-
Cães acompanham humanos há 16 mil anos
Contagem regressiva para tarifas dos EUA a México, Canadá e China
Salvo uma reviravolta de último minuto, as tarifas que o presidente Donald Trump ameaça impor a México, Canadá e China até que, segundo ele, "se detenha ou se limite" a entrada de drogas nos Estados Unidos, entram em vigor logo depois da meia-noite local.
A essa hora (2h da terça-feira, 4, em Brasília) expira a pausa de um mês que o republicano concedeu em 3 de fevereiro com a intenção declarada de se chegar a um acordo.
Caso não mude de opinião, o presidente americano vai impor tarifas de até 25% às exportações de México e Canadá, mesmo com os dois países sendo seus parceiros no tratado de livre-comércio T-MEC.
Trump também anunciou uma tarifa geral adicional de 10% sobre as importações oriundas da China, além dos 10% iniciais que estão em vigor desde o início de fevereiro.
"As drogas seguem entrando em nosso país por México e Canadá a níveis muito altos e inaceitáveis", explicou o mandatário na semana passada em sua rede Truth Social.
Ele faz alusão, sobretudo, ao fentanil, um opioide sintético que mata milhares de pessoas de overdose por ano nos Estados Unidos.
O presidente americano também acusa seus vizinhos de não fazerem o suficiente para deter a migração irregular.
A presidente do México, Claudia Sheinbaum, pede "coragem, serenidade e paciência", mas alerta que seu país está preparado. "Qualquer que seja a decisão, temos um plano", disse a mandatária nesta segunda-feira, em sua habitual coletiva de imprensa matinal.
O México entregou aos Estados Unidos alguns dos narcotraficantes mais conhecidos na semana passada e enviou milhares de militares para a fronteira nas últimas semanas, entre outras medidas, em uma tentativa de evitar a imposição das tarifas.
Provavelmente, as tarifas aduaneiras terão implicações nas cadeias de suprimento de setores-chave como o automotivo e a construção.
Os consumidores poderão sentir os efeitos nos preços, complicando, assim, as promessas de campanha de Trump de baixar a inflação.
Para Ryan Majerus, ex-funcionário americano da área comercial, a administração republicana tenta resolver problemas com os quais o país sofre há tempos: o fentanil e a imigração.
"E essas tarifas deram à administração uma vantagem, como vimos com a reposta de Canadá e México até agora", declarou ele à AFP.
Além disso, tenta reequilibrar os laços comerciais e melhorar as condições para as empresas americanas, acrescentou.
Mas a forma de fazer, por decisão presidencial, é inédita "e ainda não se sabe como tudo isso se desenvolverá em possíveis ações judiciais", alertou Majerus, sócio do escritório de advogados King & Spalding.
- Depende de Trump -
No fim de semana, o secretário de Comércio dos Estados Unidos, Howard Lutnick, declarou à Fox News que, embora México e Canadá tenham feito um trabalho razoável para lidar com as preocupações fronteiriças de Trump, haverá tarifas sobre as importações.
Ele, no entanto, deixou a porta aberta para possíveis mudanças: "Exatamente em que consistem, vamos deixar isso para que o presidente e sua equipe negociem."
Lutnick acrescentou que as tarifas sobre a China serão impostas a menos que Pequim deixe de produzir, segundo ele, as substâncias conhecidas como precursores para a fabricação de fentanil, mas que também têm usos médicos legais.
O primeiro-ministro do Canadá, Justin Trudeau, argumenta que menos de 1% do fentanil e dos migrantes que entram iregularmente nos Estados Unidos o fazem através da fronteira canadense.
No domingo, Trudeau disse que Ottawa seguirá trabalhando para garantir que não haja novas tarifas mas, assim como o México, tem prevista "uma resposta" que é "forte, inequívoca e proporcional".
O governo canadense tomou uma série de medidas para lidar com as preocupações de Trump, como um plano para melhorar a segurança fronteiriça e a nomeação de um "czar" para coordenar a luta contra o fentanil.
K.Thomson--BTB