-
City vence Liverpool de virada (2-1) e segue na briga pelo título da Premier com Arsenal
-
Bayern goleia Hoffenheim (5-1) com 3 gols de Luis Díaz e mantém distância na liderança
-
Aliado de María Corina Machado é solto na Venezuela
-
Cerca de 180 palestinos saíram de Gaza após reabertura da passagem de Rafah
-
Lindsey Vonn passa por cirurgia após sofrer fratura na perna esquerda em queda
-
Irã condena ganhadora do Nobel a seis anos de prisão
-
Irã desafia ameaças dos EUA e insiste em direito de enriquecer urânio
-
Gabinete nega reunião do Dalai Lama com Epstein
-
Chefe de gabinete do premier britânico renuncia por vínculo de ex-embaixador com Epstein
-
Primeira-ministra do Japão caminha para vitória contundente nas eleições legislativas
-
'Uma Batalha após a Outra' vencê prêmio do sindicato de diretores nos EUA
-
Lindsey Vonn sofre forte queda no downhill dos Jogos de Inverno
-
Familias denunciam condições insalubres onde aguardam asilo nos EUA
-
Irã descarta renunciar ao enriquecimento de urânio, mesmo em caso de 'guerra'
-
Portugal elege presidente com moderado como favorito frente à extrema direita
-
Messi marca seu primeiro gol do ano mas Inter Miami empata em amistoso no Equador
-
O novo Ioniq 3 chega já em 2026
-
O novo Twingo e-tech está na linha de partida
-
Novo Ypsilon e Ypsilon hf
-
O Cupra Raval será lançado em 2026
-
O novo id.Polo chega com motor elétrico
-
Patriots buscam recuperar a glória perdida no Super Bowl de Bad Bunny
-
Lens bate Rennes e é líder provisório; Lyon vence apesar da expulsão de Endrick
-
Palmeiras contrata atacante colombiano Jhon Arias, que estava no Wolverhampton
-
Conselho de transição do Haiti entrega o poder ao premiê Fils-Aimé
-
João Fonseca espera superar decepção do Aberto da Austrália em Buenos Aires e no Rio de Janeiro
-
A descoberta inquietante durante busca por mineradores sequestrados no México
-
Protesto contra Jogos de Inverno termina em confrontos em Milão
-
Napoli vence na visita ao Genoa (3-2) e se consolida em 3º no Italiano
-
Lens vence Rennes de virada (3-1) e assume liderança provisória, à frente do PSG
-
Líder Barcelona vence Mallorca (3-0) e coloca pressão sobre o Real Madrid
-
EUA deseja que guerra entre Ucrânia e Rússia termine até junho, segundo Zelensky
-
Ex-ministro francês citado em arquivos Epstein nega acusações
-
Líder Arsenal vence Sunderland (3-0) e deixa City nove pontos atrás
-
Novo Skoda Epiq moderno com autonomia
-
Em um pub de Moscou, Jogos de Inverno fazem clientes esquecer a política
-
BMW iX3 novo estilo e design
-
Imigrantes recorrem a aulas remotas em Minneapolis por medo de deportação
-
Dortmund vence no fim na visita ao Wolfsburg (2-1) e fica a 3 pontos do líder Bayern
-
Tcheca Sara Bejlek conquista em Abu Dhabi seu primeiro torneio da WTA
-
BMW iX3 nova era SUV
-
Barça anuncia que está se retirando da Superliga Europeia
-
Irã espera continuar negociações com EUA mas reitera linhas vermelhas
-
Paquistão chora vítimas de ataque a mesquita xiita
-
EUA deseja que guerra termine até junho (Zelensky)
-
Cuba decreta medidas de emergência diante de crise energética
-
Espanha e Portugal enfrentam nova tempestade após inundações durante a semana
-
Plataforma envia acidentalmente US$ 40 bilhões em bitcoins para seus usuários
-
Bill e Hillary Clinton pedem que seu depoimento sobre Epstein seja feito em público
-
Pentágono cortará seus laços acadêmicos com Harvard
Irã desafia ameaças dos EUA e insiste em direito de enriquecer urânio
O Irã descartou, neste domingo (8), renunciar ao enriquecimento de urânio no âmbito de suas negociações com os Estados Unidos, mesmo em caso de "guerra" com este país, que mantém a pressão militar.
Após uma primeira rodada de negociações em Omã na sexta-feira, a qual ambos classificaram como positiva, os dois países citaram sua vontade de continuar o diálogo.
Mas o Irã mantém-se firme em suas linhas vermelhas, ao aceitar abordar apenas sobre seu programa nuclear, e enfatizando que tem direito de desenvolver energia nuclear para fins civis.
Os Estados Unidos, que mobilizaram uma ampla força militar no Golfo, exigem um acordo mais amplo, que inclua a limitação das capacidades balísticas do país e o fim de seu apoio a grupos armados hostis a Israel.
O ministro iraniano das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, reafirmou neste domingo que Teerã não cederá à exigência de Trump de abrir mão do enriquecimento de urânio.
"Por que insistimos tanto no enriquecimento e nos negamos a renunciar a ele, mesmo se nos impuserem uma guerra? Porque ninguém tem o direito de ditar nosso comportamento", declarou o chanceler iraniano em um fórum em Teerã.
"Seu destacamento militar à região não nos assusta", acrescentou, referindo-se ao porta-aviões "USS Abraham Lincoln".
Indicou, sem maiores detalhes, que o Irã poderia considerar "uma série de medidas de confiança quanto ao programa nuclear", em troca da suspensão das sanções internacionais que asfixiam a economia iraniana.
Mas depois questionou a "seriedade" dos Estados Unidos para "iniciar negociações reais", durante uma coletiva de imprensa acompanhada pela AFP.
O Irã "avaliará o conjunto de sinais e decidirá sobre a continuidade das negociações", afirmou. Posteriormente, Araghchi disse que seu país está em consultas com "parceiros estratégicos", China e Rússia, sobre as negociações.
- Paz por meio da força -
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, viajará a Washington na quarta-feira para pedir ao presidente americano, Donald Trump, firmeza com Teerã.
O ministro das Relações Exteriores de Israel, Gideon Saar, denunciou neste domingo "a tentativa do regime mais extremista do mundo de obter a arma mais perigosa do mundo", declarando que isto é um "perigo para a paz".
No sábado, o enviado americano, Steve Witkoff, visitou o porta-aviões Abraham Lincoln, destacado no Golfo, ocasião na qual destacou "a mensagem de paz por meio da força" do mandatário republicano.
Nas últimas semanas, Trump multiplicou as ameaças de intervenção militar no Irã, inicialmente em resposta à sangrenta repressão contra o movimento de protestos em janeiro e, depois, para pressionar Teerã com o objetivo de alcançar um acordo.
Após os diálogos de sexta-feira entre Witkoff, o genro de Donald Trump, Jared Kushner, e Araghchi — os primeiros desde os bombardeios americanos contra instalações nucleares iranianas em junho —, o presidente americano celebrou "conversas muito boas" e afirmou que continuariam "no começo da próxima semana".
As negociações "realizadas com o apoio de governos amigos da região constituem um passo à frente", declarou o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, no X neste domingo.
Na véspera, Araghchi disse ter acordado com Washington uma nova rodada de conversas "em breve" e indicou que ainda havia "um longo caminho para estabelecer a confiança", em entrevista à rede Al Jazeera.
Também reiterou que a questão das capacidades balísticas do Irã "nunca será negociável".
- Quase 7.000 mortos -
Os países ocidentais e Israel acusam o Irã de tentar dotar-se de armas nucleares, algo que Teerã nega.
O Irã e os Estados Unidos iniciaram negociações no ano passado, mas esbarraram na questão do enriquecimento de urânio e os diálogos ficaram paralisados devido à guerra de 12 dias desencadeada em junho por um ataque israelense contra o território iraniano.
Após a repressão ao movimento de protestos em janeiro, o presidente republicano voltou a ameaçar com uma intervenção.
A ONG Human Rights Activists News Agency (HRANA), com sede nos Estados Unidos, disse ter confirmado 6.961 mortos, em sua maioria manifestantes, e registrou mais de 51.000 detenções.
Em caso de ataque, o Irã advertiu que teria como alvo as bases americanas na região e poderia bloquear o estreito de Ormuz, ponto de trânsito fundamental para o abastecimento energético mundial.
C.Meier--BTB